-
Pré-download de GTA 6 começa em 10 de novembro nos consoles
-
Novembro reúne estreias de GTA 6, Zelda e outros jogos
-
Detran-SP permite pedir pela internet autorização para nova placa
-
GWM lidera avaliação de pós-venda no prêmio Os Eleitos 2026
-
Renault prepara Boreal híbrido 4x4 com eixo traseiro elétrico para 2027
-
Quatro Rodas de novembro traz teste do Haval H7 e resultado de Os Eleitos
-
Yangwang U9 Xtreme alcança 503,17 km/h e estabelece novo recorde
-
INSS cria reanálise para auxílio negado apenas por documentos
-
Lutador é detido no Rio por invasões e agressões contra vizinhas
-
Daniel Sikkema recebe prisão perpétua por morte do galerista Brent Sikkema
-
Paolla Oliveira compartilha rotina de exercícios voltada ao bem-estar mental
-
Scheila Carvalho relata inchaço após procedimento estético no rosto
-
Deputado destinou R$ 4,9 milhões a ONG presidida por empresário investigado
-
Parque de Ideias reúne Aline Midlej e Teresa Cristina em programação gratuita
-
Senac RJ leva experiências de negócios e tecnologia ao Sebrae Rio Summit
-
Câmara do Rio reconhece Academia do Tijolinho como patrimônio imaterial
-
LSAP exige fim do turismo de combustível e critica reforma tributária
Democratas acusam procuradora-geral dos EUA de 'encobrir' arquivos Epstein
Legisladores democratas acusaram nesta quarta-feira (11) a procuradora-geral dos Estados Unidos, Pam Bondi, de conduzir um "encobrimento" dos arquivos sobre Jeffrey Epstein e de transformar o Departamento de Justiça em um instrumento de retaliação do presidente Donald Trump.
Bondi foi interpelada por congressistas durante uma audiência tensa no Comitê Judiciário da Câmara dos Representantes, perante o qual a procuradora defendeu a forma como o Departamento administrou os registros sobre o criminoso sexual.
Na sessão estiveram presentes várias das vítimas de Epstein, que morreu na prisão em 2019 antes de ser julgado por exploração sexual de menores.
Jamie Raskin, o democrata de maior escalão do comitê, criticou a lenta divulgação dos arquivos da investigação sobre Epstein, assim como as edições feitas nos documentos.
"A senhora está conduzindo um grande encobrimento sobre [os arquivos] Epstein diretamente a partir do Departamento de Justiça", disse Raskin, que criticou o fato de terem sido publicados apenas três dos seis milhões de documentos disponíveis.
Uma lei de transparência, aprovada pelo Congresso e promulgada pelo presidente Donald Trump após pressões do Partido Republicano, obrigou o Departamento de Justiça a publicar todos os documentos do caso Epstein.
A legislação exigia manter sob sigilo os nomes ou outras informações pessoais identificáveis das vítimas de Epstein, que somavam mais de 1.000 segundo o FBI.
Mas as figuras poderosas — incluindo políticos como Trump e vários magnatas empresariais — que eram próximas de Epstein não podiam ser protegidas, segundo a lei.
Raskin afirmou que, apesar disso, os documentos foram editados para ocultar os nomes de "abusadores, facilitadores, cúmplices e co-conspiradores" de Epstein, "aparentemente para poupá-los de vergonha e desonra, o que é exatamente o oposto do que a lei determinou que fosse feito".
Bondi, aliada próxima de Trump, se defendeu dizendo que centenas de advogados e revisores "dedicaram milhares de horas a revisar minuciosamente milhões de páginas para cumprir a lei do Congresso".
"Se o nome de alguém que não deveria ter sido eliminado foi suprimido, é claro que o incluiremos", assegurou Bondi. "Se o nome de uma vítima ficou sem ser apagado, por favor nos informe e o retiraremos", acrescentou. "Tivemos 30 dias para revisar, suprimir e desclassificar milhões de páginas de documentos. Nossa taxa de erros é muito baixa."
Raskin e outros legisladores democratas também condenaram as acusações do Departamento de Justiça contra os rivais políticos do presidente, afirmando que ele foi convertido "no instrumento de vingança de Trump".
P.Keller--VB