-
Pré-download de GTA 6 começa em 10 de novembro nos consoles
-
Novembro reúne estreias de GTA 6, Zelda e outros jogos
-
Detran-SP permite pedir pela internet autorização para nova placa
-
GWM lidera avaliação de pós-venda no prêmio Os Eleitos 2026
-
Renault prepara Boreal híbrido 4x4 com eixo traseiro elétrico para 2027
-
Quatro Rodas de novembro traz teste do Haval H7 e resultado de Os Eleitos
-
Yangwang U9 Xtreme alcança 503,17 km/h e estabelece novo recorde
-
INSS cria reanálise para auxílio negado apenas por documentos
-
Lutador é detido no Rio por invasões e agressões contra vizinhas
-
Daniel Sikkema recebe prisão perpétua por morte do galerista Brent Sikkema
-
Paolla Oliveira compartilha rotina de exercícios voltada ao bem-estar mental
-
Scheila Carvalho relata inchaço após procedimento estético no rosto
-
Deputado destinou R$ 4,9 milhões a ONG presidida por empresário investigado
-
Parque de Ideias reúne Aline Midlej e Teresa Cristina em programação gratuita
-
Senac RJ leva experiências de negócios e tecnologia ao Sebrae Rio Summit
-
Câmara do Rio reconhece Academia do Tijolinho como patrimônio imaterial
-
LSAP exige fim do turismo de combustível e critica reforma tributária
Cineasta teme que interesses do povo iraniano sejam sacrificados nas conversas com EUA
O premiado diretor de cinema Jafar Panahi teme que os interesses dos iranianos sejam "sacrificados" durante as conversas programadas sobre o programa nuclear entre Washington e Teerã nesta sexta-feira (6), conforme declarou em entrevista à AFP.
"Aconteça o que acontecer neste tipo de negociação, nunca beneficiará o povo. O povo iraniano não tem representação nestas negociações e seus interesses nunca são levados em conta. Poderiam ser facilmente sacrificados", declarou o cineasta iraniano.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cogitou uma intervenção militar para pôr fim à violenta repressão aos movimentos de protesto que sacudiram o país asiático em janeiro, mas, posteriormente, mostrou-se mais interessado na questão do programa nuclear e nos mísseis iranianos.
A ONG americana Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos (HRANA, na sigla em inglês) contabilizou 50 mil prisões e afirma ter confirmado 6.872 mortes, a maioria envolvendo manifestantes.
Ainda estão sendo verificados outros 11.280 casos de pessoas falecidas, enquanto alguns números que circulam nos meios de comunicação elevam a soma de mortos para 36 mil.
"Este número supera a imaginação. Demonstra que o regime chegou ao ponto em que sabe que já não tem legitimidade. Perdeu sua legitimidade há muito tempo, e este massacre é a confirmação definitiva disso", disse Panahi, ganhador da Palma de Ouro no último Festival de Cinema de Cannes por "Foi Apenas um Acidente".
T.Egger--VB