-
Consórcio assume Arena Niterói por 35 anos com R$ 28,1 milhões previstos
-
Phantom Blade Zero se afasta da fórmula tradicional dos soulslike
-
OpenAI apresenta GPT-6 Cyber para pesquisa e defesa digital
-
Marvel avalia ator de Shogun para novo Wolverine, diz rumor
-
Entregas da Black Friday podem ampliar congestionamentos nas metrópoles
-
Pré-download de GTA 6 começa em 10 de novembro nos consoles
-
Novembro reúne estreias de GTA 6, Zelda e outros jogos
-
Detran-SP permite pedir pela internet autorização para nova placa
-
GWM lidera avaliação de pós-venda no prêmio Os Eleitos 2026
-
Renault prepara Boreal híbrido 4x4 com eixo traseiro elétrico para 2027
-
Quatro Rodas de novembro traz teste do Haval H7 e resultado de Os Eleitos
-
Yangwang U9 Xtreme alcança 503,17 km/h e estabelece novo recorde
-
INSS cria reanálise para auxílio negado apenas por documentos
-
Lutador é detido no Rio por invasões e agressões contra vizinhas
-
Daniel Sikkema recebe prisão perpétua por morte do galerista Brent Sikkema
-
Paolla Oliveira compartilha rotina de exercícios voltada ao bem-estar mental
-
Scheila Carvalho relata inchaço após procedimento estético no rosto
-
Deputado destinou R$ 4,9 milhões a ONG presidida por empresário investigado
-
Parque de Ideias reúne Aline Midlej e Teresa Cristina em programação gratuita
-
Senac RJ leva experiências de negócios e tecnologia ao Sebrae Rio Summit
-
Câmara do Rio reconhece Academia do Tijolinho como patrimônio imaterial
Milhares de agricultores europeus protestam contra o acordo UE-Mercosul
Milhares de agricultores, a bordo de dezenas de tratores, protestaram nesta terça-feira (20) contra o acordo comercial entre a União Europeia e o Mercosul em frente ao Parlamento Europeu, um dia antes da votação que decidirá se o tratado será contestado na justiça.
Agricultores franceses, italianos, belgas e até poloneses manifestaram-se a várias centenas de metros do edifício do Parlamento em Estrasburgo, no nordeste da França. O protesto reuniu mais de 4.500 pessoas, segundo a polícia.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, assinou o acordo de livre comércio entre a UE e Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai no sábado (17), em Assunção, apesar das preocupações do setor agrícola europeu.
Este acordo resultará na importação de alimentos "produzidos de uma forma completamente diferente da europeia, com mais produtos fitossanitários e sem as mesmas normas", afirmou Baptiste Mary, um agricultor francês de 24 anos.
Apesar da assinatura, o tratado ainda não pode entrar em vigor. Os parlamentos nacionais dos países do Mercosul precisam ratificá-lo, assim como o Parlamento Europeu, com a votação prevista para os próximos meses.
No entanto, os eurodeputados devem votar na quarta-feira (21) uma proposta para submeter o acordo ao Tribunal de Justiça da UE, a fim de determinar se o seu método de adoção e conteúdo estão em conformidade com a legislação europeia.
Caso a corte se posicione contra o acordo, este deverá ser alterado para cumprir a decisão judicial.
"Queremos que os eurodeputados cumpram o seu dever, que recorram ao tribunal, para que o acordo possa ser revisto", disse à AFP Emmanuelle Poirier, uma criadora de gado que teme a "importação maciça de carne" bovina.
O Parlamento Europeu também deverá votar na quinta-feira uma moção de censura contra Ursula von der Leyen, apresentada pelo grupo de extrema direita Patriotas pela Europa, que tem poucas chances de sucesso.
A Comissão Europeia negocia este amplo acordo com o Mercosul desde 1999. O pacto eliminará as tarifas sobre mais de 90% de seu comércio bilateral.
O setor agropecuário europeu teme o impacto de uma entrada maciça de carne, arroz, mel e soja sul-americanos, em troca da exportação de veículos, máquinas, queijos e vinhos europeus para o Mercosul.
E.Burkhard--VB