-
Consórcio assume Arena Niterói por 35 anos com R$ 28,1 milhões previstos
-
Phantom Blade Zero se afasta da fórmula tradicional dos soulslike
-
OpenAI apresenta GPT-6 Cyber para pesquisa e defesa digital
-
Marvel avalia ator de Shogun para novo Wolverine, diz rumor
-
Entregas da Black Friday podem ampliar congestionamentos nas metrópoles
-
Pré-download de GTA 6 começa em 10 de novembro nos consoles
-
Novembro reúne estreias de GTA 6, Zelda e outros jogos
-
Detran-SP permite pedir pela internet autorização para nova placa
-
GWM lidera avaliação de pós-venda no prêmio Os Eleitos 2026
-
Renault prepara Boreal híbrido 4x4 com eixo traseiro elétrico para 2027
-
Quatro Rodas de novembro traz teste do Haval H7 e resultado de Os Eleitos
-
Yangwang U9 Xtreme alcança 503,17 km/h e estabelece novo recorde
-
INSS cria reanálise para auxílio negado apenas por documentos
-
Lutador é detido no Rio por invasões e agressões contra vizinhas
-
Daniel Sikkema recebe prisão perpétua por morte do galerista Brent Sikkema
-
Paolla Oliveira compartilha rotina de exercícios voltada ao bem-estar mental
-
Scheila Carvalho relata inchaço após procedimento estético no rosto
-
Deputado destinou R$ 4,9 milhões a ONG presidida por empresário investigado
-
Parque de Ideias reúne Aline Midlej e Teresa Cristina em programação gratuita
-
Senac RJ leva experiências de negócios e tecnologia ao Sebrae Rio Summit
-
Câmara do Rio reconhece Academia do Tijolinho como patrimônio imaterial
EUA: envio de militares europeus à Groenlândia 'não tem nenhum impacto'
Os Estados Unidos declararam nesta quinta-feira (15) que o envio de uma missão de militares europeus à Groenlândia não afeta o objetivo de Donald Trump de tomar esse território dinamarquês no Ártico.
Países europeus começaram hoje a enviar militares à Groenlândia, após uma reunião em Washington entre autoridades da Dinamarca e da ilha e o vice-presidente e o secretário de Estado americanos.
No encontro, a Dinamarca buscou apaziguar os Estados Unidos, depois que Trump ameaçou anexar a Groenlândia, por considerar o território vital para a segurança americana. A Casa Branca afirma que pensa em comprar a ilha, mas não descartou uma intervenção militar no local, rico em recursos minerais.
Após o encontro, o vice-premier da Groenlândia, Mute Egede, anunciou o envio de mais tropas da Otan ao território a partir de quarta-feira, e vários países europeus enviaram militares em uma missão de exploração.
"Não acredito que o envio de tropas influencie o processo de tomada de decisões do presidente nem tenha algum impacto em seu objetivo de adquirir a Groenlândia", disse a porta-voz da Casa Branca.
A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, informou hoje que "um grupo de trabalho" está sendo criado para discutir como aumentar a segurança no Ártico. Mas "isso não muda o fato de que existe um desacordo fundamental, porque a ambição americana de assumir o controle da Groenlândia segue intacta", disse Mette em comunicado enviado à AFP.
Em um tom diferente, o primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielson, reiterou que "o diálogo e a diplomacia são o caminho certo a seguir", e comemorou no Facebook que os diálogos estejam "em andamento".
Em Nuuk, capital do território autônomo dinamarquês, bandeiras vermelhas e brancas da Groenlândia estão por toda parte, enfeitando vitrines, janelas, carros e ônibus. "É muito assustador, porque é algo enorme", comentou a professora Vera Stidsen, 51, sobre os planos de Trump.
- Rússia nega ser 'ameaça' para a Groenlândia -
Dois aviões dinamarqueses que transportavam tropas pousaram ontem na Groenlândia, e a Dinamarca conseguiu que vários países europeus enviassem uma missão militar.
Alemanha, França, Finlândia, Noruega, Países Baixos, Reino Unido e Suécia enviam militares para essa operação de reconhecimento, inserida no exercício dinamarquês "Arctic Endurance".
O presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou hoje que uma primeira equipe de militares franceses "já está no terreno", e anunciou que seu país enviará mais "meios terrestres, aéreos e marítimos" nos próximos dias.
Os reforços militares buscam preparar as forças armadas para exercícios futuros no Ártico, afirmaram fontes de defesa europeias. Os contingentes são modestos. A Alemanha, por exemplo, enviará 13 soldados, e a Holanda, apenas um militar.
Trump fala em anexar a Groenlândia desde que voltou ao poder, há quase um ano. Mas elevou o tom após o ataque americano na Venezuela, com o qual depôs o presidente Nicolás Maduro.
Para tentar apaziguar os Estados Unidos, a primeira-ministra dinamarquesa afirmou que "há um consenso dentro da aliança da Otan em que uma presença reforçada no Ártico é crucial para a segurança da Europa e da América do Norte".
Copenhague destaca que investiu quase 14 bilhões de dólares (aproximadamente R$ 75 bilhões) na segurança do Ártico, embora Trump tenha ironizado a iniciativa: "Digam à Dinamarca que saiam daí, JÁ! Dois trenós de cães não bastam!".
A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, chamou hoje de "mito" as alegações de que seu país representa uma "ameaça" à Groenlândia.
A primeira-ministra da Dinamarca anunciou hoje que receberá amanhã e depois, com seu colega da Groenlândia, uma delegação de congressistas americanos composta por democratas e republicanos. A delegação busca discutir o fortalecimento da segurança no Ártico e o aprofundamento das relações comerciais, informou o senador democrata Chris Coons.
L.Meier--VB