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Trump diz que 'vai tentar' ir ao Egito para assinatura de acordo sobre Gaza
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quinta-feira (9) que vai tentar viajar ao Egito para a assinatura do acordo de cessar-fogo e libertação dos reféns entre Israel e o Hamas.
Em reunião de gabinete na Casa Branca, Trump disse que o acordo "pôs fim à guerra na Faixa de Gaza" e conduzirá a uma paz mais ampla no Oriente Médio.
"Vou tentar viajar" ao Egito, disse o presidente. "Vamos tentar chegar lá, e estamos trabalhando no momento exato" para fazê-lo, declarou, acrescentando que a prioridade era o retorno dos últimos reféns, que, segundo ele, seriam libertados até terça-feira.
Sobre esse tema, o presidente americano reconheceu que os corpos de alguns reféns seriam "um pouco difíceis de encontrar". Também afirmou que "ninguém será obrigado a deixar a Faixa de Gaza".
Trump informou que autoridades israelenses lhe pediram que discursasse no parlamento israelense. "Dei meu consentimento. Esta é a primeira vez que um presidente faz isso, o que torna tudo muito interessante", comentou.
Três chefes de Estado americanos já se dirigiram a uma sessão plenária do Knesset: Jimmy Carter, em 1979; Bill Clinton, em 1994; e George W. Bush, em 2008.
Trump também garantiu que haverá um "desarmamento" e uma "retirada" de tropas em uma próxima fase do acordo sobre Gaza.
L.Stucki--VB