-
Alex Bodi ve Prof. Dr. Stefan Haupt, Romanya’daki efsanevi sanat koleksiyonu için işbirliği anlaşması imzaladı
-
Alex Bodi a prof. dr. Stefan Haupt se dohodli na spolupráci na legendární umělecké sbírce v Rumunsku
-
Alex Bodi i prof. dr Stefan Haupt uzgodnili współpracę w sprawie legendarnej kolekcji dzieł sztuki w Rumunii
-
알렉스 보디와 슈테판 하우프트 교수, 루마니아의 전설적인 미술품 컬렉션을 위한 협력 합의
-
Ataques russos deixam dois mortos na capital da Ucrânia
-
'Medo de sair': violência assusta moradores de cidade turística na Colômbia
-
Anthropic apresenta descobertas biológicas impulsionadas por IA
-
Premier da Austrália afirma que OpenAI hackeou site do governo
-
Delcy afirma na ONU que haverá eleições na Venezuela
-
Presidente chinês chega a Washington para uma aguardada cúpula com Trump
-
Presidente do Irã afirma a Trump que seu país não se 'ajoelhará'
-
Executivos pedem na ONU cautela no desenvolvimento da IA
-
Juiz examina proibição de Trump a veículos de comunicação na Casa Branca
-
Panamá pede à ONU apoio para projeto vital para Canal
-
Kimi Antonelli chega ao GP do Azerbaijão de F1 de olho no título, mas com pés no chão
-
Ataques russos deixam sete mortos na Ucrânia; Zelensky promete atacar no inverno
-
Parlamento venezuelano apoia presença de presidente interina na ONU
-
CEO da OpenAI pede na ONU 'cuidado extremo' com a IA
-
Grande Mesquita de Paris dedicará sermão de sexta-feira à visita do papa
-
Zelensky acusa Rússia de recrutar soldados de 47 nacionalidades
-
Rio de Janeiro bate recorde de chuvas em setembro
-
Verstappen descarta participar das 24 Horas de Le Mans em 2027
-
Houthis ameaçam atacar interesses americanos se EUA apoiar Arábia Saudita
-
Manchester United registra novo déficit, apesar de receita recorde
-
Estudo alerta que El Niño pode causar 451 mil mortes adicionais no mundo até fevereiro
-
Pilotos da F1 questionam decisão da FIA de reduzir duração das corridas em 2027
-
Harvey Weinstein é condenado a 15 anos de prisão por agressão sexual
-
Cristiano Ronaldo diz que não pensa em aposentadoria da seleção portuguesa
-
Comércios fechados em cidade turística da Colômbia após violência do narcotráfico
-
Meia dinamarquês Christian Eriksen rescinde com o Wolfsburg
-
Presidente do Irã adverte Trump que seu país jamais se 'ajoelhará'
-
Harvey Weinstein é condenado a 15 anos de prisão após repetição de julgamento por agressão sexual
-
Almada e Foyth são cortados da seleção argentina por lesão
-
Milei diz que ONU é 'organização inútil' que alimenta 'casta de parasitas'
-
Alonso diz que carros híbridos estão acabando com pilotagem clássica da F1
-
Internacional anuncia Eduardo Baptista como novo técnico
-
Trump e Rodríguez conversaram sobre reestruturação da dívida venezuelana, afirma Rubio
-
Presidente do Irã alerta Trump na ONU que seu país não 'se ajoelhará'
-
Pela primeira vez, OSCE não foi convidada a observar as eleições nos EUA
-
Ataques russos contra instalações civis na Ucrânia deixam ao menos sete mortos
-
Isack Hadjar renova contrato com a Red Bull para 2027
-
Documentos questionam álibi de Hitler sobre morte suspeita de sobrinha
-
أليكس بودي والبروفيسور الدكتور شتيفان هاوبت يتفقان على التعاون من أجل مجموعة فنية أسطورية في رومانيا
-
アレックス・ボディ氏とシュテファン・ハウプト教授、ルーマニアの伝説的な美術コレクションをめぐり提携に合意
-
亞歷克斯·博迪與史蒂芬·豪普特教授就羅馬尼亞傳奇藝術收藏達成合作協議
-
Алекс Боді та проф. д-р Стефан Гаупт домовилися про співпрацю щодо легендарної колекції мистецтва в Румунії
-
Алекс Боди и проф. д-р Стефан Хаупт договорились о сотрудничестве в рамках легендарной коллекции произведений искусства в Румынии
-
Alex Bodi și prof. dr. Stefan Haupt încheie un acord de cooperare pentru o colecție de artă legendară în România
-
Alex Bodi e o Prof. Dr. Stefan Haupt acordam cooperação para uma coleção de arte lendária na Roménia
-
Justiça francesa confirma julgamento de jogador marroquino Achraf Hakimi por estupro
Trump abandonará prematuramente cúpula do G7 após pedir evacuação de Teerã
O presidente de Estados Unidos, Donald Trump, deixará prematuramente na noite desta segunda-feira (16) a cúpula do G7 no Canadá, onde mostrou-se mais envolvido no conflito entre Israel e Irã e, inclusive, pediu para que Teerã fosse evacuada.
Depois de um dia de reuniões com líderes do Grupo dos Sete (G7) na localidade canadense de Kananaski, Trump recorreu à sua rede Truth Social para apoiar Israel e lançar um alerta para a evacuação de Teerã, cidade com cerca de 10 milhões de habitantes.
"Todos deveriam deixar Teerã imediatamente!", escreveu Trump.
Pouco depois, a Casa Branca informou que o dirigente deixaria a cúpula um dia antes do previsto pela crise entre Israel, seu aliado, e o Irã.
"Devido aos acontecimentos no Oriente Médio, o presidente Trump partirá esta noite após o jantar com os chefes de Estado", escreveu a secretária de imprensa Karoline Leavitt na rede social X.
Trump tinha reuniões previstas com líderes de México e Ucrânia para a terça-feira.
Em diversas ocasiões, Trump não quis dizer se os Estados Unidos participarão da ofensiva militar de Israel, mas garante que não esteve envolvido nos bombardeios iniciais que o Exército israelense lançou na sexta-feira sobre instalações militares e nucleares iranianas.
Antes do anúncio de sua partida prematura, Trump afirmou, em termos vagos, que um "acordo" será firmado sobre o conflito entre Irã e Israel.
"Acho que é idiota da parte do Irã não firmar", disse Trump. "Na realidade, o Irã já está na mesa de negociações, querem chegar a um acordo, assim que eu sair daqui faremos alguma coisa", acrescentou.
O Canadá, anfitrião da cúpula presidencial, organizou o encontro em um resort nas Montanhas Rochosas de Kananaskis para disfarçar as divergências dentro do bloco das principais democracias industriais, um evento que marca o retorno de Trump ao cenário global.
Por ora, nada faz pensar que a reunião do G7, formado por Alemanha, Reino Unido, Canadá, Estados Unidos, França, Itália e Japão, desemboque em uma declaração conjunta sobre o conflito.
"Caberá aos americanos decidir", reconheceu um porta-voz do governo alemão.
Trump, que elogiou os ataques israelenses apesar de sua declarada preferência pela diplomacia, disse mais cedo acreditar que um acordo negociado ainda é "alcançável".
Israel atacou importantes instalações nucleares e militares e matou altos comandantes e cientistas nucleares no Irã, que respondeu com sua própria ofensiva de drones e mísseis contra Israel.
– Pressão sobre o Irã –
O chanceler alemão, Friedrich Merz, afirmou que um texto proposto pelos europeus colocaria a responsabilidade pelo atual conflito sobre o Irã.
"Reiteraremos que o Irã nunca deve possuir material que lhe permita produzir armas nucleares", insistiu.
"Ressaltaremos o direito legítimo do Estado de Israel à autodefesa e também discutiremos possíveis medidas adicionais para alcançar uma solução diplomática", acrescentou.
De forma incomum, o Japão — que tem relações históricas com o Irã — se distanciou de seus aliados ocidentais e é a única nação do G7 que criticou Israel por essa guerra.
Os ataques de Israel enquanto a diplomacia ainda estava em andamento foram "completamente inaceitáveis e profundamente lamentáveis", declarou o ministro das Relações Exteriores do Japão, Takeshi Iwaya.
Por sua vez, o presidente francês, Emmanuel Macron, considerou que forçar uma mudança de regime no Irã seria um "erro estratégico" e pediu "o fim" dos ataques contra os civis iranianos e israelenses.
Desde que Trump se retirou de um acordo nuclear anterior em 2018, o Irã intensificou o enriquecimento de urânio, mas ainda não chegou a níveis que permitiriam a construção de uma bomba nuclear. Sabe-se amplamente que Israel possui armas nucleares, embora não reconheça isso publicamente.
– A espinhosa questão tarifária –
A cúpula acontece após meses de agitação no cenário global com o retorno de Trump. O objetivo de muitos dos líderes presentes na reunião é desativar sua ofensiva comercial.
O presidente republicano prometeu tarifas generalizadas tanto para aliados quanto para adversários, embora tenha adiado sua implementação até 9 de julho.
Até agora, o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, conseguiu evitar uma demonstração de divisão, mas as diferenças persistem e são profundas, sobretudo em matéria de comércio.
Segundo fontes próximas às conversas, durante uma reunião de trabalho, Macron, Starmer e a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, instaram o republicano a declarar o fim das hostilidades tarifárias, sob o argumento de que a China se beneficiava dessas tensões. Não se sabe se Trump se mostrou receptivo a essa ideia.
Ao anunciar que havia conseguido novos avanços com o Reino Unido, o presidente americano disse sobre os britânicos: "Eu gosto deles, são a melhor proteção."
Starmer, presente a seu lado, indicou que os documentos firmados nesta segunda permitiam "implementar" acordos sobre automóveis e aeronáutica em particular.
Os convidados da cúpula incluem México, Índia, África do Sul e Coreia do Sul — também afetados pelas tarifas.
Com a presença da presidente do México, Claudia Sheinbaum, o Canadá conseguiu reunir seus parceiros do tratado de livre comércio da América do Norte, o T-MEC.
C.Bruderer--VB