-
França vai enviar 'recursos militares' para proteger infraestrutura de energia saudita
-
Xi pede a Trump uma relação 'sem conflito' em visita aos EUA marcada por pompa
-
Alcaraz defende fim dos jogos de madrugada nos Grand Slams
-
Sem clube desde saída do Real Madrid, Alaba assina com a Udinese
-
Excluído dos shows de Ed Sheeran, Macklemore organiza turnê 'Free Palestine'
-
Messi merece se despedir "como quiser", diz Scaloni
-
CNN, MS NOW e Politico voltam à Casa Branca após ordem judicial
-
Gaza sofre 'a crise econômica mais grave' do mundo, alerta ONU
-
Ibrahima Konaté é cortado da seleção francesa por lesão
-
Russell domina treinos livres do GP do Azerbaijão de F1
-
Cidade turística da Colômbia reabre lojas após onda de violência do tráfico
-
Xi propõe a Trump 'controle humano' da inteligência artificial
-
Michelle Bolsonaro ganha espaço na direita
-
Audi confirma Bortoleto e Hülkenberg como pilotos para 2027
-
Em livro de memórias, Nobel da Paz iraniana conta dor de ter sido separada dos filhos
-
Casa Branca barra CNN, MS NOW e Politico apesar de ordem judicial
-
Nadador japonês de 17 anos bate recorde mundial dos 200m peito
-
Equador perde para Coreia do Sul na estreia de Gallardo
-
Deus e IA: o Vaticano se convida à mesa dos gigantes da tecnologia
-
Documentário israelense 'NAZA' estará disponível gratuitamente online
-
Amistosos da Seleção serão 'boa oportunidade' para os jovens, diz Ancelotti
-
Trump recebe Xi com todas as honras e garante que China também não quer barreiras à IA
-
Papa defende prevenção à mudança climática por 'justiça' social
-
Embaixador de Israel nos EUA afirma que seu filho luta pela vida
-
Isolado e na defensiva, Netanyahu discursa na Assembleia da ONU
-
Grécia volta a instar Reino Unido a devolver frisos do Partenon
-
Governo talibã afegão afirma que ataques do Paquistão mataram 4 civis
-
Ο Alex Bodi και ο καθηγητής Δρ. Stefan Haupt συμφωνούν σε συνεργασία για μια θρυλική συλλογή έργων τέχνης στη Ρουμανία
-
Rebeldes do norte da Etiópia anunciam 'guerra total' contra o governo
-
Juiz ordena que a Casa Branca restabeleça acesso a canais e site vetados por Trump
-
Coreia do Norte manterá armas nucleares 'para sempre', promete chanceler
-
Alex Bodi och prof. dr Stefan Haupt ingår samarbetsavtal om en legendarisk konstsamling i Rumänien
-
एलेक्स बोडी और प्रो. डॉ. स्टीफन हॉप्ट रोमानिया में एक पौराणिक कला संग्रह पर सहयोग करने के लिए सहमत हुए
-
อเล็กซ์ โบดี และศาสตราจารย์ ดร. สเตฟาน ฮาปท์ ตกลงร่วมมือกันในการจัดตั้งคอลเลกชันศิลปะอันเป็นตำนานในโรมาเนีย
-
Alex Bodi ve Prof. Dr. Stefan Haupt, Romanya’daki efsanevi sanat koleksiyonu için işbirliği anlaşması imzaladı
-
Alex Bodi a prof. dr. Stefan Haupt se dohodli na spolupráci na legendární umělecké sbírce v Rumunsku
-
Alex Bodi i prof. dr Stefan Haupt uzgodnili współpracę w sprawie legendarnej kolekcji dzieł sztuki w Rumunii
-
알렉스 보디와 슈테판 하우프트 교수, 루마니아의 전설적인 미술품 컬렉션을 위한 협력 합의
-
Ataques russos deixam dois mortos na capital da Ucrânia
-
'Medo de sair': violência assusta moradores de cidade turística na Colômbia
-
Anthropic apresenta descobertas biológicas impulsionadas por IA
-
Premier da Austrália afirma que OpenAI hackeou site do governo
-
Delcy afirma na ONU que haverá eleições na Venezuela
-
Presidente chinês chega a Washington para uma aguardada cúpula com Trump
-
Presidente do Irã afirma a Trump que seu país não se 'ajoelhará'
-
Executivos pedem na ONU cautela no desenvolvimento da IA
-
Juiz examina proibição de Trump a veículos de comunicação na Casa Branca
-
Panamá pede à ONU apoio para projeto vital para Canal
-
Kimi Antonelli chega ao GP do Azerbaijão de F1 de olho no título, mas com pés no chão
-
Ataques russos deixam sete mortos na Ucrânia; Zelensky promete atacar no inverno
Defesa Civil de Gaza relata 52 mortes em bombardeios de Israel
Israel emitiu alerta de evacuação para 14 bairros no norte da Faixa de Gaza, onde intensificou sua ofensiva, e a Defesa Civil do território registrou 52 mortes nesta quinta-feira (22) em bombardeios, apesar da pressão internacional.
A advertência à população foi emitida após a ONU relatar que enviou, na quarta-feira à noite, o equivalente a 90 caminhões de ajuda humanitária para a população de Gaza, após mais de dois meses e meio de um bloqueio total de Israel.
O Exército israelense alertou em uma mensagem em árabe sobre operações militares de grande intensidade em 14 áreas no norte de Gaza, onde afirmou que operam "organizações terroristas".
A Defesa Civil de Gaza relatou nesta quinta-feira 52 mortos em bombardeios israelenses em todo o território.
O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, cada vez mais pressionado pela comunidade internacional para interromper a guerra e facilitar a entrada de ajuda humanitária em larga escala, disse na quarta-feira que estava disposto a concordar com um cessar-fogo temporário.
No início da semana, Netanyahu afirmou que, "por razões diplomáticas", permitiria a entrada de ajuda no território, mas advertiu que Israel tomaria o controle de toda Gaza.
Na quarta-feira à noite, "as Nações Unidas recolheram cerca de 90 caminhões carregados na passagem de fronteira de Kerem Shalom e os enviaram à Faixa de Gaza", anunciou Stéphane Dujarric, porta-voz do secretário-geral da organização.
O escritório de comunicação do governo de Gaza, liderado pelo movimento islamista Hamas, confirmou a chegada de 87 caminhões de ajuda, que foram entregues a organizações internacionais e locais para atender às "necessidades humanitárias urgentes".
"Tenho mais medo da fome e das doenças do que dos bombardeios israelenses", declarou Hosam Abu Aida, um deslocado que nasceu em Beit Lahia.
Um Talal Al Masri, uma palestina de 53 anos residente na Cidade de Gaza, afirmou que "todo mundo está esperando ajuda", mas que não receberam nada.
A ONU alertou esta semana que o volume de ajuda enviado é "uma gota de água no oceano" de necessidades dos 2,4 milhões de habitantes de Gaza que, antes da guerra, recebiam diariamente quase 500 caminhões de suprimentos.
- Pressões externas -
Após quase dois meses de trégua, o Exército israelense retomou, em meados de março, a ofensiva contra Gaza e assumiu o controle de amplas faixas do território devastado pela guerra.
O governo israelense anunciou, no início de maio, um plano para a "conquista" de Gaza que exige o deslocamento interno da "maioria" de seus habitantes.
Desde sábado, o Exército realiza uma ofensiva de larga escala, com o objetivo de libertar os reféns que permanecem em cativeiro e eliminar o Hamas.
Mas "se houver uma opção para um cessar-fogo temporário, para libertar os reféns, estaremos prontos", declarou Netanyahu na quarta-feira.
Ao mesmo tempo, ele reiterou que "toda a Faixa de Gaza" estará sob o controle do Exército israelense ao final da ofensiva em curso.
A operação militar e o bloqueio à ajuda levaram países europeus a começar a adotar medidas contra Israel. O Reino Unido anunciou a suspensão das negociações para um tratado de livre comércio e a UE decidiu revisar seu acordo de cooperação.
As pressões "não desviarão Israel de seu caminho para defender sua existência e segurança", afirmou o Ministério das Relações Exteriores.
- Uma "realidade complexa" -
Para a diplomacia israelense, a UE mostra "uma falta de compreensão da realidade complexa que Israel enfrenta".
A guerra começou em 7 de outubro de 2023 com o ataque sem precedentes do Hamas contra o sul de Israel. A ofensiva matou 1.218 pessoas e 251 foram sequestradas, segundo dados israelenses.
A campanha de represália israelense contra Gaza causou pelo menos 53.762 mortes no estreito território palestino, segundo os dados do Ministério da Saúde do governo do Hamas, que a ONU considera confiáveis.
A guerra em Gaza gerou um aumento do antissemitismo. Dois funcionários da embaixada de Israel em Washington D.C. foram assassinados a tiros na noite de quarta-feira, em frente ao Museu Judaico da capital dos Estados Unidos, por um homem que gritou "Palestina livre" ao ser detido.
Estados Unidos, Reino Unido, França e Alemanha, entre outros países, condenaram o ataque.
D.Bachmann--VB