-
Multidão protesta em Madri contra despejo de mulher de 87 anos
-
Estilista Louise Trotter se consolida na Bottega Veneta
-
Venezuela liberta novos presos políticos após segunda rodada de diálogo
-
Em jogo com duas viradas, Espanha vence Inglaterra (3-2) na Liga das Nações
-
Modric comanda vitória da Croácia sobre República Tcheca (2-1) na Liga das Nações
-
'Tender Loving Care' ganha Concha de Ouro em San Sebastián
-
Argentina leva prêmio de melhor filme latino em San Sebastián
-
Trump rejeita plano iraniano para reabrir Estreito de Ormuz
-
Rússia acusa Europa de se opor a paz na Ucrânia
-
NFL toma conta do Maracanã, templo do futebol
-
Mbappé sofre hiperextensão do joelho e deve ficar afastado por duas semanas
-
Trump rejeita plano iraniano para reabrir o Estreito de Ormuz
-
Norris pede suspensão para Colapinto por ter provocado acidente no Azerbaijão
-
Alemanha escolhe Munique como candidata a sediar Jogos Olímpicos
-
Menino de 11 anos brilha nos eSports dos Jogos Asiáticos
-
Bombardeios de Rússia e Ucrânia deixam pelo menos sete mortos
-
EUA e China abrirão 'canal de comunicação' sobre IA após cúpula Trump-Xi
-
Papa celebra missa multitudinária na Champs-Elysées, em Paris
-
George Russell vence GP do Azerbaijão de F1; Antonelli é 5º
-
Sobe para seis o número de mortos em desabamento de prédio em Atenas
-
Corpos de turistas americanos são recuperados após prédio desabar em Atenas
Rússia diz que Ucrânia atacou um de seus aeródromos com 6 mísseis ATACMS dos EUA
A Ucrânia atacou um aeródromo no sul da Rússia na madrugada desta quarta-feira (11) com mísseis ATACMS de longo alcance fornecidos pelos EUA, informou o exército russo, que prometeu responder com “medidas apropriadas”.
“Foram usados seis mísseis balísticos ATACMS fabricados nos EUA. Dois dos mísseis foram abatidos pelo sistema de defesa aérea Pantsir, enquanto os outros foram desviados com equipamentos de guerra eletrônica”, informou o Ministério da Defesa russo.
A queda de fragmentos "causou feridos entre o pessoal" militar no local e "danificou" dois edifícios, acrescentou a instituição.
"Este ataque com armas de longo alcance ocidentais não ficará sem resposta e serão tomadas as medidas apropriadas", afirmou o ministério.
Recentemente, em resposta a bombardeios semelhantes, o presidente russo, Vladimir Putin, ameaçou bombardear os centros de decisão em Kiev e os países ocidentais que fornecem armas de longo alcance à Ucrânia com um míssil hipersônico experimental, chamado Oreshnik, capaz de carregar uma carga nuclear.
Um funcionário dos Estados Unidos, que pediu anonimato, alertou nesta quarta-feira que Moscou poderia atacar "nos próximos dias" o território da Ucrânia com esse míssil.
Até o momento, as autoridades ucranianas não reivindicaram nem comentaram sobre o suposto ataque.
Moscou manifestou sua indignação quando, no mês passado, os Estados Unidos autorizaram a Ucrânia a usar o sistema de mísseis ATACMS.
Em resposta aos frequentes bombardeios russos contra infraestruturas e cidades da Ucrânia, Kiev intensificou seus ataques contra locais militares e energéticos da Rússia, para perturbar a logística do exército de Moscou, que ocupa cerca de 20% do território ucraniano.
Diante dos bombardeios de Kiev, a Rússia lançou, em 21 de novembro, pela primeira vez, um míssil Oreshnik, em resposta, segundo Putin, ao uso, por Kiev, de armas ocidentais de longo alcance.
Esse míssil, desconhecido até então, pode alcançar qualquer lugar da Europa e poderia chegar à costa oeste dos Estados Unidos, de acordo com as características descritas pelo presidente russo, que prometeu avisar antes de lançá-lo.
B.Wyler--VB