-
Multidão protesta em Madri contra despejo de mulher de 87 anos
-
Estilista Louise Trotter se consolida na Bottega Veneta
-
Venezuela liberta novos presos políticos após segunda rodada de diálogo
-
Em jogo com duas viradas, Espanha vence Inglaterra (3-2) na Liga das Nações
-
Modric comanda vitória da Croácia sobre República Tcheca (2-1) na Liga das Nações
-
'Tender Loving Care' ganha Concha de Ouro em San Sebastián
-
Argentina leva prêmio de melhor filme latino em San Sebastián
-
Trump rejeita plano iraniano para reabrir Estreito de Ormuz
-
Rússia acusa Europa de se opor a paz na Ucrânia
-
NFL toma conta do Maracanã, templo do futebol
-
Mbappé sofre hiperextensão do joelho e deve ficar afastado por duas semanas
-
Trump rejeita plano iraniano para reabrir o Estreito de Ormuz
-
Norris pede suspensão para Colapinto por ter provocado acidente no Azerbaijão
-
Alemanha escolhe Munique como candidata a sediar Jogos Olímpicos
-
Menino de 11 anos brilha nos eSports dos Jogos Asiáticos
-
Bombardeios de Rússia e Ucrânia deixam pelo menos sete mortos
-
EUA e China abrirão 'canal de comunicação' sobre IA após cúpula Trump-Xi
-
Papa celebra missa multitudinária na Champs-Elysées, em Paris
-
George Russell vence GP do Azerbaijão de F1; Antonelli é 5º
-
Sobe para seis o número de mortos em desabamento de prédio em Atenas
-
Corpos de turistas americanos são recuperados após prédio desabar em Atenas
Justiça sul-coreana proíbe saída do país de comandantes da polícia por lei marcial
As autoridades da Coreia do Sul proibiram nesta terça-feira (10) a saída do país de três comandantes de alto escalão da polícia devido à imposição, por algumas horas na semana passada, de uma lei marcial pelo presidente Yoon Suk Yeol.
O presidente conservador, seus ex-ministros da Defesa e do Interior, o comandante responsável pela aplicação da lei marcial e o comandante de contrainteligência também são afetados pela medida.
As autoridades investigam o presidente e seus aliados próximos por possível "insurreição" ao declarar a lei marcial, revogada após algumas horas, depois que os deputados opositores votaram contra a medida, apesar da presença do exército na entrada do Parlamento.
Nesta terça-feira, a agência sul-coreana de notícias Yonhap informou que o comissário geral da Agência Nacional de Polícia, Cho Ji-ho, e outros dois comandantes da força de segurança também receberam proibições de sair do país.
Apesar do repúdio generalizado à lei marcial, Yoon conseguiu sobreviver no sábado a um processo de impeachment, depois que os deputados de seu partido boicotaram a votação.
Embora tenha maioria no Parlamento, a oposição precisava de algumas deserções do Partido do Poder Popular (PPP), legenda de Yoon, para alcançar os dois terços de votos necessários para aprovar a moção.
O partido conservador explicou que Yoon aceitou entregar o poder ao primeiro-ministro e ao líder do partido, o que a oposição chamou de "segundo golpe de Estado".
A imprensa sul-coreana informou que o PPP anunciará em breve um "plano para a renúncia" de Yoon, que poderia acontecer em fevereiro ou março.
B.Wyler--VB