-
Multidão protesta em Madri contra despejo de mulher de 87 anos
-
Estilista Louise Trotter se consolida na Bottega Veneta
-
Venezuela liberta novos presos políticos após segunda rodada de diálogo
-
Em jogo com duas viradas, Espanha vence Inglaterra (3-2) na Liga das Nações
-
Modric comanda vitória da Croácia sobre República Tcheca (2-1) na Liga das Nações
-
'Tender Loving Care' ganha Concha de Ouro em San Sebastián
-
Argentina leva prêmio de melhor filme latino em San Sebastián
-
Trump rejeita plano iraniano para reabrir Estreito de Ormuz
-
Rússia acusa Europa de se opor a paz na Ucrânia
-
NFL toma conta do Maracanã, templo do futebol
-
Mbappé sofre hiperextensão do joelho e deve ficar afastado por duas semanas
-
Trump rejeita plano iraniano para reabrir o Estreito de Ormuz
-
Norris pede suspensão para Colapinto por ter provocado acidente no Azerbaijão
-
Alemanha escolhe Munique como candidata a sediar Jogos Olímpicos
-
Menino de 11 anos brilha nos eSports dos Jogos Asiáticos
-
Bombardeios de Rússia e Ucrânia deixam pelo menos sete mortos
-
EUA e China abrirão 'canal de comunicação' sobre IA após cúpula Trump-Xi
-
Papa celebra missa multitudinária na Champs-Elysées, em Paris
-
George Russell vence GP do Azerbaijão de F1; Antonelli é 5º
-
Sobe para seis o número de mortos em desabamento de prédio em Atenas
-
Corpos de turistas americanos são recuperados após prédio desabar em Atenas
Catedral de Notre-Dame tem primeira missa cinco anos depois do incêndio
A restaurada Catedral de Notre-Dame de Paris celebrou sua primeira missa diante de uma plateia de líderes políticos e religiosos neste domingo (8), um dia após sua reabertura oficial e cinco anos depois do incêndio devastador que chocou o mundo.
“Nesta manhã, a tristeza de 15 de abril de 2019 foi apagada”, disse o arcebispo de Paris, Laurent Ulrich. É “um dia muito especial em que a catedral de Paris recupera seu esplendor, como ninguém jamais o conheceu antes”, acrescentou ele diante de cerca de 2.500 pessoas na catedral reformada.
A missa, que incluiu a bênção da água, a consagração do altar, leituras bíblicas, a colocação das relíquias, a bênção do tabernáculo e o rito da paz, durou mais de duas horas.
Às 18h30 (14h30 em Brasília), será celebrada uma segunda missa, dessa vez para o público em geral, que só poderá acompanhar mediante reserva antecipada.
Como no dia anterior, vários chefes de Estado estiveram presentes neste domingo, incluindo o presidente francês, Emmanuel Macron.
Também compareceram 150 pessoas que vivem em condições precárias, que foram convidadas para almoçar, 150 bispos e um padre de cada uma das 106 paróquias de Paris e das sete igrejas católicas de rito oriental.
Macron, que fez um discurso dentro da catedral no sábado, não comungou, respeitando a separação entre Igreja e Estado na França.
- "Hoje é para nós” -
Após a reabertura da igreja no sábado, um número menor de pessoas compareceu no domingo para assistir à missa nos telões instalados diante do monumento.
“Chorei muito há cinco anos porque estava pegando fogo”, admitiu Monique Kashale, 75 anos, que veio de Kinshasa, na República Democrática do Congo, para acompanhar o evento.
O incêndio devastador em 15 de abril de 2019, dia da celebração da Imaculada Conceição da Virgem Maria, chocou o mundo.
“Ontem foi para os políticos, mas hoje é para nós, o povo. Por isso, agradecemos ao Senhor”, acrescentou.
Dentro da catedral, Patrick Orhand, um voluntário de 68 anos, queria “prestar homenagem a todas as pessoas que colocaram toda a sua energia na restauração de Notre-Dame”.
Até o próximo fim de semana, a diocese celebrará missas diárias, às 10h30 e às 18h30, no horário local.
Um dos destaques da semana será o retorno da coroa de espinhos a Notre-Dame na sexta-feira.
Os visitantes que desejarem admirar o interior da catedral sem assistir à missa poderão entrar no edifício a partir de segunda-feira, às 15h30, também mediante reserva.
Após as cerimônias de reabertura, a diocese de Paris espera receber entre 14 e 15 milhões de visitantes por ano.
As medidas excepcionais de segurança foram mantidas neste domingo, com 6.000 policiais e gendarmes mobilizados.
T.Zimmermann--VB