-
Multidão protesta em Madri contra despejo de mulher de 87 anos
-
Estilista Louise Trotter se consolida na Bottega Veneta
-
Venezuela liberta novos presos políticos após segunda rodada de diálogo
-
Em jogo com duas viradas, Espanha vence Inglaterra (3-2) na Liga das Nações
-
Modric comanda vitória da Croácia sobre República Tcheca (2-1) na Liga das Nações
-
'Tender Loving Care' ganha Concha de Ouro em San Sebastián
-
Argentina leva prêmio de melhor filme latino em San Sebastián
-
Trump rejeita plano iraniano para reabrir Estreito de Ormuz
-
Rússia acusa Europa de se opor a paz na Ucrânia
-
NFL toma conta do Maracanã, templo do futebol
-
Mbappé sofre hiperextensão do joelho e deve ficar afastado por duas semanas
-
Trump rejeita plano iraniano para reabrir o Estreito de Ormuz
-
Norris pede suspensão para Colapinto por ter provocado acidente no Azerbaijão
-
Alemanha escolhe Munique como candidata a sediar Jogos Olímpicos
-
Menino de 11 anos brilha nos eSports dos Jogos Asiáticos
-
Bombardeios de Rússia e Ucrânia deixam pelo menos sete mortos
-
EUA e China abrirão 'canal de comunicação' sobre IA após cúpula Trump-Xi
-
Papa celebra missa multitudinária na Champs-Elysées, em Paris
-
George Russell vence GP do Azerbaijão de F1; Antonelli é 5º
-
Sobe para seis o número de mortos em desabamento de prédio em Atenas
-
Corpos de turistas americanos são recuperados após prédio desabar em Atenas
Invasão russa da Ucrânia é 'desastre vergonhoso para a humanidade', lamenta o papa
O papa Francisco comentou, nesta quarta-feira (20), sobre os mil dias desde o início da invasão russa da Ucrânia, qualificando como um "aniversário trágico" e "um desastre vergonhoso para a humanidade", na presença da primeira-dama ucraniana, Olena Zelenska.
"Ontem marcou mil dias desde a invasão da Ucrânia. Um aniversário trágico para as vítimas e as destruições que causou", declarou o papa argentino no final da sua audiência geral semanal no Vaticano.
"Mas ao mesmo tempo é um desastre vergonhoso para toda a humanidade", acrescentou diante dos milhares de fiéis reunidos na Praça de São Pedro, entre eles Olena Zelenska junto com as primeiras-damas da Armênia, Lituânia e Sérvia.
"Devemos permanecer próximos do martirizado povo ucraniano, implorar pela paz e trabalhar para que as armas deem lugar ao diálogo e o conflito à reconciliação", acrescentou o pontífice.
Jorge Bergoglio também leu uma carta que lhe foi enviada por um estudante ucraniano, na qual contava o drama da guerra e o sofrimento dos civis.
Desde a invasão da Ucrânia pela Rússia, em fevereiro de 2022, os múltiplos apelos do papa Francisco à paz não tiveram sucesso.
C.Bruderer--VB