-
Multidão protesta em Madri contra despejo de mulher de 87 anos
-
Estilista Louise Trotter se consolida na Bottega Veneta
-
Venezuela liberta novos presos políticos após segunda rodada de diálogo
-
Em jogo com duas viradas, Espanha vence Inglaterra (3-2) na Liga das Nações
-
Modric comanda vitória da Croácia sobre República Tcheca (2-1) na Liga das Nações
-
'Tender Loving Care' ganha Concha de Ouro em San Sebastián
-
Argentina leva prêmio de melhor filme latino em San Sebastián
-
Trump rejeita plano iraniano para reabrir Estreito de Ormuz
-
Rússia acusa Europa de se opor a paz na Ucrânia
-
NFL toma conta do Maracanã, templo do futebol
-
Mbappé sofre hiperextensão do joelho e deve ficar afastado por duas semanas
-
Trump rejeita plano iraniano para reabrir o Estreito de Ormuz
-
Norris pede suspensão para Colapinto por ter provocado acidente no Azerbaijão
-
Alemanha escolhe Munique como candidata a sediar Jogos Olímpicos
-
Menino de 11 anos brilha nos eSports dos Jogos Asiáticos
-
Bombardeios de Rússia e Ucrânia deixam pelo menos sete mortos
-
EUA e China abrirão 'canal de comunicação' sobre IA após cúpula Trump-Xi
-
Papa celebra missa multitudinária na Champs-Elysées, em Paris
-
George Russell vence GP do Azerbaijão de F1; Antonelli é 5º
-
Sobe para seis o número de mortos em desabamento de prédio em Atenas
-
Corpos de turistas americanos são recuperados após prédio desabar em Atenas
Trump escolhe ex-democrata como diretora de inteligência
O presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, nomeou nesta quarta-feira (13) como diretora de inteligência nacional a ex-democrata Tulsi Gabbard, que se opôs ao apoio americano à Ucrânia e já se reuniu com o presidente da Síria, Bashar al Assad.
Trump disse que Gabbard, uma veterana e ex-candidata democrata à Casa Branca, contribuirá com "o espírito intrépido que definiu sua ilustre carreira".
Gabbard agradeceu a Trump "a oportunidade de servir como membro de seu gabinete para defender a segurança e a liberdade do povo americano".
A ex-congressista havaiana mudou de lado para apoiar Trump no início deste ano, e o ajudou no debate contra Kamala Harris.
Durante muito tempo, ela manteve opiniões isolacionistas sobre política externa e abraçou uma série de teorias conspiratórias.
Em 2022, Gabbard fez afirmações falsas sobre a existência de laboratórios biológicos patrocinados pelos Estados Unidos na Ucrânia, parte da propaganda russa para justificar a invasão ao país vizinho naquele ano.
Ela também exigiu a retirada militar americana de Iraque e Síria durante sua campanha como pré-candidata à presidência em 2020.
Em 2019, Hillary Clinton disse que a Rússia estava preparando um democrata americano para que concorresse à presidência como candidato de um terceiro partido, comentários que aparentemente estavam dirigidos a Gabbard. Ela negou.
A ex-congressista também manteve um polêmico encontro em 2017 com o presidente sírio Assad, em plena guerra civil no país árabe.
G.Frei--VB