-
Brasil fecha competição de San Sebastián com 'Vicentina Pede Desculpas'
-
Rayan salva empate para Brasil contra Austrália e Ancelotti pede paciência
-
Conselho de Segurança da ONU condena ataques dos houthis contra Arábia Saudita
-
Russell garante a pole position no GP do Azerbaijão de F1
-
'Terror social' de Ricardo Alves Jr. estreia no Festival de San Sebastián
-
Prêmio literário francês retira livro de competição por suspeitas de uso de IA
-
Putin acredita que não pode 'recuar', afirma jornalista russo exilado
-
Rayan salva empate para o Brasil no primeiro amistoso pós-Copa do Mundo
-
Leão XIV alerta na França contra os 'desvios' da ciência e da IA
-
'Isso o deixou louco', diz única mulher que conseguiu condenar Trump por agressão sexual
-
Imigrantes 'contemplam suicídio' em acampamento na Grécia
-
Lula e Flávio Bolsonaro querem exército digital para conquistar as redes antes das eleições
-
Partido de Putin vence eleições legislativas russas por ampla margem
-
Zelensky diz que Trump lhe concederá licença para fabricar mísseis Patriot
-
Habitantes de Gaza se abrigam em prédios com risco de desabamento
-
Principais pontos das conversas entre Trump e Xi nos EUA
-
Irã propõe reabrir o Estreito de Ormuz em sete dias
-
Grandes ligas europeias exigem reforma na governança da Fifa
-
Zelensky afirma que Trump concordou em conceder a Kiev licenças para mísseis Patriot
-
Leão XIV chega à França para primeira visita de um papa em 18 anos
-
Guerra na Etiópia se intensifica em meio a combates e cortes na internet
-
Papa Leão XIV chega à França para visita há muito esperada
-
Xi visita Casa Branca e pede a Trump relação 'sem conflito'
-
Susan Sarandon é detida em Nova York durante protesto contra Netanyahu
-
EUA 'deve decidir' se quer encerrar guerra, diz presidente iraniano
-
EUA tenta apoiar Musk em batalha legal contra UE
-
Seleção holandesa de Xavi arranca empate com Alemanha de Klopp na Liga das Nações
-
Em tom combativo, Netanyahu dispara contra seus críticos na ONU
-
Portugal estreia na Liga das Nações com vitória sobre País de Gales
-
Com 2 de Haaland, Noruega vence Dinamarca (3-2) na Liga das Nações
-
França vai enviar 'recursos militares' para proteger infraestrutura de energia saudita
-
Xi pede a Trump uma relação 'sem conflito' em visita aos EUA marcada por pompa
-
Alcaraz defende fim dos jogos de madrugada nos Grand Slams
-
Sem clube desde saída do Real Madrid, Alaba assina com a Udinese
-
Excluído dos shows de Ed Sheeran, Macklemore organiza turnê 'Free Palestine'
-
Messi merece se despedir "como quiser", diz Scaloni
-
CNN, MS NOW e Politico voltam à Casa Branca após ordem judicial
-
Gaza sofre 'a crise econômica mais grave' do mundo, alerta ONU
-
Ibrahima Konaté é cortado da seleção francesa por lesão
-
Russell domina treinos livres do GP do Azerbaijão de F1
-
Cidade turística da Colômbia reabre lojas após onda de violência do tráfico
-
Xi propõe a Trump 'controle humano' da inteligência artificial
-
Michelle Bolsonaro ganha espaço na direita
-
Audi confirma Bortoleto e Hülkenberg como pilotos para 2027
-
Em livro de memórias, Nobel da Paz iraniana conta dor de ter sido separada dos filhos
-
Casa Branca barra CNN, MS NOW e Politico apesar de ordem judicial
-
Nadador japonês de 17 anos bate recorde mundial dos 200m peito
-
Equador perde para Coreia do Sul na estreia de Gallardo
Macron inicia consultas difíceis para nomear novo governo
O presidente da França, Emmanuel Macron, recebeu nesta sexta-feira (23) os líderes da coalizão de esquerda Nova Frente Popular (NFP), na primeira de suas complexas consultas políticas para nomear um novo governo quase dois meses após as eleições legislativas.
A França está em um limbo político desde as eleições de 30 de junho e 7 de julho, nas quais a NFP ficou em primeiro lugar, com 193 dos 577 cadeiras da Assembleia Nacional (Câmara Baixa), mas longe da maioria absoluta de 289.
"Estou disposta a construir coalizões, a debater com as demais forças políticas para tentar encontrar um caminho para garantir a estabilidade do país e responder às necessidades urgentes dos franceses", disse a candidata da esquerda ao cargo de primeira-ministra, Lucie Castets, após o encontro.
A NFP, formada por socialistas, comunistas, ecologistas e pelo partido de esquerda radical A França Insubmissa (LFI), pede a Macron que confie ao bloco a formação do governo, mas não há garantia de que o presidente de centro-direita tomará esta decisão após a série de reuniões no Palácio do Eliseu, em Paris.
Ao contrário dos países vizinhos, onde o poder dos chefes de Estado é mais protocolar, a França tem um regime semipresidencialista desde 1958 e Macron, que tem mandato até 2027, compartilha o poder Executivo com o governo, que pode ser de outra tendência política (a "coabitação").
Embora seja o único nome apresentado, Macron se recusou a designar Castets, que enfrentaria a ameaça de uma rápida moção de censura da centro-direita e da direita radical, e pediu a seu primeiro-ministro, Gabriel Attal, que continuasse no cargo até os Jogos Olímpicos de Paris.
A recusa em nomear "um primeiro-ministro de uma coalizão que ficou em primeiro lugar" é semelhante a "um golpe de Estado", declarou o líder comunista Fabien Roussel. O chefe de Estado "deve aceitar sua derrota", acrescentou o líder da LFI, Manuel Bompard, antes do encontro.
- Maioria difícil -
Alcançar a maioria absoluta será difícil na nova Assembleia Nacional. Além da NFP, a aliança de Macron conseguiu a eleição de 166 deputados, seguido pelo partido de extrema direita Reagrupamento Nacional (RN) e seus aliados (142) e pelo partido de direita tradicional Os Republicanos (LR, 47).
Além disso, a esquerda e o RN querem revogar a reforma previdenciária, uma das principais políticas de Macron. Nenhum partido quer uma aliança com a extrema direita e o LR, que apoiou o governo Macron em seus projetos cruciais na legislatura anterior, rejeita um governo de coalizão.
Porém, a pressão aumenta sobre o presidente de 46 anos, que provocou uma onda de choque na França com a inesperada antecipação das legislativas, previstas inicialmente para 2027, ao pedir um "esclarecimentos" aos eleitores após a vitória do RN nas eleições europeias.
Macron não pode dissolver novamente a Assembleia até julho de 2025, mas a apresentação do orçamento para o próximo ano, que deve chegar ao Parlamento em outubro, estabelece um prazo limite para a substituição do atual governo interino.
A líder ecologista Marine Tondelier, que criticou "uma forma de obstrução", pediu ao presidente uma decisão "até terça-feira", após as consultas nesta sexta-feira com os aliados de Macron e o LR, e na segunda-feira com a extrema direita de Marine Le Pen e Jordan Bardella.
R.Buehler--VB