-
Governo talibã afegão afirma que ataques do Paquistão mataram 4 civis
-
Ο Alex Bodi και ο καθηγητής Δρ. Stefan Haupt συμφωνούν σε συνεργασία για μια θρυλική συλλογή έργων τέχνης στη Ρουμανία
-
Rebeldes do norte da Etiópia anunciam 'guerra total' contra o governo
-
Juiz ordena que a Casa Branca restabeleça acesso a canais e site vetados por Trump
-
Coreia do Norte manterá armas nucleares 'para sempre', promete chanceler
-
Alex Bodi och prof. dr Stefan Haupt ingår samarbetsavtal om en legendarisk konstsamling i Rumänien
-
एलेक्स बोडी और प्रो. डॉ. स्टीफन हॉप्ट रोमानिया में एक पौराणिक कला संग्रह पर सहयोग करने के लिए सहमत हुए
-
อเล็กซ์ โบดี และศาสตราจารย์ ดร. สเตฟาน ฮาปท์ ตกลงร่วมมือกันในการจัดตั้งคอลเลกชันศิลปะอันเป็นตำนานในโรมาเนีย
-
Alex Bodi ve Prof. Dr. Stefan Haupt, Romanya’daki efsanevi sanat koleksiyonu için işbirliği anlaşması imzaladı
-
Alex Bodi a prof. dr. Stefan Haupt se dohodli na spolupráci na legendární umělecké sbírce v Rumunsku
-
Alex Bodi i prof. dr Stefan Haupt uzgodnili współpracę w sprawie legendarnej kolekcji dzieł sztuki w Rumunii
-
알렉스 보디와 슈테판 하우프트 교수, 루마니아의 전설적인 미술품 컬렉션을 위한 협력 합의
-
Ataques russos deixam dois mortos na capital da Ucrânia
-
'Medo de sair': violência assusta moradores de cidade turística na Colômbia
-
Anthropic apresenta descobertas biológicas impulsionadas por IA
-
Premier da Austrália afirma que OpenAI hackeou site do governo
-
Delcy afirma na ONU que haverá eleições na Venezuela
-
Presidente chinês chega a Washington para uma aguardada cúpula com Trump
-
Presidente do Irã afirma a Trump que seu país não se 'ajoelhará'
-
Executivos pedem na ONU cautela no desenvolvimento da IA
-
Juiz examina proibição de Trump a veículos de comunicação na Casa Branca
-
Panamá pede à ONU apoio para projeto vital para Canal
-
Kimi Antonelli chega ao GP do Azerbaijão de F1 de olho no título, mas com pés no chão
-
Ataques russos deixam sete mortos na Ucrânia; Zelensky promete atacar no inverno
-
Parlamento venezuelano apoia presença de presidente interina na ONU
-
CEO da OpenAI pede na ONU 'cuidado extremo' com a IA
-
Grande Mesquita de Paris dedicará sermão de sexta-feira à visita do papa
-
Zelensky acusa Rússia de recrutar soldados de 47 nacionalidades
-
Rio de Janeiro bate recorde de chuvas em setembro
-
Verstappen descarta participar das 24 Horas de Le Mans em 2027
-
Houthis ameaçam atacar interesses americanos se EUA apoiar Arábia Saudita
-
Manchester United registra novo déficit, apesar de receita recorde
-
Estudo alerta que El Niño pode causar 451 mil mortes adicionais no mundo até fevereiro
-
Pilotos da F1 questionam decisão da FIA de reduzir duração das corridas em 2027
-
Harvey Weinstein é condenado a 15 anos de prisão por agressão sexual
-
Cristiano Ronaldo diz que não pensa em aposentadoria da seleção portuguesa
-
Comércios fechados em cidade turística da Colômbia após violência do narcotráfico
-
Meia dinamarquês Christian Eriksen rescinde com o Wolfsburg
-
Presidente do Irã adverte Trump que seu país jamais se 'ajoelhará'
-
Harvey Weinstein é condenado a 15 anos de prisão após repetição de julgamento por agressão sexual
-
Almada e Foyth são cortados da seleção argentina por lesão
-
Milei diz que ONU é 'organização inútil' que alimenta 'casta de parasitas'
-
Alonso diz que carros híbridos estão acabando com pilotagem clássica da F1
-
Internacional anuncia Eduardo Baptista como novo técnico
-
Trump e Rodríguez conversaram sobre reestruturação da dívida venezuelana, afirma Rubio
-
Presidente do Irã alerta Trump na ONU que seu país não 'se ajoelhará'
-
Pela primeira vez, OSCE não foi convidada a observar as eleições nos EUA
-
Ataques russos contra instalações civis na Ucrânia deixam ao menos sete mortos
-
Isack Hadjar renova contrato com a Red Bull para 2027
-
Documentos questionam álibi de Hitler sobre morte suspeita de sobrinha
Blinken insta Hamas a aceitar plano de trégua em Gaza, onde os combates não cessam
A guerra entre Israel e Hamas em Gaza não cessou na terça-feira (11), apesar dos esforços dos Estados Unidos, cujo secretário de Estado defendeu um plano de cessar-fogo em uma conferência na Jordânia destinada a angariar ajuda humanitária para os palestinos.
Antony Blinken, que realiza sua oitava viagem ao Oriente Médio desde o início do conflito há oito meses, instou o movimento islamista palestino a aceitar a trégua e o plano de libertação de reféns, que recebeu o apoio do Conselho de Segurança da ONU.
Durante a visita a Israel, o secretário de Estado ressaltou que o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, "reiterou o compromisso" com a proposta de cessar-fogo em Gaza apresentada em 31 de maio pelo presidente americano, Joe Biden.
Blinken também chamou de "sinal de esperança" a reação Hamas, que celebrou na segunda-feira a aprovação de uma resolução pelo Conselho de Segurança da ONU que respalda o plano.
"Todo mundo disse sim, exceto o Hamas", afirmou Blinken, antes de destacar que se o grupo islamista não aceitar a proposta, o fracasso seria "claramente" sua responsabilidade.
O Hamas, no poder em Gaza desde 2007, saudou uma resolução aprovada pelo Conselho de Segurança da ONU no dia anterior que apoiava o plano de trégua e vista por Blinken como um “sinal de esperança”.
O chefe da diplomacia americana continuou o giro pelo Oriente Médio na Jordânia, onde anunciou um novo auxílio de Washington no valor 404 milhões de dólares (R$ 2,1 bilhão) para os palestinos, destinado a amenizar a crise humanitária que assola o estreito território.
Israel ordenou um cerco “completo” a Gaza em 9 de outubro, dificultando a entrada de alimentos, água, medicamentos e combustível.
O único alívio para esta população de 2,4 milhões de habitantes, que sofre com os constantes bombardeios israelenses, vem da entrada ocasional de ajuda.
- "O horror deve parar" -
“O horror deve parar”, disse o secretário-geral da ONU, António Guterres, na Jordânia.
"A velocidade e a magnitude da carnificina em Gaza excedem tudo o que vi nos meus anos como secretário-geral", disse ele na conferência internacional de ajuda, realizada às margens do mar Morto.
A Espanha anunciou que vai mobilizar 17 milhões de dólares (R$ 91 milhões) em ajuda, e a Indonésia disse estar disposta a enviar equipes médicas, um hospital de campanha, um navio-hospital, e evacuar 1.000 pacientes.
O objetivo da viagem de Blinken é promover o plano de trégua e libertação de reféns anunciado por Biden, que na segunda-feira recebeu o apoio do Conselho de Segurança da ONU com 14 votos a favor e a abstenção da Rússia.
Este plano contempla em uma primeira fase um cessar-fogo “imediato e completo”, a troca de reféns por prisioneiros palestinos, a retirada do Exército israelense das zonas densamente povoadas de Gaza e a entrada de ajuda humanitária.
O Hamas disse que recebeu “favoravelmente” alguns dos elementos incluídos na resolução e sublinhou “a sua vontade de cooperar” com mediadores para retomar as negociações indiretas com Israel.
Mas o grupo também recordou as suas exigências de um cessar-fogo permanente e de uma retirada completa das forças israelenses de Gaza.
Em Israel, além de Netanyahu, o secretário de Estado americano reuniu-se com Benny Gantz, rival centrista do primeiro-ministro que recentemente se demitiu do gabinete de guerra, e com o líder da oposição, Yair Lapid.
A guerra eclodiu em 7 de outubro, quando milicianos islamistas mataram 1.194 pessoas e sequestraram 251 no sul de Israel, segundo um relatório da AFP baseado em dados oficiais.
O Exército israelense estima que 116 reféns permanecem cativos em Gaza, incluindo 41 que estariam mortos.
A operação lançada por Israel contra Gaza deixou 37.164 mortos, segundo o Ministério da Saúde do governo liderado pelo Hamas.
- "Esta guerra destruiu nossas vidas" -
As hostilidades continuam no campo de batalha com os bombardeios israelenses que, segundo fontes hospitalares, deixaram vários mortos no centro da Faixa, onde as tropas de Israel concentraram suas ações na última semana.
O Exército israelense anunciou que quatro dos seus soldados morreram na segunda-feira em combates no sul do território palestino.
Estas baixas elevam para 298 o número de mortos nas tropas israelenses durante a ofensiva terrestre contra Gaza, que começou em 27 de outubro.
Perante múltiplas pressões, Netanyahu insiste no seu objetivo de eliminar o Hamas, considerado uma “organização terrorista” por Israel, Estados Unidos e União Europeia.
A estratégia militar ganhou fôlego após a operação no sábado que permitiu o resgate de quatro reféns no campo de refugiados de Nuseirat, uma ofensiva que, segundo o governo do Hamas, custou a vida de 274 palestinos.
A ONU afirmou nesta terça-feira que estava “profundamente chocada” com o custo civil desta operação e “profundamente consternada” pelo fato de que grupos armados palestinos continuem com reféns em cativeiro.
"Esta guerra destruiu nossas vidas. Não há comida, não há nada para beber, há cerco e destruição por toda parte", disse à AFP Soad Al Qanou, uma mulher que faz todo o possível para salvar seu filho, desnutrido, em um acampamento de refugiados em Jabaliya, no norte de Gaza
J.Sauter--VB