-
Segundo navio reporta impacto nas águas de Ormuz, diz agência britância
-
Principais emissoras de TV dos EUA suspendem cobertura conjunta de Trump em apoio à CNN
-
Partido alemão de extrema esquerda rejeita acusações de antissemitismo
-
Merz promete seguir governando pelo 'futuro democrático' da Alemanha
-
Incêndio que ameaça joia turística da Colômbia está parcialmente sob controle
-
Extrema direita afirma que é o 'partido do povo' na Alemanha e prevê queda de Merz
-
Merz promete manter governo pelo 'futuro democrático' da Alemanha
-
'Lofi Girl', um fenômeno mundial no YouTube com música relaxante
-
Partido de Putin conquista supermaioria nas eleições parlamentares
-
CNN, MS NOW e Politico vão processar governo Trump por impedi-los de entrar na Casa Branca
-
Leão XIV, o americano reservado que começa a afirmar seu estilo
-
Luis de la Fuente renova contrato com a seleção espanhola até 2032
-
Exterma direita afirma que é o 'partido do povo' na Alemanha e prevê queda de Merz
-
Samlingen Haupt: Vad pengar avslöjar om oss människor
-
Haupt Koleksiyonu: Paranın Biz İnsanlar Hakkında Anlattıkları
-
Modelo Presley Gerber, filho de Cindy Crawford, morre aos 27 anos
-
हॉप्त् कलेक्शन: पैसा हमारे बारे में एक इंसान के रूप में क्या प्रकट करता है
-
Συλλογή Haupt: Τι αποκαλύπτει το χρήμα για εμάς τους ανθρώπους
-
ハウプト・コレクション:お金が人間について明かすこと
-
하우프트 컬렉션: 돈이 우리 인간에 대해 드러내는 것
-
Колекція Гаупта: Що гроші розповідають про нас, людей
-
Sbírka Haupt: Co o nás lidech prozrazují peníze
-
Estados Unidos deportaram mais de 25.000 pessoas para terceros países sob acordos sigilosos
-
Venezuelano é baleado durante operação do ICE no Texas
-
مجموعة هاوبت: ما يكشفه المال عنا نحن البشر
-
豪普特收藏:金錢如何揭露人類的本質
-
Colecția Haupt: Ce ne dezvăluie banii despre noi, oamenii
-
Kolekcja Haupta: Co pieniądze mówią o nas, ludziach
-
Coleção Haupt: O que o dinheiro revela sobre nós, seres humanos
-
Partido de Putin desponta como vencedor em eleições russas marcadas por ataque ucraniano
-
Merz enfrenta novas pressões após duras derrotas eleitorais na Alemanha
-
Secretário do Tesouro dos EUA exalta sucesso da reunião com a China sobre comércio e IA
-
Exército de Israel detém suposto autor de ataque mortal contra colono na Cisjordânia
-
Juventus e Milan se aproximam dos líderes no Campeonato Italiano
-
Presidente interina da Venezuela vai participar da Assembleia Geral da ONU
-
PSG vence clássico e afunda Olympique na zona de rebaixamento; Monaco segue líder
-
Incêndio ameaça joia turística dos Andes colombianos
-
Economia do Irã desaba durante a guerra no Oriente Médio
-
Juventus vence Atalanta e se aproxima dos líderes no Italiano
-
Espanhol "La Bola Negra" ganha prêmio principal do Festival de Toronto
-
Avanços da extrema direita e da extrema esquerda em eleições regionais abalam governo Merz
-
City vence Sunderland em jogo eletrizante e se isola na liderança do Inglês
-
Presidente nega ter "política de vingança" contra tribunal de paz da Colômbia
-
França, Canadá, EUA e China devem "unir forças" por uma IA "segura", diz premiê canadense
-
Ataque maciço ucraniano atinge Moscou no encerramento das legislativas
-
Lille perde para Nice e liderança do Francês fica com o Monaco
-
Avanços da extrema direita e da extrema esquerda nas eleições regionais abalam o governo Merz
-
Real Madrid perde para Atlético e deixa Barcelona escapar na liderança do Espanhol
Avisos das autoridades sobre possível guerra causam preocupação na Suécia
Lucidez, ou alarmismo? As advertências do Exército e do governo da Suécia de que é necessário se preparar para uma possível guerra suscitaram intenso debate, compras de emergência e uma maior ansiedade entre as crianças.
A Suécia costuma enviar tropas para missões de paz no exterior. Mas o país nórdico, candidato à Otan desde maio de 2022, não se envolve em um conflito armado desde as guerras napoleônicas do século XIX.
No último domingo, porém, o ministro da Defesa Civil, Carl-Oskar Bohlin, lançou a mensagem de que "pode haver uma guerra na Suécia".
O comandante das Forças Armadas suecas, Micael Byden, pronunciou-se nessa mesma linha esta semana, mostrando casas queimadas e bombardeadas na Ucrânia.
"Vocês acham que isso poderia ser a Suécia?", disse ele, esclarecendo que sua pergunta não era retórica.
"A guerra da Rússia contra a Ucrânia é uma etapa, e não um objetivo final. O objetivo é estabelecer uma esfera de influência e destruir a ordem mundial baseada em regras", acrescentou.
O chefe do Exército insistiu, então, em que os suecos "devem se preparar mentalmente para uma guerra".
Além de sua candidatura à Otan, a Suécia assinou no início de dezembro um acordo que autoriza o acesso dos Estados Unidos a 17 bases militares em seu território.
- Crianças angustiadas -
Como resultado destas declarações, a ONG Bris, que defende os direitos das crianças, afirmou ter observado um aumento significativo no número de chamadas para o seu número de telefone de emergência por parte de menores preocupados com a possibilidade de haver uma guerra em seu país.
"Esta informação agravou o nível de ansiedade de muitas crianças", resume o secretário-geral da associação, Magnus Jagerskog.
Várias redes de lojas disseram ter observado um aumento nas compras de objetos como rádios, galões de gasolina e botijões de gás portáteis para camping.
Na classe política, as declarações do Exército e do governo suscitaram intenso debate.
"A situação é grave, mas também é importante esclarecer que a guerra não está na nossa porta", disse Magdalena Andersson, líder dos sociais-democratas suecos e ex-primeira-ministra.
O comentarista de esquerda Goran Greider considerou que as advertências das Forças Armadas mostram mais, na verdade, "um desejo secreto de pôr as forças de combate suecas à prova".
E, em seu editorial para o jornal Dagens Nyheter, considerou que a verdadeira mensagem do Exército também pode ser a de que "precisamos que nos deem mais dinheiro".
A embaixada russa em Estocolmo ridicularizou as declarações suecas, chamando-as de "paranoia".
Mark Galeotti, do "think tank" Royal United Services Institute, vê pouca base para a ideia de que a Rússia um dia atacará a Suécia.
"Entendo que os militares tenham de imaginar os piores cenários e que a Rússia provou ser mais agressiva do que o esperado”, disse à AFP. "Mas devo confessar que sou cético quanto à possibilidade de tal cenário", completou.
Segundo ele, há vários fatores que tornam improvável um ataque de Moscou, a começar pelo fato de "o Exército russo, ou pelo menos as forças terrestres em particular, terem passado por momentos difíceis" com a invasão da Ucrânia.
Além disso, acrescenta, o presidente Vladimir Putin não demonstrou, realmente, vontade de atacar os países bálticos, uma opção que, com frequência, considera-se que poderia dar lugar a um envolvimento da Suécia.
M.Schneider--VB