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Norris dita ritmo dos testes no Bahrein; Hamilton pede igualdade na F1
O piloto britânico Lando Norris (McLaren), atual campeão mundial, foi o mais rápido nos testes de pré-temporada desta quarta-feira (11) no Bahrein, enquanto seu compatriota Lewis Hamilton (Ferrari) pediu à Federação Internacional de Automobilismo (FIA) que garanta que as 11 equipes da Fórmula 1 comecem a nova temporada "em igualdade de condições".
Com o início da temporada em Melbourne daqui a menos de um mês, esta foi a segunda oportunidade para as equipes testarem seus novos carros na pista, após a estreia a portas fechadas em Barcelona no final de janeiro.
Cada carro passou por uma modificação radical desde o final da última temporada devido às mudanças significativas de regulamento, tanto em nível de chassi quanto de motor.
Norris e sua McLaren brilharam neste primeiro dia, registrando o melhor tempo de volta, com 1min34s669.
No entanto, ainda não é possível tirar conclusões, pois as equipes estão testando diferentes aspectos de seus carros com diferentes níveis de combustível.
O holandês Max Verstappen, que buscará seu quinto título mundial nesta temporada, completou o maior número de voltas, com 136, enquanto testava sua nova unidade de potência, construída pela primeira vez pela Red Bull.
O holandês foi o segundo mais rápido, o que provocou a preocupação do chefe da Mercedes, Toto Wolff.
"Eles [Red Bull] conseguem aplicar muito mais energia nas retas do que os outros", declarou Wolff à BBC.
"Estamos falando de um segundo, em voltas consecutivas. Já vimos isso antes em uma volta lançada, mas agora vimos em dez voltas consecutivas com o mesmo tipo de desenvolvimento em linha reta", explicou.
Wolff destacou que, neste primeiro dia de testes, a Red Bull "estabeleceu o padrão".
- Disputa nos bastidores -
Os comentários de Toto Wolff surgiram em um contexto no qual a Mercedes é amplamente considerada a equipe a ser batida, enquanto se defende de acusações de que teria usado uma brecha no novo regulamento para obter vantagem na taxa de compressão de suas unidades de potência.
McLaren, Alpine e Williams usam motores Mercedes, enquanto a Red Bull também foi acusada de aproveitar essa lacuna.
A disputa levou Hamilton, que conquistou seis dos seus sete títulos mundiais durante um período de 12 anos na Mercedes antes de se transferir para a Ferrari em 2025, a pedir esclarecimentos.
"Acho que estaremos na briga", disse o heptacampeão à Sky Sports. "Com exceção da Mercedes, todos parecemos estar bem próximos, mas não sabemos com que quantidade de combustível cada um está rodando", afirmou.
"Há rumores sobre certos tipos de combustível que a Mercedes está usando. Há rumores sobre uma potência extra que eles têm e que o resto de nós não tem. E a taxa de compressão", acrescentou.
Hamilton explicou que espera que a FIA resolva a questão.
"Espero que isso seja resolvido e que a FIA tome as providências necessárias para garantir que todos comecemos em igualdade de condições", disse britânico.
Aos 41 anos, completou 52 voltas na sessão da manhã antes de passar o bastão para seu companheiro de equipe na Ferrari, o monegasco Charles Leclerc, que marcou o terceiro melhor tempo do dia.
K.Hofmann--VB