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Djokovic diz que seu vício em tênis o impede de se aposentar aos 38 anos
O tenista sérvio Novak Djokovic disse neste sábado (17) que o tênis ainda lhe proporciona uma descarga de adrenalina "quase como uma droga", o que o impede de pensar em se aposentar tão cedo.
Aos 38 anos, ele está prestes a disputar seu 21º Aberto da Austrália e continua entre os principais favoritos, atrás do atual campeão, o italiano Jannik Sinner, e do número um do mundo, o espanhol Carlos Alcaraz.
O Melbourne Park, onde já conquistou 10 títulos, é o seu palco favorito.
Apesar de ter reduzido seu calendário de torneios nos últimos anos, Djokovic não está pronto para deixar o esporte.
"Para ser sincero, ainda estou vivendo meu sonho", disse o ex-número um do mundo às vésperas do primeiro Grand Slam do ano. "É a paixão e o amor pelo jogo. É a interação com as pessoas. É a energia que você sente quando entra em quadra."
"Essa descarga de adrenalina é quase como uma droga. Acho que muitos dos melhores atletas de diferentes esportes podem se identificar com isso. Pelo menos, já ouvi alguns falarem sobre isso", comentou.
Seus rivais de longa data, Roger Federer e Rafael Nadal, já se aposentaram, e Djokovic disse que é constantemente questionado sobre quando se juntará a eles.
"Tenho sido muito questionado, obviamente, sobre a data da minha aposentadoria, mas não quero falar nem pensar nisso ainda, porque estou aqui, estou competindo", afirmou.
"Quando chegar a hora e a decisão for tomada, compartilharei com todos vocês, e então poderemos falar sobre a turnê de despedida. Mas, no momento, ainda sou o número quatro do mundo, ainda estou competindo no mais alto nível e acho que não há necessidade de chamar a atenção para esse assunto", explicou.
Sobre o Australian Open, ele disse que se anima com suas chances, apesar de "estar com um pouco de falta de energia" nas pernas. Ele alertou que ainda pode vencer qualquer um em um bom dia.
G.Schmid--VB