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Hakimi, Osimhen, Mané e Salah: astros querem brilhar nas semis da Copa Africana
Principais nomes da competição, o marroquino Achraf Hakimi, o nigeriano Victor Osimhen, o senegalês Sadio Mané e o egípcio Mohamed Salah, todos ex-vencedores do prêmio de Melhor Jogador Africano do Ano, lutarão nesta quarta-feira (14) para chegar à decisão da Copa Africana de Nações, em duas semifinais muito aguardadas.
Senegal e Egito vão se enfrentar às 14h (horário de Brasília) em Tânger e mais tarde a seleção anfitriã, Marrocos, vai jogar contra a Nigéria em Rabat (17h00).
- Hakimi, o herói recuperado -
Capitão dos 'Leões do Atlas' e uma das principais atrações do torneio realizado no Marrocos, Achraf Hakimi iniciou a competição se recuperando de uma grave lesão no tornozelo esquerdo, sofrida em 4 de novembro, enquanto jogava pelo Paris Saint-Germain na Liga dos Campeões.
Poupado nos dois primeiros jogos da fase de grupos, em que atuou apenas por alguns minutos no terceiro, o lateral-direito, considerado um dos melhores do mundo em sua posição, jogou a partida completa nas oitavas de final, na difícil vitória sobre a Tanzânia (1 a 0), e nas quartas de final, na convincente vitória sobre Camarões (2 a 0).
Após quase dois meses sem jogar, Hakimi mostrou falta de ritmo de jogo em seus primeiros minutos em campo, longe do nível que tinha antes da lesão, o que era de certa forma esperado.
Ainda assim, o capitão marroquino foi imediatamente decisivo. Nas oitavas, quase marcou um gol de falta, ao acertar o travessão da Tanzânia. Em seguida, deu a assistência para Brahim Díaz abrir o placar em um momento em que a partida começava a ficar tensa.
Idolatrado pelos marroquinos, Hakimi terá a difícil tarefa, nas semifinais, de conter o ímpeto ofensivo da Nigéria.
- Osimhen, fúria em movimento -
Desde que deixou o Napoli para jogar no Galatasaray, na Turquia, o atacante nigeriano desapareceu do radar dos principais campeonatos europeus.
O fracasso dos 'Super Águias' em sua tentativa de se classificar para a Copa do Mundo de 2026 contribuiu para a relativa discrição de Osimhen durante a primeira metade da temporada.
Seu talento, no entanto, permanece inabalável, como comprovam os seis gols marcados na Liga dos Campeões até o momento, e voltou a brilhar intensamente durante a Copa Africana.
Em cinco partidas, Osimhen já marcou quatro gols e deu duas assistências.
Graças a ele e aos seus companheiros Ademola Lookman e Akor Adams, a seleção nigeriana, que ostenta o melhor ataque do torneio com 14 gols, tem impressionado tanto que superou o Marrocos como favorita para o confronto das semifinais.
Além de suas estatísticas impressionantes, Osimhen mostra intensidade, luta por cada bola e contribui significativamente para o trabalho defensivo da equipe.
Desde a final da edição anterior, em 2023, na qual a Nigéria perdeu para a Costa do Marfim (2 a 1), Osimhen tem uma missão.
"Não sou o mesmo jogador que era depois daquela final. Trabalho muito duro. Analiso todos os meus erros para descobrir como melhorar", declarou.
- Mané, o rugido do velho leão -
Embora já não possua o mesmo vigor de seus tempos de juventude, Sadio Mané, de 33 anos, do Senegal, mantém sua influência inabalável na equipe, considerada uma das favoritas ao título do torneio, ao lado da anfitriã Marrocos.
Apesar de ter marcado apenas um gol, Mané deu três assistências, tornando-se o maior assistente da história da competição, com nove passes que acabaram em gol, superando o ícone marfinense Yaya Touré.
Ele também consolidou seu recorde como o jogador mais decisivo na história da Copa Africana de Nações, combinando seus gols (10) e assistências (9), à frente de Mohamed Salah (11 gols e 5 assistências).
Sempre idolatrado pelos torcedores senegaleses e por seus companheiros de equipe, Mané continua se destacando por seu comportamento exemplar dentro e fora de campo, assumindo com maestria seu papel de líder dos 'Leões de Teranga'.
- Salah, um oásis em meio à tormenta -
Assim como Sadio Mané, seu ex-companheiro de ataque no Liverpool, Mohamed Salah já não tem a mesma explosão e velocidade de alguns anos atrás. Mas o 'Faraó' está determinado a conquistar seu primeiro título continental em sua quinta participação na Copa Africana de Nações.
Ele chegou ao Marrocos irritado com seu clube devido à falta de minutos em campo nos últimos tempos. Mas o atacante de 33 anos demonstra bom humor e alegria na seleção do Egito.
Às vezes criticado por seu exigente técnico, Hossam Hassan, por suas falhas defensivas, o ponta do Liverpool é, no entanto, letal nas finalizações: quatro gols desde o início do torneio, apenas um a menos que Brahim Díaz, o artilheiro da competição.
Salah também está assumindo seu papel de liderança, protegendo seus companheiros mais jovens da imensa pressão que cerca o Egito, que busca seu oitavo título, um recorde, para consolidar ainda mais sua hegemonia no futebol africano.
A.Ammann--VB