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'Vou lutar' para ir à Copa do Mundo, diz Endrick à AFP
"Vou lutar para conseguir" ir à Copa do Mundo de 2026 com a seleção brasileira, disse Endrick à AFP, enquanto aguarda sua estreia pelo Lyon, clube que considera "ideal" para reencontrar seu melhor nível.
Emprestado pelo Real Madrid ao time francês no final de dezembro, o atacante de 19 anos poderá estrear por sua nova equipe no domingo, contra o Lille, na Copa da França.
"Encontrei o clube ideal e não vejo a hora de jogar", disse Endrick em uma troca de perguntas e respostas por e-mail com a AFP.
P: Você conversou com Ancelotti sobre sua decisão de se juntar ao Lyon? O que ele disse?
R: Ele já tinha me aconselhado a buscar mais espaço, mais tempo em campo, principalmente após me recuperar.
P: Você se vê vestindo a camisa da seleção brasileira na Copa do Mundo de 2026?
R: Vou lutar pra conseguir. Já vesti na Copa América e não posso deixar de querer estar na Copa do Mundo.
- "Não ia ter lugar melhor" -
Convocado pela última vez para a seleção brasileira em março do ano passado, quando o técnico era Dorival Júnior, Endrick disputou apenas três partidas pelo Real Madrid na temporada 2025-2026, totalizando apenas 99 minutos em campo.
Na temporada anterior, sob o comando de Carlo Ancelotti, o atacante havia participado de 37 jogos em todas as competições, marcando sete gols e dando uma assistência.
P: Como você tomou a decisão de embarcar neste novo capítulo com o Lyon? Em que momento você disse: 'É hora de mudar de ares'?
R: Desde o início da temporada sabia que seria bom buscar espaço onde pudesse jogar mais, mas precisava me recuperar da lesão que me afastou da Copa do Mundo de Clubes nos Estados Unidos [de junho a julho de 2025]. Recuperado, bastava esperar pela janela.
P: Existiam outras opções além do Lyon? Por que escolher o Lyon?
R: Sim. Graças a Deus foram vários clubes de todas as grandes ligas da Europa interessados. Mas o Lyon tinha tudo. Estilo de jogo, elenco, campeonatos para disputar, comissão técnica, direção, torcida e história dos brasileiros no clube. Quando apresentaram tudo, só agradeci aos outros convites que foram chegando, porque sabia que não ia ter lugar melhor.
P: Como você lidou com a situação em seus últimos meses no Real Madrid? Não deve ter sido fácil, como jogador de futebol, aceitar jogar tão pouco.
R: Com seriedade. Trabalhei como nunca. Se tivesse um minuto, tinha que ser o melhor minuto da minha vida. Para mostrar que queria mais. Pelo respeito aos colegas de equipe. Em um clube como o Real, você ajuda o time não só nos jogos. Em cada treino, você ajuda também quem vai jogar. A fazer o nível dos treinos subir. Somos um grupo, com quase trinta, e só onze começam os jogos. Um grupo campeão se faz todo dia, não só nos jogos.
R.Flueckiger--VB