-
Kimi Antonelli, o mais jovem a chegar ao topo da Fórmula 1
-
Chervon nomeia Jody Grimsley como gerente sênior de Contas Nacionais
-
Chervon asciende a Soobia Haroon a vicepresidenta de Recursos Humanos para Norteamérica
-
Chervon nomeia Thomas Scherer vice-presidente de Desenvolvimento Organizacional para Vendas, Marketing e Serviço
-
Antonelli se torna, no México, o campeão mais jovem da Fórmula 1
-
Termina trégua excepcional no sul da Ucrânia
-
George Russell: da expectativa à decepção
-
Kimi Antonelli se torna, no México, o campeão mais jovem da Fórmula 1
-
Dez momentos da trajetória de Antonelli rumo ao título mundial de F1
-
Kimi Antonelli, a desenvoltura de um jovem no topo da Fórmula 1
-
Juan Carlos Ferrero vai treinar Ben Shelton em 2027
-
Binance retoma saques após roubo de mais de US$ 6 bi em ciberataque
-
Ciara Mageean, ex-campeã europeia de atletismo, morre aos 34 anos
-
Saibari, do Bayern, passa por cirurgia bem-sucedida no tornozelo direito
De Paul defende Enzo Fernández de críticas por cantos racistas contra seleção francesa
O meia argentino Rodrigo De Paul manifestou apoio nesta quinta-feira (18) a seu companheiro de seleção Enzo Fernández em meio à polêmica provocada por um vídeo transmitido por ele, no qual jogadores da 'Albiceleste' fazem alusão à seleção francesa com um canto denunciado como racista.
"O que posso dizer em defesa de Enzo é que a música existe porque estava lá, porque as pessoas a cantam", disse De Paul ao canal de streaming local Olga. "Você não analisa tanto a música de torcida, você faz [canta] mais em relação a uma brincadeira", acrescentou.
O meio-campista do Atlético de Madrid destacou que consegue "compreender as pessoas que sofreram racismo e não gostam", mas criticou a atitude dos companheiros de Fernández no clube inglês Chelsea, que deixaram de segui-lo no Instagram como forma de repúdio: "É como fazer lenha a partir de uma árvore que caiu", acrescentou.
Desde a segunda-feira, circula nas redes sociais um vídeo em que vários jogadores argentinos aparecem no ônibus da seleção no domingo, em Miami, após a vitória sobre a Colômbia na final da Copa América por 1 a 0, iniciando um canto contra os franceses, antes que a transmissão fosse interrompida.
Na música completa, que viralizou durante a Copa do Mundo de 2022, no Catar, entoada por um grupo de torcedores argentinos, são cantadas frases como "eles jogam na França, mas são todos de Angola", e sobre Kylian Mbappé é dito que "sua mãe é nigeriana [na verdade é franco-argelina], seu pai camaronês, mas mas no documento tem nacionalidade francesa".
O presidente da Federação Francesa de Futebol (FFF), Philippe Diallo, condenou na terça-feira o conteúdo do canto, que descreveu como "racista e discriminatório".
Mas na quarta-feira, a vice-presidente argentina, Victoria Villarruel, apoiou Enzo Fernández: "Nenhum país colonialista vai nos intimidar por uma canção de arquibancada ou por dizer as verdades que não querem admitir [...] Enzo [Fernández], eu te apoio", escreveu ela.
Na mesma quarta-feira, o governo argentino demitiu o subsecretário de Esportes Julio Garro, que, anteriormente, em entrevista a uma rádio, havia se manifestado a favor de que Lionel Messi e o presidente da Associação de Futebol Argentino (AFA), Claudio Tapia, pedissem desculpas pelo fato ocorrido.
A Fifa anunciou na quarta-feira a abertura de uma investigação sobre o canto e condenou "todas as formas de discriminação". O caso também levou o Chelsea a abrir um processo disciplinar contra Fernández.
Enzo Fernández gravou e divulgou o vídeo em sua conta do Instagram, rede social na qual pediu desculpas pelos acontecimentos na noite de terça-feira.
C.Kreuzer--VB