-
Venezuela liberta novos presos políticos após segunda rodada de diálogo
-
Em jogo com duas viradas, Espanha vence Inglaterra (3-2) na Liga das Nações
-
Modric comanda vitória da Croácia sobre República Tcheca (2-1) na Liga das Nações
-
'Tender Loving Care' ganha Concha de Ouro em San Sebastián
-
Argentina leva prêmio de melhor filme latino em San Sebastián
-
Trump rejeita plano iraniano para reabrir Estreito de Ormuz
-
Rússia acusa Europa de se opor a paz na Ucrânia
-
NFL toma conta do Maracanã, templo do futebol
-
Mbappé sofre hiperextensão do joelho e deve ficar afastado por duas semanas
-
Trump rejeita plano iraniano para reabrir o Estreito de Ormuz
-
Norris pede suspensão para Colapinto por ter provocado acidente no Azerbaijão
-
Alemanha escolhe Munique como candidata a sediar Jogos Olímpicos
-
Menino de 11 anos brilha nos eSports dos Jogos Asiáticos
-
Bombardeios de Rússia e Ucrânia deixam pelo menos sete mortos
-
EUA e China abrirão 'canal de comunicação' sobre IA após cúpula Trump-Xi
-
Papa celebra missa multitudinária na Champs-Elysées, em Paris
-
George Russell vence GP do Azerbaijão de F1; Antonelli é 5º
-
Sobe para seis o número de mortos em desabamento de prédio em Atenas
-
Corpos de turistas americanos são recuperados após prédio desabar em Atenas
-
Irã apresenta aos EUA plano para reabrir Ormuz, que Trump teria rejeitado
-
Depois da Meta, TikTok aceita limitar tempo de uso dos adolescentes
-
Chega ao fim 2º ciclo de diálogos entre governo interino e oposição na Venezuela
Caio Bonfim conquista medalha de bronze no Mundial de Atletismo
O brasileiro Caio Bonfim conquistou a medalha de bronze na prova de 20km da marcha atlética no Mundial de Atletismo neste sábado (19) em Budapeste, na Hungria.
Bonfim terminou a prova em terceiro lugar (1m17s47), oito segundos atrás do segundo, o sueco Perseus Karlstrom, e quinze atrás do campeão, o espanhol Álvaro Martín.
É o segundo bronze mundial de Caio Bonfim (32 anos), depois do conquistado em Londres em 2017.
"Depois de ganhar aquela medalha, fui para o Mundial seguinte (o de Doha em 2019) e busca de outra medalha e terminei em 13º. Depois no Mundial do ano passado (em Eugene), fui sexto e agora que consegui novamente. Ficar entre os melhores é muito difícil. Estou muito feliz por viver isso novamente, é algo muito importante para mim e para o progresso do meu país", disse Bonfim à AFP no final do evento, envolto em uma bandeira do Brasil e com a medalha no pescoço.
M.Furrer--BTB