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อเล็กซ์ โบดี และศาสตราจารย์ ดร. ดีเทอร์ ลาซิก ลงนามสัญญาสำหรับ ALPHA WHEY และ BODI เครื่องดื่มให้พลังงาน
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एलेक्स बोडी और प्रो. डॉ. डायटर लाज़िक ने ALPHA WHEY और BODI एनर्जी ड्रिंक के लिए एक अनुबंध पर हस्ताक्षर किए
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Alex Bodi och prof. dr. Dieter Lazik tecknar avtal om ALPHA WHEY och BODI Energidryck
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Alex Bodi a prof. dr. Dieter Lazik podepsali smlouvu týkající se produktů ALPHA WHEY a BODI Energetický nápoj
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Alex Bodi i prof. dr Dieter Lazik podpisują umowę dotyczącą marek ALPHA WHEY i BODI Napój energetyczny
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Ο Alex Bodi και ο καθηγητής Δρ. Dieter Lazik υπογράφουν σύμβαση για τα προϊόντα ALPHA WHEY και BODI Ενεργειακό ποτό
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أليكس بودي والبروفيسور الدكتور ديتر لازيك يوقعان عقدًا بشأن منتجي «ألفا ويل» و«بودي إنيرجي درينك»
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알렉스 보디와 디터 라지크 교수가 ALPHA WHEY 및 BODI 에너지드링크에 관한 계약을 체결했습니다.
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Алекс Боді та проф. д-р Дітер Лазік уклали договір щодо ALPHA WHEY та Боді Енергетичний напій
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Алекс Боди и проф. д-р Дитер Лазик заключили договор о выпуске продуктов ALPHA WHEY и BODI Энергетический напиток
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Alex Bodi e o Prof. Dr. Dieter Lazik assinam contrato para a ALPHA WHEY e a BODI Bebida energética
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Suíços rejeitam referendo para reforçar neutralidade do país
Empresários e sindicatos suíços se unem contra proposta de limitar a imigração
Empresários e sindicatos suíços estão se mobilizando antes de uma votação prevista para domingo (14) sobre a limitação da imigração, que despertou temores de graves repercussões para o emprego e para as relações comerciais com a União Europeia (UE).
A votação se concentrará em uma proposta do Partido Popular Suíço (SVP), de extrema direita, cujo objetivo é manter a população dessa rica nação alpina - atualmente de 9,1 milhões de habitantes - abaixo dos 10 milhões até 2050.
O SVP, principal força política do país, sustenta que a iniciativa, intitulada "Não a uma Suíça de 10 milhões!", é necessária para combater uma imigração "fora de controle", à qual atribui problemas que vão de trens lotados ao aumento vertiginoso dos aluguéis e à expansão urbana desordenada.
A iniciativa enfrenta ampla oposição do governo, do Parlamento e do setor empresarial, mas pesquisas de opinião sugerem que a votação pode ser apertada.
As principais organizações patronais e sindicais a apelidaram de "iniciativa do caos".
Elas alertam que a medida pode comprometer a prosperidade da Suíça, onde amplos setores da economia - da pesquisa médica à construção civil, passando pelo turismo e pela saúde - dependem fortemente de mão de obra estrangeira.
Também há receio de que a iniciativa coloque em risco importantes acordos que vinculam a Suíça à UE, seu principal parceiro comercial, incluindo o "acordo de livre circulação de pessoas" de 1999.
No ano passado, mais da metade das exportações suíças teve como destino a União Europeia, somando mais de 147 bilhões de francos suíços, equivalentes a 185 bilhões de dólares (R$ 1,03 trilhão).
O SVP minimizou as preocupações, destacando que sua proposta inclui cotas que permitem a entrada de cerca de 40 mil pessoas por ano no país.
Os sindicatos manifestaram preocupação de que a pressão leve empresas a transferirem suas operações para outros países, provocando perda de empregos na Suíça.
O maior sindicato do país, o Unia, também advertiu que a iniciativa enfraqueceria as proteções trabalhistas, eliminaria normas que proíbem a discriminação entre trabalhadores residentes e estrangeiros e "escancararia a porta para o dumping (concorrência desleal) salarial".
A "campanha xenofóbica" do SVP exercerá "pressão sobre os salários de todos os trabalhadores do país", acrescentou.
T.Zimmermann--VB