-
MP do Equador acusa sete supostos idealizadores do assassinato de Villavicencio
-
Fifa contra-ataca e denuncia 'um esforço orquestrado para minar seu presidente'
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio de Janeiro
-
Atentados marcam primeiro dia do novo governo na Colômbia
-
Swiatek vence Kostyuk de virada e avança às quartas de final WTA 1000 de Toronto
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio (imprensa)
-
Espanha inicia controle na fronteira com Itália após crise migratória
-
Após renovar com Real Madrid, Vini joga com braçadeira de capitão na vitória sobre o Ferencvaros
-
Simeone reafirma que decisão sobre Julián Álvarez já foi tomada
-
Bulgária convoca embaixador da Ucrânia após explosão de drone
-
O adeus ao voluntário que dedicou sua vida a recuperar corpos na guerra na Ucrânia
-
Atlético de Madrid acerta transferência de Thiago Almada para o River Plate
-
Espanha inicia controles fronteiriços com a Itália após crise migratória
-
Bruno Guimarães deixa Newcastle e assina com Arsenal
-
Hamas diz que segue disposto a avançar com plano de paz para Gaza
-
Pai de Lionel Messi morre aos 68 anos
-
Emirados Árabes afirmam que Irã atacou petroleiro no Estreito de Ormuz
-
Ex-advogado de Trump é confirmado como procurador-geral dos EUA
-
Ex-premiê candidato à presidência da França denuncia suspeita de interferência russa
-
De la Espriella se alinha aos EUA com foco no 'narcoterrorismo'
-
Trump vai recorrer após Justiça bloquear obra de salão de baile
Merz e Lula se opõem a intervenção dos EUA em Cuba
O chefe do governo alemão, Friedrich Merz, assegurou, nesta segunda-feira (20), durante coletiva de imprensa conjunta com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que não há nenhum motivo para que os Estados Unidos ataquem Cuba, após meses de pressão do presidente americano, Donald Trump, sobre a ilha comunista.
"Apesar de todos os problemas políticos internos que este país tem com seu regime comunista, não há nenhuma ameaça perceptível que emane de Cuba para outros países", declarou o chanceler.
Após a operação para depor o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, e a guerra iniciada juntamente com Israel contra o Irã, Trump advertiu que Cuba poderia ser "a próxima".
Merz disse que os Estados Unidos deveriam resolver suas diferenças com Cuba "de forma pacífica e através de meios diplomáticos, e não começar desnecessariamente um novo conflito no mundo que só causará mais problemas".
"A capacidade de se defender não significa ter o direito de intervir militarmente em outros Estados, quando seus sistemas políticos não coincidem com o que outros possam ter em mente", acrescentou.
Lula, por sua vez, qualificou o bloqueio americano a Cuba como "ideológico" e "vergonha mundial", e expressou sua firme oposição a qualquer invasão dos Estados Unidos a Cuba.
"Sou contra a falta de respeito à integridade territorial das nações. Sou contra qualquer país do mundo se meter a ter ingerência política em como a sociedade de um país deve se organizar ou não", afirmou.
Trump impôs um bloqueio petrolífero a Cuba, agravando a pior crise econômica e energética da empobrecida ilha em décadas.
K.Hofmann--VB