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França e Reino Unido discutem com aliados segurança do Estreito de Ormuz
Os líderes da França e do Reino Unido presidiram nesta sexta‑feira (17) uma reunião de aliados, sem os Estados Unidos, para estudar uma missão multinacional que garanta a livre circulação do comércio no Estreito de Ormuz, quando o atual conflito no Oriente Médio chegar ao fim.
O Irã impôs um bloqueio nessa passagem crucial para o transporte marítimo depois que os Estados Unidos e Israel lançaram uma guerra contra a república islâmica em 28 de fevereiro, o que provocou uma alta nos preços mundiais da energia.
Mas pouco depois do início da reunião, o Irã anunciou que o estreito permaneceria "totalmente aberto" durante o cessar-fogo, um anúncio celebrado pelo presidente americano Donald Trump e que provocou uma queda de 10% no preço do petróleo.
Teerã não detalhou, porém, se se referia à trégua entre o exército israelense e o movimento pró-iraniano Hezbollah, que entrou em vigor na noite de quinta-feira no Líbano por dez dias, ou ao cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irã, que em teoria termina em 22 de abril.
Os dirigentes europeus temiam que, com a continuidade do bloqueio, os consumidores sofressem as consequências na forma de inflação mais alta, escassez de alimentos e cancelamentos de voos pelo esgotamento do combustível.
O presidente francês, Emmanuel Macron, recebeu o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, para conversas bilaterais no Palácio do Eliseu, antes de receber o chefe de Governo alemão, Friedrich Merz, e a premiê italiana, Giorgia Meloni, para a reunião mais ampla, com a maioria dos participantes por videoconferência.
Macron e Starmer pretendem exigir o retorno à plena liberdade de navegação e tratar das consequências econômicas do bloqueio.
Mas também “prepararão a mobilização, quando as condições permitirem, de uma missão militar multinacional estritamente defensiva, para garantir a liberdade de navegação”, segundo o convite enviado pelo Eliseu ao qual a AFP teve acesso.
Essa força só seria enviada com o fim da guerra. Entre suas principais tarefas poderiam estar a remoção de minas e a garantia de que não sejam impostos pedágios pela passagem.
“Precisamos ter certeza de que contamos com um compromisso iraniano de não disparar contra os navios em trânsito, e com um compromisso dos Estados Unidos de não bloquear nenhum navio que saia ou entre no Estreito de Ormuz”, declarou uma fonte da presidência francesa, que pediu anonimato.
A reunião, para a qual foram convidados cerca de 30 representantes de países europeus, de nações asiáticas, do Oriente Médio e da América Latina, é também uma oportunidade para a Europa exibir suas capacidades após ter ficado à margem dos esforços diplomáticos americanos para encerrar a guerra.
Os diálogos, segundo a presidência francesa, envolvem “países não beligerantes”, o que significa que nem o Irã, nem Israel, nem os Estados Unidos participam.
"Precisamos de um certo planejamento militar, e é precisamente isso que vamos fazer juntos hoje, e é o correto, porque quanto mais esse conflito se prolongar, maior será o impacto", disse Starmer antes do encontro.
Cada país candidato à missão se comprometerá “de acordo com seus meios”, de acordo com Paris. A França dispõe de um porta‑aviões, cerca de dez navios e cerca de 50 aeronaves na região.
Berlim poderia contribuir, por sua vez, para “as operações de retirada de minas ou para o reconhecimento marítimo de longo alcance”, segundo uma fonte do governo alemão.
Os chefes militares devem se reunir na próxima semana para prosseguir os debates no quartel‑general do comando militar britânico em Northwood, nos arredores de Londres, acrescentou o gabinete de Starmer.
M.Vogt--VB