-
Atlético de Madrid acerta transferência de Thiago Almada para o River Plate
-
Espanha inicia controles fronteiriços com a Itália após crise migratória
-
Bruno Guimarães deixa Newcastle e assina com Arsenal
-
Hamas diz que segue disposto a avançar com plano de paz para Gaza
-
Pai de Lionel Messi morre aos 68 anos
-
Emirados Árabes afirmam que Irã atacou petroleiro no Estreito de Ormuz
-
Ex-advogado de Trump é confirmado como procurador-geral dos EUA
-
Ex-premiê candidato à presidência da França denuncia suspeita de interferência russa
-
De la Espriella se alinha aos EUA com foco no 'narcoterrorismo'
-
Trump vai recorrer após Justiça bloquear obra de salão de baile
-
De la Espriella assume poder na Colômbia com foco no 'narcoterrorismo'
-
De la Espriella assume o poder na Colômbia com apoio de Trump na guerra contra o tráfico
-
Laudo aponta que Brandon Clarke, jogador da NBA, teve morte por overdose acidental
-
Ataques de rebeldes houthis deixam 10 mortos em região petrolífera do Iêmen
-
Espanha impõe controles fronteiriços à Itália em meio a crise migratória
-
De la Espriella chega ao poder na Colômbia com apoio de Trump na guerra contra o tráfico
-
Milhares marcham na Argentina no dia de São Caetano, padroeiro do pão e do trabalho
-
Europa se prepara para queda de geração de energia durante eclipse
-
Luca Zidane deixa Granada e assina com Leganés
-
Rybakina derrota Li e vai às oitavas do WTA 1000 de Toronto
-
Rebeldes houthis continuam ofensiva no Iêmen com ataques em região petrolífera
-
Rebeca Andrade tira nota mais alta do mundo no salto em 2026
-
Rússia nega estar por trás do drone com explosivos encontrado em aeroporto alemão
-
De la Espriella: um milionário pró-Trump na Presidência da Colômbia
-
Vasco anuncia contratação do atacante argentino Facundo Colidio
-
Ex-advogado de Trump pronto para ser confirmado como procurador-geral dos EUA
Avanço da capacidade solar e eólica desacelera no mundo
Os projetos solares e eólicos planejados ou em construção no mundo perderam impulso no ano passado, segundo uma análise publicada nesta terça-feira (10), o que provoca dúvidas sobre a meta dos países de triplicar sua capacidade em energias renováveis até o fim da década.
Em 2023, dezenas de países concordaram em triplicar a capacidade energética procedente de fontes verdes até 2030 como parte dos esforços para limitar o aquecimento global.
Contudo, os anúncios e o início da construção de novos projetos eólicos e solares cresceram apenas 11% em 2025, contra 22% do ano anterior, já que as iniciativas de desenvolvimento eólico enfrentaram obstáculos, segundo o Global Energy Monitor (GEM).
"Os desenvolvedores eólicos enfrentaram barreiras políticas e uma sequência de leilões de energia eólica frustrados nos países ricos", destacou Diren Kocakusak, analista de pesquisa da GEM.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, bloqueou projetos eólicos e não escondeu sua antipatia pelas energias renováveis, mas a queda mundial não pode ser atribuída a nenhum país em específico, segundo Kocakusak.
A pesquisa do GEM também revelou que apenas uma pequena parte do crescimento da energia eólica e solar procede dos países ricos do G7. O "centro de gravidade" do setor está se deslocando "de forma decisiva para as economias emergentes e em desenvolvimento".
Como acontece há vários anos, a China está ampliando sua capacidade renovável em uma escala sem paralelo com outro país.
A China representou quase um terço do crescimento da capacidade mundial em 2025 (1,5 terawatts), mais do que o crescimento dos seis países seguintes combinados.
Mas isso não foi suficiente para colocar o planeta no caminho do cumprimento da meta de 2030.
Se todos os projetos anunciados e em construção atualmente forem concretizados, o planeta ainda ficaria abaixo da meta.
A pesquisa do GEM revelou que quase 40% dos projetos previstos começam a operar depois da data de início anunciada, são suspensos ou descartados.
Kocakusak afirmou, no entanto, que isso não significava que a meta está fora de alcance.
"O impulso parece estar desacelerando, mas isso não se deve a uma falta de potencial", explicou à AFP.
Ainda há "tempo suficiente" para que os países aumentem sua capacidade, e projetos solares que ainda não foram anunciados poderiam ser concluídos antes de 2030, afirmou.
R.Kloeti--VB