-
PSI abre em alta com EDP Renováveis e EDP entre os destaques
-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
-
Abdul El-Sayed torna-se primeiro muçulmano eleito para o Senado dos EUA
-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
-
Confirmadas as empresas participantes e os palestrantes do Blue Magic Netherlands, de 17 de novembro
Metade dos edifícios de Kiev continua sem eletricidade
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, assegurou, nesta quarta-feira (21), que cerca de 4 mil edifícios de Kiev seguem sem calefação e 60% da capital continua sem eletricidade após os últimos ataques russos.
A Rússia bombardeia com frequência as infraestruturas energéticas da Ucrânia, deixando a população às escuras e exposta ao frio em pleno inverno.
"Nesta manhã, cerca de 4 mil edifícios de Kiev ainda estavam sem calefação e cerca de 60% da capital estava sem eletricidade", declarou o chefe de Estado ucraniano nas redes sociais.
Segundo Zelensky, a situação continua complicada também nas regiões de Sumy e Chernihiv, no norte, Dnipro, no centro, e Karkhiv, no nordeste.
A Alemanha classificou, nesta quarta-feira, como "crimes de guerra" os ataques russos contra alvos civis e energéticos na Ucrânia e acusou o presidente russo, Vladimir Putin, de utilizar "o frio como arma".
Em 9 de janeiro, metade dos edifícios residenciais de Kiev ficou sem calefação, água e eletricidade após bombardeios em massa, o que levou o prefeito, Vitali Klichkó, a recomendar aos habitantes da capital que a abandonassem temporariamente.
Os serviços essenciais foram restabelecidos posteriormente, mas novos ataques durante a madrugada de terça-feira provocaram mais cortes de água e eletricidade, em um momento em que as temperaturas oscilam entre -7 e -15 ºC.
O presidente Zelensky segue em Kiev, confirmou, nesta quarta-feira, o seu gabinete, apesar de Donald Trump ter sugerido que o líder ucraniano estaria no Fórum Econômico Mundial em Davos, Suíça, no qual o presidente dos Estados Unidos discursou.
A.Ruegg--VB