-
Governo francês ativa célula de crise por onda de calor
-
De la Fuente se apega à sua estratégia para sucesso da Espanha na Copa do Mundo
-
Itália reage com indignação a comentários de Trump sobre Meloni
-
Últimos bombardeios israelenses deixam ao menos 47 mortos no Líbano (governo)
-
Israel e Hezbollah concordam com cessar-fogo no Líbano enquanto pacto entre EUA e Irã permanece em suspenso
-
Equador precisa vencer Curaçao para sonhar com classificação na Copa do Mundo
-
Alemanha busca impor domínio na Copa do Mundo diante da Costa do Marfim
-
Torcedores africanos viram as costas à África do Sul na Copa do Mundo após violência xenófoba
-
México garante vaga no mata-mata enquanto Brasil precisa de vitória contra Haiti
-
Hospital de Milão testa robô que promete liberar tempo da equipe de saúde
-
Acordo Irã-EUA sob ameaça com aumento da violência no Líbano
-
França julgará astro marroquino Achraf Hakimi por estupro
-
Quanto menos ajuda ao desenvolvimento, mais migrações, adverte OIM
-
Burnham consegue vaga no Parlamento britânico e inicia batalha trabalhista para derrubar Starmer
-
E se os homens japoneses também limpassem suas casa e não só os estádio?
-
Manuscrito inédito de Mozart encontrado em Paris
-
Achraf Hakimi será julgado na França por acusação de estupro, confirma tribunal de apelação
-
Rival de Starmer vence eleição crucial no Reino Unido e ameaça liderança do primeiro-ministro
-
EUA e Irã adiam negociações programadas para a Suíça
-
México vence Coreia do Sul (1-0) e é 1º classificado para 16-avos de final da Copa
-
Vice-presidente dos EUA adia viagem à Suíça para negociações com Irã
-
Lateral neozelandês Tim Payne se transfere para o Olimpia, do Paraguai, após ganhar fama no Instagram
-
Montella questiona 'caos' de críticas à Turquia antes do jogo contra o Paraguai
-
Messi treina com a Argentina após notícias sobre a saúde de seu pai
-
UE vai criar ferramentas para enfrentar onda de exportações da China
-
"Muitos adorariam estar no nosso lugar", diz técnico do Haiti antes de enfrentar o Brasil
-
Cuba aprova reformas de livre mercado sem precedentes
-
Canadá goleia Catar (6-0) e fica a um passo dos 16-avos de final da Copa de 2026
-
Ancelotti garante que Seleção Brasileira "é resiliente e vai melhorar"
-
Messi participa de treino da Argentina em Kansas City
-
Hakimi, entre a Copa do Mundo e a justiça francesa
-
Por que Dembélé rende menos pela seleção francesa?
-
Líder supremo do Irã aprova acordo enquanto EUA suspende bloqueio naval
-
Urnas fechadas em eleição legislativa decisiva para premiê do Reino Unido
-
Fifa muda posicionamento de fotógrafos na Copa após reclamação de Tuchel, diz mídia
-
Suíça goleia Bósnia (4-1) e encaminha vaga na próxima fase da Copa do Mundo
-
PF faz busca na casa do senador petista Jaques Wagner, suspeito de vínculos com Banco Master
-
Zagueiro holandês Van Hecke deixa Brighton e assina com Tottenham
-
Liverpool anuncia contratação do atacante da seleção espanhola Víctor Muñoz
-
Chivu renova como técnico da Inter de Milão até 2028.
-
Obama inaugura museu em Chicago com outros três ex-presidentes
-
Netanyahu pede que se preserve a 'relação vital' entre Israel e EUA
-
Marfinense Elye Wahi tem visto canadense aceito e poderá jogar contra Alemanha
-
Guerra no Irã deixa a república islâmica intacta e uma oposição dividida
-
Número 2 do mundo, Elena Rybakina cai na estreia no WTA 500 de Berlim
-
Zverev confirma favoritismo contra Hanfmann e via às quartas do ATP 500 de Halle
-
EUA suspende bloqueio naval contra o Irã
-
República Tcheca e África do Sul empatam (1-1) pelo Grupo A da Copa
-
Marfinense Elye Wahi teve visto canadense aceito e poderá jogar contra Alemanha
-
Pai de Messi enfrenta problema de saúde e família pede privacidade
FMI eleva previsão de crescimento mundial para 2026, mas alerta para IA e riscos comerciais
O Fundo Monetário Internacional (FMI) revisou para cima, nesta segunda-feira (19), sua previsão de crescimento mundial para 2026, graças ao impulso dos investimentos tecnológicos, mas advertiu que o impacto da inteligência artificial (IA) e o ressurgimento de tensões comerciais poderiam provocar perturbações.
O crescimento da economia mundial se manterá estável em relação a 2025, em 3,3% este ano, assinalou o FMI - 0,2 ponto percentual a mais que o previsto em outubro.
Este crescimento de 3,3% significaria igualar o do ano de 2025.
O Fundo advertiu, em sua atualização das Perspectivas da Economia Mundial, que "a resiliência mostrada até agora se deve, em grande medida, a alguns poucos setores", o que indica vulnerabilidade.
Embora a economia global pareça estar "deixando para trás as disrupções comerciais e tarifárias de 2025", isto não significa que não tenha tido impacto, disse o economista-chefe do FMI, Pierre-Olivier Gourinchas.
Ao contrário, os desafios foram compensados por "ventos de cauda do auge da IA e do investimento tecnológico", disse a jornalistas.
Isto foi especialmente certo no caso da América do Norte e da Ásia, assinalou o FMI.
- América Latina -
As novas perspectivas para a América Latina são de um crescimento de 2,2%, o que significa 0,1 ponto percentual a menos.
O Brasil cresceria 1,6% em 2026, 0,3 ponto percentual a menos, enquanto o crescimento do México se manteria inalterado, com 1,5%.
- Tarifas e inflação -
O setor privado mostrou em 2025 uma capacidade de adaptação para enfrentar os choques comerciais, enquanto o apoio fiscal e monetário proporcionou impulso.
Desde que voltou à Casa Branca, em janeiro passado, o presidente americano, Donald Trump, impôs tarifas aduaneiras generalizadas que afetaram tanto aliados quanto concorrentes, agitando os mercados financeiros e as cadeias de abastecimento, e disparando as tensões comerciais.
Mas o governo Trump fechou logo em seguida acordos tarifários com vários parceiros e, de forma crucial, alcançou uma trégua temporária com a China, a segunda maior economia do mundo.
Por ora, espera-se que a inflação global diminua dos estimados 4,1% em 2025 para 3,8% em 2026.
- Incerteza maior -
No entanto, o FMI disse que a incerteza sobre a política comercial segue muito maior do que em janeiro de 2025 e que ainda poderiam ocorrer problemas ocasionais em regiões como a América Latina.
A Suprema Corte dois Estados Unidos também deve se pronunciar sobre a legalidade do uso, por parte de Trump, de poderes econômicos de emergência para impor tarifas aduaneiras a bens de praticamente todos os parceiros comerciais.
Espera-se que o alto tribunal emita uma decisão ainda no começo de 2026, segundo o Fundo.
A anulação de algumas tarifas aduaneiras "injetaria outra dose de incerteza sobre a política comercial na economia global", acrescentou Gourinchas.
Trump poderia recorrer a outras faculdades legais para reimpor as tarifas, o que gera incerteza.
Além do comércio, o auge da IA que impulsiona a economia global traz seus próprios riscos, disse Gourinchas.
Existe a possibilidade de uma "correção do mercado" se não se concretizarem as expectativas sobre os lucros, a produtividade e a rentabilidade da IA.
Um grande catalisador dos recentes recordes acionários em Wall Street foi o otimismo em torno da inteligência artificial.
- Divergência -
O FMI estima que o repique do investimento e do gasto em tecnologia acrescentou cerca de 0,3 ponto percentual ao crescimento anual médio do PIB dos Estados Unidos nos três primeiros trimestres de 2025.
Isto compensou o lastro da longa paralisação do governo federal no fim do ano.
Gourinchas destacou a divergência entre os Estados Unidos - que estão experimentando um salto em investimentos na tecnologia de IA - e outras economias avançadas.
O FMI estima o crescimento dos Estados Unidos em 2,4% para 2026, 0,3 ponto percentual a mais que o previsto em outubro.
Em contraste, prevê um crescimento de 1,3% na zona do euro e um ritmo mais lento no Japão.
O crescimento na China e na Índia também é "relativamente sólido" em comparação com outros mercados emergentes, disse Gourinchas.
Com vistas ao futuro, Gourinchas ressaltou a necessidade de independência dos bancos centrais para que possam cumprir seus mandatos de estabilidade de preços e estabilidade financeira.
Embora não tenha comentado uma investigação em curso do Departamento de Justiça dos Estados Unidos sobre o presidente do Federal Reserve (Fed, banco central americano), Jerome Powell, destacou que a importância do dólar americano para o sistema monetário internacional implica que é "ainda mais importante" que o Fed possa fazer seu trabalho e fazê-lo bem.
R.Fischer--VB