-
PSI abre em alta com EDP Renováveis e EDP entre os destaques
-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
-
Abdul El-Sayed torna-se primeiro muçulmano eleito para o Senado dos EUA
-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
-
Confirmadas as empresas participantes e os palestrantes do Blue Magic Netherlands, de 17 de novembro
Argentina registra superávit fiscal em 2025 pelo segundo ano consecutivo
A Argentina encerrou 2025 com um superávit anual em suas contas públicas pelo segundo ano consecutivo, resultado da política de "déficit zero", adotada pelo presidente ultraliberal Javier Milei, anunciou o governo nesta sexta-feira (16).
Em 2025, o superávit primário foi de 1,4% do produto interno bruto (PIB), enquanto o fiscal foi de 0,2% do PIB, informou o ministro da Economia, Luis Caputo, no X.
A Argentina não conseguia encadear dois anos consecutivos de balanço positivo em suas contas desde 2008.
O resultado marca um leve recuo em relação aos números de 2024, quando o superávit primário foi de 1,8% e o superávit fiscal, de 0,3%.
"A âncora fiscal (déficit zero) é e será uma política de Estado", comemorou Milei em sua conta no X.
O resultado fiscal de 2025 se apoiou em um forte ajuste dos gastos públicos, que implicou a redução de subsídios e o congelamento de orçamentos em setores como educação, saúde, pesquisa científica e obras públicas.
"A ordem nas contas públicas e o crescimento econômico permitirão continuar devolvendo recursos ao setor privado na forma de redução de impostos", prometeu o ministro da Economia.
W.Huber--VB