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Presidente do Irã diz que governo deve ouvir protestos pelo custo de vida
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, pediu nesta terça-feira (30) ao governo que escute "as demandas legítimas" dos manifestantes, após dois dias de protestos de comerciantes de Teerã contra o custo de vida elevado e a hiperinflação.
A República Islâmica enfrenta há vários anos um encarecimento desenfreado dos produtos básicos e uma desvalorização crônica de sua moeda, em um contexto de severas sanções ocidentais. Em dezembro, os preços aumentaram 52% em média, em termos anuais, segundo o Centro de Estatísticas Iraniano.
Apreensivos com os efeitos da crise em seus negócios, vendedores da capital voltaram a fechar suas lojas na segunda-feira e organizaram um protesto contra o agravamento da situação econômica do país.
A mobilização espontânea começou no domingo no maior mercado de telefones celulares de Teerã, antes da ampliação do protesto na segunda-feira.
Imagens da agência de notícias estatal Fars mostraram que as forças de segurança usaram gás lacrimogêneo para dispersar os protestos.
"Pedi ao ministro do Interior que ouça as demandas legítimas dos manifestantes, dialogando com seus representantes, para que o governo possa agir com todas as suas forças para resolver os problemas e fazer isso de maneira responsável", afirmou Pezeshkian na rede social X.
Na manhã de terça-feira, muitas lojas e cafeterias estavam abertas ao longo da avenida Vali-asr, que atravessa a capital de norte a sul ao longo de 18 quilômetros.
Policiais da unidade antichoque vigiavam as principais praças do centro da cidade.
Para quarta-feira (31), as autoridades decretaram o fechamento de escolas, bancos e prédios públicos em Teerã e outras regiões do país devido ao frio e para economizar energia, anunciou a imprensa estatal, que não vinculou a medida aos protestos.
O presidente do Parlamento, Mohamad Bagher Ghalibaf, pediu aos deputados que tomem as "medidas necessárias para aumentar o poder aquisitivo da população". Contudo, ele também fez um alerta para o risco de instrumentalização dos protestos para provocar "o caos".
- Moeda desvalorizada -
O rial iraniano atingiu no domingo um novo mínimo histórico em relação ao dólar, segundo a taxa de câmbio informal no mercado paralelo, a mais de 1,4 milhão de riais por dólar (contra 820.000 um ano antes) e 1,7 milhão por euro (contra 855.000).
Na segunda-feira, a moeda iraniana registrou uma leve recuperação.
A desvalorização crônica da moeda provocou hiperinflação e volatilidade no Irã, onde alguns preços aumentam consideravelmente de um dia para o outro.
A situação paralisa as vendas de alguns produtos importados, já que tanto vendedores quanto compradores preferem adiar qualquer transação à espera de um novo cenário.
"Nenhum dirigente (político) nos apoiou nem tentou entender como a taxa de câmbio do dólar afeta nossas vidas", lamentou um manifestante citado na terça-feira pelo jornal Etemad.
"Tivemos que expressar nosso descontentamento", acrescentou o vendedor, que falou sob a condição de anonimato.
- Sanções -
"Muitos comerciantes preferiram suspender suas transações para evitar possíveis perdas", explicou na segunda-feira a agência oficial de notícias Irna.
A economia iraniana, já enfraquecida por décadas de sanções ocidentais, sofre com o restabelecimento, no final de setembro por parte da ONU, das penalizações internacionais relacionadas com seu programa nuclear, que haviam sido suspensas há 10 anos.
Em um momento de crise, o governo anunciou a substituição do presidente do Banco Central por Abdolnasser Hemmati, que já ocupou o cargo entre 2018 e 2021.
Hemmati, ex-ministro da Economia e das Finanças, assumirá o cargo na quarta-feira. Ele volta ao cenário político depois de ter sido destituído em março pelo Parlamento, também devido à forte desvalorização do rial.
T.Suter--VB