-
De la Espriella se alinha aos EUA com foco no 'narcoterrorismo'
-
Trump vai recorrer após Justiça bloquear obra de salão de baile
-
De la Espriella assume poder na Colômbia com foco no 'narcoterrorismo'
-
De la Espriella assume o poder na Colômbia com apoio de Trump na guerra contra o tráfico
-
Laudo aponta que Brandon Clarke, jogador da NBA, teve morte por overdose acidental
-
Ataques de rebeldes houthis deixam 10 mortos em região petrolífera do Iêmen
-
Espanha impõe controles fronteiriços à Itália em meio a crise migratória
-
De la Espriella chega ao poder na Colômbia com apoio de Trump na guerra contra o tráfico
-
Milhares marcham na Argentina no dia de São Caetano, padroeiro do pão e do trabalho
-
Europa se prepara para queda de geração de energia durante eclipse
-
Luca Zidane deixa Granada e assina com Leganés
-
Rybakina derrota Li e vai às oitavas do WTA 1000 de Toronto
-
Rebeldes houthis continuam ofensiva no Iêmen com ataques em região petrolífera
-
Rebeca Andrade tira nota mais alta do mundo no salto em 2026
-
Rússia nega estar por trás do drone com explosivos encontrado em aeroporto alemão
-
De la Espriella: um milionário pró-Trump na Presidência da Colômbia
-
Vasco anuncia contratação do atacante argentino Facundo Colidio
-
Ex-advogado de Trump pronto para ser confirmado como procurador-geral dos EUA
-
Espanha lança ultimato à Itália para que levante controles fronteiriços
-
Obras do salão de baile de Trump são bloqueadas em recurso
-
Cambridge revisará seu processo de contratação após escândalo por suposto plágio
-
Novo técnico da Bélgica conversará com Courtois sobre seu futuro na seleção
-
Diretor da McLaren exalta 'harmonia reforçada' entre Norris e Piastri
-
Real Madrid empresta Mastantuono à Fiorentina
-
México e Peru restabelecem relações diplomáticas após ruptura por asilo
-
Bayern de Munique vence Aston Villa em amistoso em Hong Kong
-
EUA perde empregos, um golpe às afirmações de Trump sobre a economia
-
OMS propõe testar na RDC uma vacina já existente contra outra cepa do ebola
-
Notre-Dame, Champs-Élysées e vítimas de abusos: a agenda do papa na França
-
Arábia Saudita, Paquistão e Turquia assinam pacto de defesa em meio a tensão com Irã
-
Coreia do Norte recomenda sopa de cachorro para enfrentar o calor
-
Desemprego na França sobe para 8,3%, seu nível mais alto desde a pandemia
-
De la Espriella toma posse na Colômbia como aliado de Trump na guerra contra o tráfico
-
Rebeldes houthis matam mais de 60 soldados das forças governamentais no Iêmen
-
Adolescente mata avós, alunos e professores na Tailândia
Especialistas da ONU criticam bloqueio dos Estados Unidos contra Venezeula
Especialistas da ONU denunciaram nesta quarta-feira (24) o bloqueio naval ordenado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, contra os navios petroleiros sancionados que partam ou sigam para a Venezuela, medida que consideraram um "ataque armado" contrário ao direito internacional.
Desde agosto, o governo dos Estados Unidos mantém um dispositivo militar no Caribe, oficialmente para combater o narcotráfico, e ataca supostas lanchas do tráfico na região e no Pacífico oriental, com um balanço até o momento de 105 mortos.
Além disso, o presidente Trump ordenou o bloqueio de todos os petroleiros sancionados que entrem e saiam da Venezuela. Ao menos dois navios foram apreendidos.
Washington acusa Caracas de utilizar a venda de petróleo para financiar "o narcoterrorismo, o tráfico de pessoas, os assassinatos e os sequestros".
O governo americano estabeleceu um preço pela captura do presidente Nicolás Maduro — 50 milhões de dólares (276 milhões de reais) de recompensa por qualquer informação que facilite sua detenção —, sob a acusação de que o líder chavista dirige o 'Cartel de los Soles'.
A Venezuela nega qualquer envolvimento no tráfico de drogas e considera que Washington quer derrubar Maduro para assumir o controle das reservas petrolíferas do país, as maiores do planeta.
"Não existe direito de impor sanções unilaterais por meio de um bloqueio armado", afirmaram os especialistas, com mandato do Conselho de Direitos Humanos da ONU, mas que não se expressam em nome da organização.
"É um uso tão grave da força que também está expressamente reconhecido como agressão armada ilegal na Definição de Agressão adotada pela Assembleia Geral em 1974", apontam os especialistas.
"Portanto, trata-se de um ataque armado nos termos do artigo 51 da Carta das Nações Unidas, que a princípio concede ao Estado vítima o direito à legítima defesa", acrescentaram.
Os especialistas também criticaram os ataques de Washington a supostas lanchas do tráfico, em particular porque não foram apresentadas evidências de que as embarcações transportavam drogas.
"Segundo os relatos, nenhuma das pessoas assassinadas representava uma ameaça imediata que justificasse o uso de força letal", apontaram.
"Os assassinatos constituem violações do direito à vida. Devem ser investigados e os responsáveis levados à Justiça. Ao mesmo tempo, o Congresso dos Estados Unidos deveria intervir para evitar novos ataques e suspender o bloqueio", acrescentaram os especialistas.
Na terça-feira, durante uma reunião do Conselho de Segurança, Rússia e China criticaram duramente a pressão militar e econômica exercida pelos Estados Unidos sobre a Venezuela, que chamaram de "comportamento de caubói" e "intimidação".
"Estamos diante de uma potência que atua à margem do direito internacional, exigindo que nós, venezuelanos, abandonemos nosso país e o entreguemos", afirmou o embaixador da Venezuela na ONU, Samuel Moncada, ao Conselho de Segurança.
A.Zbinden--VB