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SCANDIC FINANCE 그룹, 알렉스 보디 부사장 선임
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亞歷克斯・博迪獲任命為 SCANDIC FINANCE 集團副總裁
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Алекса Боді призначено віцепрезидентом групи SCANDIC FINANCE
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Алекс Боди назначен вице-президентом группы SCANDIC FINANCE
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Todos os militares retidos nos protestos indígenas do Equador são libertados
Os 17 militares retidos no Equador em meio a protestos indígenas contra o governo foram libertados, embora vários deles tenham hematomas e fraturas, informou o Ministério da Defesa nesta quarta-feira (1º).
Desde 22 de setembro, grupos indígenas bloqueiam estradas com troncos, pedras e pneus em protesto contra a eliminação dos subsídios ao diesel.
A medida do presidente Daniel Noboa aumentou os preços dos combustíveis em 56%, um golpe para a economia rural.
Em meio aos protestos de domingo, um grupo de 17 soldados foi retido por manifestantes, segundo o governo. Um deles foi libertado na segunda-feira e os demais na terça-feira, informou um funcionário do Ministério da Defesa à AFP. Ao longo da semana, as autoridades deram relatos conflitantes sobre o número de libertados.
"Ontem (terça-feira), tarde da noite, eles foram recuperados, foram entregues", disse o ministro da Defesa, Gian Carlo Loffredo, em entrevista a uma emissora de rádio. "Estamos realizando uma análise médica para determinar o estado de saúde deles", acrescentou.
Os militares foram retidos no domingo na província andina de Imbabura, no norte do país, em meio a violentos confrontos com manifestantes, nos quais um indígena morreu baleado e 12 agentes ficaram feridos.
"Estamos falando de braços e pernas quebrados, cabeças fraturadas, contusões, queimaduras, perda auditiva devido ao uso desses fogos de artifício e até mesmo um de nossos soldados que está completamente desfigurado por ter sido atingido por uma pedra", disse Loffredo ao relatar a libertação.
Os protestos, que deixaram cerca de 90 detidos, concentram-se em Imbabura e se espalharam ao longo da semana para outras províncias, como Cañar, Cotopaxi e Pichincha, cuja capital é Quito.
- Justiça indígena -
Na terça-feira, o secretário-geral da ONU, António Guterres, apelou a "todos os atores" para que se abstenham de "qualquer forma de violência", após expressar a sua "profunda preocupação" com o que ocorreu nos protestos.
A Defensoria do Povo indicou que acompanhou um processo de justiça indígena — reconhecida pela Constituição — que resultou na entrega dos militares. O órgão confirmou que "os soldados permaneceram sob resguardo comunitário e receberam avaliações médicas prévias", segundo um comunicado.
Delegados da Cruz Vermelha e autoridades locais e comunitárias compareceram à audiência.
A principal organização dos povos indígenas (Conaie) convocou uma "paralisação nacional" por tempo indeterminado, rejeitando o decreto do presidente Noboa que aumentou o preço do diesel de 1,80 para 2,80 dólares o galão.
O aumento dos preços dos combustíveis levou a violentos protestos indígenas durante os governos dos presidentes Lenín Moreno e Guillermo Lasso em 2019 e 2022, respectivamente.
O governo denuncia "atos terroristas" durante as manifestações e ameaça os responsáveis com penas de até 30 anos de prisão por esse crime.
Noboa afirma que entre os manifestantes há infiltrados de máfias como a gangue venezuelana Tren de Aragua, embora não tenha detalhado sua acusação.
E.Gasser--VB