-
Novo Parlamento da Tailândia confirma Anutin Charnvirakul como primeiro-ministro
-
Trump ameaça destruir campos de gás do Irã após ataques contra o Catar
-
EUA ameaça destruir campo de gás do Irã em caso de novo ataque no Catar
-
Messi marca gol 900 mas Inter Miami é eliminado da Concachampions
-
Polícia da Bolívia prende filho de ex-presidente
-
Criadores do Labubu esperam grande sucesso com filme coproduzido pela Sony
-
Venezuela vive festa após conquista do Mundial de Beisebol
-
Val Kilmer vai reaparecer em filme graças à IA
-
Messi marca 900º gol de sua carreira em jogo do Inter Miami
-
Messi marca gol número 900 de sua carreira
-
Copom reduz Selic a 14,75%, primeiro corte em quase dois anos
-
Liverpool goleia Galatasaray (4-0) e vai enfrentar PSG nas quartas da Champions
-
Atlético de Madrid perde para Tottenham (3-2), mas vai enfrentar Barça nas quartas da Champions
-
Família processa resort nos EUA por servir chocolate quente muito quente
-
Bayern volta a golear Atalanta (4-1) e vai enfrentar Real Madrid nas quartas da Champions
-
Costa Rica fecha embaixada em Cuba e diz que é preciso 'limpar o hemisfério de comunistas'
-
Indicado de Trump para liderar Segurança Interna passa por audiência tensa no Senado
-
Barcelona atropela Newcastle (7-2) e vai às quartas da Champions
-
Rastreadores apontam que petroleiro russo envia petróleo para Cuba
-
Com lesão no tornozelo, Barcola vai desfalcar PSG por várias semanas
-
Mastantuono é a grande ausência na lista de convocados da Argentina para amistoso contra Guatemala
-
Presidente da Venezuela destitui Padrino, leal ministro da Defesa de Maduro
-
Fed mantém juros, enquanto guerra afeta perspectivas da inflação
-
Donnarumma diz que Vini Jr. deveria tentar 'ser querido por todo mundo'
-
Preço do petróleo dispara após ataques a instalações de gás no Irã; bolsas caem
-
Braga goleia Ferencváros (4-0) e avança às quartas de final da Liga Europa
-
Chefe do tráfico morre em operação policial no centro do Rio, que deixa outros 7 mortos
-
De Verstappen a Hamilton, estrelas divergem sobre novo regulamento da Fórmula 1
-
Membros de comboio internacional começam a chegar a Cuba com ajuda humanitária
-
'Contate-nos': Mossad israelense busca espiões no Irã em plena guerra
-
Nova partícula é descoberta pelo Grande Colisor de Hádrons
-
Paquistão anuncia cessar-fogo com Afeganistão durante fim do Ramadã
-
Com lesão no ombro, Kasper Schmeichel fala em possível aposentadoria
-
Senegal pede investigação por 'suspeita de corrupção' após ter título da CAN retirado
-
Eurodeputados querem proibir criação de imagens sexuais falsas geradas por IA
-
EUA diz que IA da Anthropic representa 'risco inaceitável' para o Exército
-
Promotoria na Noruega pede mais de 7 anos de prisão para filho de princesa julgado por estupros
-
Ryan Gosling quer levar o público aos cinemas com 'Devoradores de Estrelas'
-
Ucranianos recebem seus prisioneiros de guerra à beira da estrada
-
ONG confirma que ataque contra clínica de Cabul deixou 'centenas de mortos e feridos'
-
Pelo menos 12 mortos em bombardeios israelenses no centro de Beirute
-
Irã enterra Larijani e promete vingar sua morte
-
Federação de Senegal vai recorrer contra decisão 'injusta' que retirou o título do país da Copa Africana
-
Irã promete vingar a morte de Larijani
-
Com aprovação do Paraguai, Mercosul ratifica acordo comercial com a UE
-
Bukele endurece guerra contra grupos criminosos em El Salvador
-
ONU alerta para redução dos avanços contra a mortalidade infantil
-
Bia Haddad é eliminada na primeira rodada do WTA 1000 de Miami
-
Cerimônia do Oscar tem audiência 9% menor
-
EUA aumenta pressão sobre Cuba, que restabelece eletricidade após apagão
Rubio e Wang tiveram reunião 'positiva' na cúpula do Sudeste Asiático
O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, disse nesta sexta-feira (11) que teve uma reunião "positiva" com seu contraparte chinês, Wang Yi, à margem de uma cúpula de ministros das Relações Exteriores da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean).
O encontro entre Wang e Rubio ocorre em um contexto de múltiplas disputas entre as duas maiores economias do mundo em campos como o comércio, a rivalidade tecnológica, o tráfico de fentanil e a situação de Taiwan.
"Foi uma reunião muito construtiva e positiva", disse Rubio à imprensa após o encontro de uma hora, mas ressaltou que "não foi uma negociação".
"Acho que saímos com a sensação de que há algumas áreas em que poderemos trabalhar juntos", acrescentou.
"Ambas as partes concordaram que o encontro foi positivo, pragmático e construtivo", destacou o Ministério das Relações Exteriores da China, esclarecendo em um comunicado que ambas as potências concordaram em "fortalecer a comunicação e o diálogo".
Rubio também expressou sua confiança de que ocorrerá um encontro entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e seu contraparte chinês, Xi Jinping.
"Há um forte desejo de ambas as partes", disse, embora tenha acrescentado que nenhuma data havia sido definida.
Os dois chefes da diplomacia estão em Kuala Lumpur, capital da Malásia, para esta cúpula de países do Sudeste Asiático, na qual também participam representantes de Japão, Coreia do Sul e Austrália.
A reunião viu-se abalada pela ameaça do presidente americano Donald Trump de impor tarifas elevadas a mais de 20 países, muitos deles asiáticos, se não fecharem um acordo comercial com Washington antes de 1º de agosto.
Membros da Asean como Indonésia, Laos, Tailândia, Malásia, Filipinas, Brunei e Mianmar estão expostos a tarifas de 20% a 40%, enquanto aliados tradicionais de Washington como Japão e Coreia do Sul enfrentam tarifas de 25%.
Ainda assim, Rubio disse na quinta-feira em Kuala Lumpur que "muitos países do Sudeste Asiático terão taxas alfandegárias melhores que as de outras regiões do mundo".
"Mas as conversas continuam. Haverá mais na próxima semana com o Japão. Há intercâmbios em curso com praticamente todos os países aqui representados", assinalou.
Wang, por sua vez, pediu na quinta-feira, sem mencionar diretamente os Estados Unidos, uma ordem internacional "mais justa e razoável".
"Enfrentamos desafios como o impacto do protecionismo unilateral e o abuso das tarifas por parte de um determinado grande país", afirmou o chanceler chinês.
As tensões entre Washington e Pequim aumentaram com o retorno de Trump à Casa Branca em janeiro, que lançou uma ofensiva tarifária contra seu grande rival econômico.
O dirigente republicano chegou a impor tarifas adicionais de 145% sobre os produtos da China, que respondeu com sobretaxas de 125% às importações dos Estados Unidos.
Em maio, em uma reunião em Genebra, na Suíça, ambas as partes concordaram com uma trégua temporária para reduzir significativamente essas tarifas.
C.Kreuzer--VB