-
Após chegar aos EUA, Flávio Bolsonaro se declara "líder do Brasil"
-
Putin diz que Elon Musk é "realmente um gênio"
-
City vence Brighton e vai às quartas da Copa da Liga Inglesa; Liverpool elimina Chelsea
-
Irã adverte sobre risco de escalada militar após ameaças de Israel
-
Com Kane no banco, Bayern goleia Magdeburg (6-1) e avança na Copa da Alemanha
-
Fed mantém suas taxas inalteradas antes das legislativas nos EUA
-
Líder opositora percorre área devastada por terremotos na Venezuela
-
Após chegar aos EUA, Flávio Bolsonaro se declara "verdadeiro presidente do Brasil"
-
Kompany deixa hospital após uma meningite
-
Medvedev avança às oitavas de final do ATP 500 de Viena
-
Produtora de "Star Wars" vai comandar cerimônias das Olimpíadas de Los Angeles 2028
-
Inter de Milão vence lanterna Venezia (2-0) e segue líder no Italiano
-
Snapchat vai a julgamento nos EUA por vício de jovens em redes sociais
-
Sem maioria clara, presidente de Israel quer evitar novas eleições
-
Djokovic vence Humbert de virada na primeira rodada do ATP 500 da Basileia
-
Para o Hezbollah, não importa quem vença as eleições em Israel
-
Conmebol rejeita ação do Flamengo por escalação de Rojo na semifinal da Libertadores
-
Tribunal da Noruega bloqueia temporariamente novos termos de uso da Meta
-
Flávio Bolsonaro desembarca nos EUA depois de fugir do Brasil
-
Etiópia anuncia que recebeu 12 caças russos
-
Flávio Bolsonaro: de quase presidente à fuga pela porta dos fundos
-
Sergio Pérez renova contrato com a Cadillac até 2029
-
Ao menos 68 mortos no segundo acidente ferroviário grave do ano na Espanha
-
Governo britânico aumenta impostos sobre bancos para ajudar famílias
-
Segundo dia consecutivo de trégua humanitária na cidade ucraniana de Oleshky
-
Oposição exige explicações do governo de Milei por fuga de Flávio Bolsonaro pela Argentina
-
Técnico do Cruzeiro diz que time pode fazer 'coisas que ninguém espera' na Libertadores feminina
-
Os Bolsonaro: uma história de poder, prisão e exílio
-
COPs são um 'monte de bobagens', afirma o Panamá, que quer sediar a próxima reunião
-
Banco Mundial alerta para forte alta nos preços dos alimentos até 2027
-
Vice-presidente da Federação Japonesa renuncia após apoio da Ásia a Infantino
-
Onze mulheres são condenadas na Indonésia por maus-tratos a crianças em uma creche
-
Britânica denuncia que marido a drogava e a amarrava para ser violada por outros homens
-
Flávio Bolsonaro desembarca nos Estados Unidos depois de fugir do Brasil
-
Colisão de trens na Espanha deixa 64 mortos
-
Sem maioria clara, partidos árabes têm a chave para formação de governo em Israel
-
Cortes em programas de ajuda incentivam o voto de castigo contra Trump
-
Migrantes criam raízes no México após bloqueio de Trump ao 'sonho americano'
-
Tribunal iraniano condena cineasta Jafar Panahi a cinco anos de prisão
-
Zelensky teme que reunião entre EUA, Rússia e China vire plataforma de redistribuição da influência mundial
-
Pelo menos 31 mortos em colisão de trens na Espanha
-
Flávio Bolsonaro faz breve escala no Equador após fugir do Brasil
-
Pelo menos 10 mortos em colisão de trens na Espanha
-
Netanyahu lidera apuração em Israel, mas sem maioria
-
China afirma que leva a sério pedido de desculpas de Mbappé
-
Governo dos Estados Unidos propõe aliança de defesa 'ambiciosa' com o sudeste asiático
-
Síria reabre fronteira com a Jordânia
-
Flávio Bolsonaro viaja para o Equador, procedente da Argentina, após fugir do Brasil
-
Flávio Bolsonaro fugiu para os EUA, indica imprensa
-
Ativista palestino retorna à Universidade de Columbia após prisão
Trump ameaça China com tarifa adicional de 50%
O presidente dos Estados, Donald Trump, ameaçou nesta segunda-feira (7) aumentar as tarifas sobre produtos chineses em mais 50% se Pequim insistir em sua contraofensiva alfandegária, mas deixou a porta aberta para negociações com os demais países afetados.
"Se a China não retirar seu aumento de 34% sobre seus já prolongados abusos comerciais" até 8 de abril, "os Estados Unidos vão impor tarifas ADICIONAIS à China de 50%, a partir de 9 de abril", alertou Trump em sua plataforma Truth Social.
Antes, o republicano acusou a China de ignorar seu aviso "aos países especulativos para não retaliarem" sua ofensiva comercial.
Desde que retornou à Casa Branca, Trump impôs uma tarifa adicional de 20% sobre as importações chinesas por supostamente tolerar o tráfico de substâncias usadas para fabricar fentanil. Aumentará para 54% a partir de 9 de abril, com os 34% adicionais anunciados na semana passada.
- "Subirão a 104%" -
Consultada pela AFP, a Casa Branca confirmou que se Donald Trump cumprir sua nova ameaça, os impostos vão disparar para 104%.
"Além disso, serão suspensas todas as negociações com a China sobre seus pedidos de reunião", alertou Trump.
Por outro lado, garantiu que "as negociações com outros países que também solicitaram reuniões começarão imediatamente".
A agitação diplomática para minimizar os efeitos das sobretaxas continua. O republicano acusa os parceiros econômicos dos Estados Unidos de "saqueá-los" e impôs uma tarifa universal de 10% sobre a maioria de seus produtos importados, que entrou em vigor no sábado.
Na próxima quarta-feira, reserva sobretaxas ainda maiores para dezenas de parceiros comerciais importantes, principalmente a União Europeia (20%) e a China.
Da Ásia à Europa, os parceiros comerciais dos Estados Unidos tentam convencer Donald Trump a aliviar as medidas.
A União Europeia propôs uma isenção tarifária total e recíproca para produtos industriais aos Estados Unidos, segundo a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen.
O primeiro-ministro japonês, Shigeru Ishiba, afirma ter chegado a um acordo com Trump para continuar as negociações.
Bangladesh, o segundo maior fabricante de vestuário do mundo, pediu a Washington que suspenda a aplicação de novas tarifas alfandegárias por três meses.
"Mais de 50 países" entraram em contato com o governo dos Estados Unidos", disse à NBC o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent. "Veremos se o que eles têm a oferecer é confiável", acrescentou.
Em sua opinião, não é algo que pode ser negociado em "dias ou semanas", então ele deu a entender que as tarifas podem permanecer em vigor por vários meses.
O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu já está em Washington, certamente para falar sobre tarifas. Foi o primeiro líder estrangeiro a conseguir o encontro.
As medidas de Trump são um golpe para o mercado de ações e para as famílias que nele investem suas economias.
Depois de uma quinta e sexta-feira difíceis, a segunda-feira ainda é um dia de turbulência. Hong Kong caiu mais de 13% e o índice Nikkei de Tóquio caiu 7,8%.
Nos Estados Unidos, a queda foi mais moderada horas antes do fechamento (em torno de -1%). Mas Wall Street já havia perdido cerca de 6 trilhões de dólares (35,32 trilhões de reais) em capitalização de mercado na quinta e sexta-feira.
- "Não sejam fracos!" -
"Não sejam fracos! Não sejam estúpidos!... Sejam fortes, corajosos e pacientes, e a grandeza será o resultado!", escreveu Trump em sua rede Truth Social pouco antes da abertura da Bolsa de Nova York.
"Às vezes, é preciso tomar remédios para sarar", disse a jornalistas a bordo do Força Aérea Um ao retornar para Washington após um fim de semana de golfe na Flórida.
"Não há inflação", insistiu nesta segunda-feira, pedindo novamente ao banco central americano (Fed) que "reduza as taxas".
A maioria dos economistas espera que as tarifas aumentem a inflação e desacelerem o crescimento.
C.Kreuzer--VB