-
Ator Chuck Norris morre aos 86 anos
-
Retorno do grupo sul-coreano BTS relembra o lado obscuro do K-Pop
-
Presidente da Conmebol diz que Argentina é bicampeã da Finalíssima
-
Cristiano Ronaldo vai desfalcar Portugal nos amistosos contra México e EUA
-
BTS lança novo álbum antes de seu tão aguardado retorno aos palcos
-
Índia pode revolucionar combate à obesidade com medicamentos genéricos de baixo custo
-
Bombeiros combatem incêndio em refinaria do Kuwait após ataque iraniano
-
Princesa Mette-Marit da Noruega diz que foi 'manipulada e enganada' por Epstein
-
Fifa multa Federação Israelense de Futebol por 'discriminação'
-
Israel anuncia mais ataques contra o Irã, país que considera prestes a ser 'dizimado'
-
Presidente da Venezuela anuncia mudança no comando militar
-
Comissão aprova moeda comemorativa com imagem de Trump
-
Seis países se declaram 'dispostos a contribuir' para segurança no Estreito de Ormuz
-
Flamengo vai enfrentar Estudiantes na Libertadores; Palmeiras cai em grupo acessível
-
Organizações humanitárias condenam ameaças de guerrilheiros a delegações na Colômbia
-
LeBron James iguala recorde de jogos disputados na NBA
-
Swiatek é eliminada em sua estreia no WTA 1000 de Miami
-
Neymar vai enfrentar San Lorenzo em sua volta à Copa Sul-Americana
-
México convoca Fidalgo e veterano Ochoa para amistosos contra Portugal e Bélgica
-
Luis Díaz é destaque da lista de convocados da Colômbia para amistosos contra Croácia e França
-
'É necessário dinheiro para matar os caras maus', diz Hegseth sobre custo da guerra
-
Espanha e Inglaterra se impõem nas oitavas da Liga Europa e da Conference League
-
Morre, aos 84 anos, Umberto Bossi, fundador do partido Liga Norte
-
Seleção iraniana de futebol feminino é homenageada em Teerã
-
Irã está prestes a ser 'dizimado', garante premiê israelense
-
Fifa aprova regra para aumentar número de treinadoras no futebol feminino
-
Cunningham sofre pneumotórax e vai desfalcar Pistons na NBA
-
Em pré-campanha, Flávio Bolsonaro elogia modelo de segurança de Bukele
-
Celta elimina Lyon de Endrick nas oitavas da Liga Europa
-
Netanyahu nega que Israel tenha 'arrastado' EUA para a guerra
-
Irã alerta que não haverá 'moderação' em meio a ataques contra infraestruturas energéticas
-
Novo técnico da seleção marroquina apoia decisão da Confederação Africana
-
MLS revela detalhes de sua temporada 'sprint' de 2027
-
Fifa se diz confiante em realizar Copa do Mundo com "todas as seleções" previstas
-
FMI se diz preocupado com inflação global e produção por guerra no Irã
-
Venezuelano detido por 10 meses por serviços de imigração é libertado nos EUA
-
Pretendido pelo Atlético, Cristian Romero prefere focar "na situação" do Tottenham
-
Rússia recomenda enviar psicólogos a mulheres que não querem ser mães
-
Enzo Fernández está 'feliz' no Chelsea, garante seu treinador
-
Petróleo dispara por medo de crise energética global após Irã atacar instalações-chave
-
Neymar tem novo técnico no Santos: Cuca
-
Mbappé é destaque na lista de convocados da França para amistosos contra Brasil e Colômbia
-
Jovens Karl e Urbig são convocados pela 1ª vez pela Alemanha
-
Courtois sofre lesão na coxa e vai desfalcar Real Madrid contra o Bayern na Champions
-
Com cortes na internet, Moscou retrocede 'vinte anos'
-
Uso intensivo de redes sociais prejudica o bem-estar dos jovens
-
Guerra no Irã consolida o poder da Guarda Revolucionária
-
Coreia do Norte se classifica para Copa do Mundo Feminina de 2027, no Brasil
-
Osimhen sofreu fratura no braço e Lang passará por cirurgia no polegar, informa Galatasaray
-
As instalações de petróleo e gás afetadas pela guerra no Oriente Médio
UE promete responder às tarifas dos EUA, mas deixa mão estendida para negociar
A União Europeia alertou, nesta quinta-feira (3), que está preparada para responder às tarifas generalizadas anunciadas pelos Estados Unidos, mas estendeu a mão para negociar uma solução.
"As tarifas universais anunciadas pelo presidente [Donald] Trump são um golpe severo para a economia global. Lamento profundamente essa escolha", disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, no Uzbequistão.
No entanto, garantiu que o bloco europeu está "preparado para responder".
"Estamos nos preparando para novas contramedidas para proteger os nossos interesses e os nossos negócios se as negociações falharem", afirmou.
Trump assinou um decreto na quarta-feira para introduzir uma tarifa mínima de 10% sobre todas as importações que entram no país e 20% sobre os produtos procedentes da UE.
A ofensiva protecionista, sem precedentes desde a década de 1930, é, segundo o presidente republicano, uma "declaração de independência econômica" para promover uma "era de ouro" nos Estados Unidos.
Para a presidente da Comissão, essas medidas levarão ao "caos".
"Não há um caminho claro para superar a complexidade e o caos que estão sendo criados, já que todos os parceiros comerciais dos Estados Unidos são afetados", disse ela.
No entanto, acrescentou, "há um caminho alternativo. Não é tarde demais para abordar as nossas preocupações por meio de negociações".
A UE está comprometida em reduzir as barreiras ao comércio, "não em criá-las", disse, pedindo "que passemos do confronto para a negociação".
- Negociar uma saída -
Na Alemanha, o vice-chanceler federal, Robert Habeck, apoiou a UE em sua busca por uma solução negociada com Washington.
Se esses esforços falharem, acrescentou, o bloco europeu oferecerá uma resposta "equilibrada, clara e determinada. Estamos preparados".
Em sua reação, Von der Leyen alertou que com as tarifas anunciadas por Trump, "a economia global sofrerá enormemente".
"A incerteza crescerá e desencadeará uma onda de protecionismo. As consequências serão terríveis para milhões de pessoas ao redor do mundo", lamentou.
Em uma mensagem aos cidadãos europeus, Von der Leyen lamentou que "muitos de vocês se sintam decepcionados com o nosso aliado mais antigo".
O mercado único europeu, acrescentou, é o "nosso porto seguro em tempos tumultuados. E a Europa estará ao lado daqueles diretamente afetados".
Em uma demonstração da gravidade da situação, Von der Leyen leu a mesma declaração em três idiomas: inglês, francês e alemão.
Na rede X, o presidente do Conselho Europeu (órgão que representa os países do bloco), António Costa, destacou que, diante dessa realidade, o bloco deve contar com outros aliados comerciais.
"Agora é o momento de ratificar os acordos com o Mercosul e o México e avançar decisivamente nas negociações com a Índia e outros parceiros importantes", observou.
Enquanto isso, o presidente da Comissão de Comércio do Parlamento Europeu, Bernd Lange, chamou as medidas anunciadas por Trump de "injustificadas, ilegais e desproporcionais".
O líder do Partido Popular Europeu (PPE, direita), o alemão Manfred Weber, disse que a UE continua aberta a negociações "justas e firmes".
"As tarifas de Donald Trump não defendem o comércio justo; elas o atacam por medo e prejudicam ambos os lados do Atlântico. A Europa está unida, pronta para defender seus interesses e aberta a negociações justas e firmes", disse na rede X.
Em Paris, o porta-voz do governo revelou que a UE poderia aplicar impostos sobre os serviços digitais, uma medida que impactaria diretamente as gigantes americanas do setor.
D.Schaer--VB