-
Colisão de trens na Espanha deixa 64 mortos
-
Sem maioria clara, partidos árabes têm a chave para formação de governo em Israel
-
Cortes em programas de ajuda incentivam o voto de castigo contra Trump
-
Migrantes criam raízes no México após bloqueio de Trump ao 'sonho americano'
-
Tribunal iraniano condena cineasta Jafar Panahi a cinco anos de prisão
-
Zelensky teme que reunião entre EUA, Rússia e China vire plataforma de redistribuição da influência mundial
-
Pelo menos 31 mortos em colisão de trens na Espanha
-
Flávio Bolsonaro faz breve escala no Equador após fugir do Brasil
-
Pelo menos 10 mortos em colisão de trens na Espanha
-
Netanyahu lidera apuração em Israel, mas sem maioria
-
China afirma que leva a sério pedido de desculpas de Mbappé
-
Governo dos Estados Unidos propõe aliança de defesa 'ambiciosa' com o sudeste asiático
-
Síria reabre fronteira com a Jordânia
-
Flávio Bolsonaro viaja para o Equador, procedente da Argentina, após fugir do Brasil
-
Flávio Bolsonaro fugiu para os EUA, indica imprensa
-
Ativista palestino retorna à Universidade de Columbia após prisão
-
Com lesão no joelho, Kawhi Leonard vai desfalcar Toronto Raptors contra Clippers
-
Netanyahu promete formar novo governo 'forte' em Israel
-
Zverev e Alcaraz avançam no ATP 500 de Viena
-
Boca de urna aponta empate entre Eisenkot e Netanyahu em Israel
-
Flávio Bolsonaro chegou aos EUA (imprensa)
-
"Que ninguém se intrometa" na "estabilidade" da Venezuela, adverte Delcy
-
Messi busca recuperação do Inter Miami na MLS; Griezmann e Lewandowski duelam
-
Argentina fecha acordo com FMI para repasse de US$ 900 milhões
-
Fuga de Flávio Bolsonaro coloca à prova relação Brasil-EUA
-
Bruno Guimarães perde pênalti e Arsenal cai na Copa da Liga contra Fleetwood Town
-
Gol de Sabitzer no fim classifica Dortmund contra Werder Bremen na Copa da Alemanha
-
Oposição tem leve vantagem sobre Netanyahu, apontam primeiras projeções
-
Charles III inicia viagem pelo Caribe marcada por pedidos de reparações pela escravidão
-
Flávio Bolsonaro fugiu para os EUA após perder eleições, diz imprensa
-
Xhaka e Embolo são liberados para voltar à seleção suíça após caso de certificados falsos de covid
-
'Algum dia chegará meu momento', diz Lamine Yamal sobre Bola de Ouro
-
Lazio atropela Sassuolo com 1º gol de bisneto de Mussolini na Serie A
-
'O corpo é o único adversário que não consigo vencer', diz Sinner
-
Lesionados, Auger-Aliassime e Bublik não vão disputar Masters 1000 de Paris
-
Técnico do Napoli é suspenso por 2 jogos após expulsão contra Roma
-
LaLiga denuncia comportamentos violentos de torcedores no 'El Clásico'
-
Candidata à chefia da ONU enfrenta críticas por guerra no Sudão
-
Polônia terá centro de manutenção de mísseis Patriot
-
Alcaraz vence Khachanov e vai à 2ª rodada do ATP 500 de Viena
-
Netanyahu denuncia tentativas de roubo na primeira eleição desde os ataques de Hamas
-
Trump e Lula voltam à estaca zero, mas em posição de ataque
-
Flávio Bolsonaro tem passaportes cancelados em meio a dúvidas sobre seu paradeiro
-
Kvaratskhelia passa por cirurgia bem-sucedida no joelho em Doha, informa PSG
-
Os principais temas das eleições legislativas de meio de mandato nos EUA
-
Houthis atacam maior refinaria da Arábia Saudita e Ministério da Defesa em Riade
-
Ebola supera 10 mil casos na África, a maioria na RDC
-
Flávio Bolsonaro tem passaportes cancelados
-
Os principais números das eleições de meio de mandato nos EUA
-
Cristiano Ronaldo entra na pré-lista de Portugal para Liga das Nações
Manifestantes protestam contra Elon Musk diante de concessionárias da Tesla nos EUA
Centenas de manifestantes se reuniram neste sábado (29) diante de concessionárias da Tesla nos Estados Unidos, parte uma convocação mundial em rechaço ao magnata Elon Musk, dono da empresa de carros elétricos e assessor próximo do presidente Donald Trump.
Em frente à filial de Manhattan, entre 500 e 1.000 pessoas exigiram que o homem mais rico do mundo renuncie ao chamado Departamento de Eficiência Governamental (DOGE, na sigla em inglês), ao qual foi nomeado por Trump para cortar despesas do Estado e rastrear casos de fraude.
"Elon Musk precisa ir embora", gritaram os manifestantes diante de uma das 200 concessionárias que a Tesla possui nos Estados Unidos e na Europa. Os protestos foram convocados principalmente pelo grupo ambientalista Planet Over Profit (O planeta à frente do lucro, em tradução livre).
"Parar Musk vai ajudar a salvar vidas e a proteger nossa democracia. Elon Musk está destruindo nossa democracia e está usando a fortuna que construiu com a Tesla para isso", argumentou o grupo.
Amy Neifeld, uma psicóloga de 70 anos, contou à AFP que não protestava na rua desde a guerra do Vietnã nos anos 1970, mas voltou a fazê-lo porque Musk está levando os Estados Unidos ao "fascismo".
"Cresci com bastante consciência do que é o fascismo. E a situação piorou cada vez mais desde a eleição" de Trump, afirmou Neifeld.
"Sinto que temos que fazer algo rapidamente, porque ele está avançando com muita velocidade", acrescentou.
Para Hudson Fisher, responsável pelo blog Trust Cafe, a situação é preocupante. "O meu país está sendo destruído e Musk é responsável por isso. É uma tecno-oligarquia."
"Ele tem muito dinheiro e poder. Tem mais poder que os governos. Sem nenhum controle. Esse é o verdadeiro perigo", acrescentou, durante o protesto em Nova York, que se desenvolveu pacificamente em meio a um grande aparato policial.
Em Washington, outras 150 pessoas se manifestaram em um ambiente festivo.
Questionada sobre os protestos, a Tesla não respondeu de imediato.
Há várias semanas, as ações de vandalismo e protesto contra a Tesla têm-se multiplicado em rejeição à participação de Musk no governo Trump, que classificou os ataques como "terrorismo doméstico".
Na quinta-feira, um americano suspeito de incendiar e atirar com um fuzil semiautomático contra cinco veículos Tesla em Las Vegas foi detido preventivamente e corre o risco de pegar 20 anos de prisão.
N.Schaad--VB