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Trump tem carros elétricos como alvo em primeiros dias de governo
Em seu retorno à Casa Branca, o presidente Donald Trump tem como alvo os veículos elétricos, cujo desenvolvimento estava no centro da estratégia do seu antecessor Joe Biden contra as mudanças climáticas.
Um decreto presidencial assinado logo após a posse de Trump busca trazer de volta para o primeiro plano os motores a combustão e suspender os subsídios federais à instalação de estações de carregamento de veículos elétricos nos Estados Unidos.
Outras medidas poderão se seguir. Ao tomar posse, Trump declarou que pretende acabar com o "Green New Deal", uma iniciativa que inclui ajudas promovidas por Biden para estimular a venda de carros elétricos.
Ações de fabricantes de veículos, como a Rivian, e de fabricantes de equipamentos de carregamento, como a EVgo, caíram na bolsa, assim como a da Tesla, do milionário Elon Musk, um aliado de Trump.
Para Kathy Harris, diretora da ONG NRDC, que se ocupa de veículos com motores de energia limpa, Trump busca atender "aos chefões da indústria do petróleo".
O decreto presidencial sobre os veículos elétricos, assim como outros assinados nesta semana, pode gerar recursos judiciais.
- Críticas -
A Aliança para a Inovação Automotiva, que esperava que não houvesse mudanças na legislação para o setor, reiterou suas críticas. "O país deveria ter um padrão único nacional para a redução das emissões de gases do efeito estufa nos transportes", comentou o presidente da Aliança, John Bozzella.
As fabricantes revisaram para baixo seus projetos para veículos elétricos, em alguns casos a partir do fim de 2023, devido à demanda fraca. Ainda assim, esse mercado atingiu níveis recorde nos Estados Unidos.
As vendas de veículos elétricos cresceram 7,3% em um ano, a 1,3 milhão de unidades em 2024, segundo a empresa especializada Kelley Blue Book. O aumento das vendas foi observado em todos os segmentos de preço.
Em sua campanha eleitoral, Donald Trump afirmou que sua adversária, Kamala Harris, queria obrigar os americanos a migrar para os carros elétricos. A ex-vice-presidente ressaltou que preferia deixar o consumidor escolher.
A lei Inflation Reduction Act e outros textos aprovados durante o governo Biden criaram benefícios financeiros, como créditos fiscais, para impulsionar a venda de carros elétricos. O decreto presidencial assinado nesta semana exige uma investigação por 90 dias, para garantir que as ajudas não favoreçam de forma desequilibrada os carros elétricos, "encarecendo outros tipos de veículo".
Quase metade dos US$ 5 bilhões (cerca de 30 bilhões de reais) destinados à instalação de novas estações de carregamento já foi afetada, segundo um documento da NRDC.
U.Maertens--VB