-
Manchester City goleia AEK Atenas (5-1) com hat-trick de Phil Foden
-
Atlético de Madrid fora de casa com Stuttgart (1-1) na Champions
-
Zelensky comemora retomada do compartilhamento de informações de inteligência com os EUA
-
Sergen Yalçin é anunciado como novo técnico da seleção da Turquia
-
Importador de alimentos dos EUA busca anular tarifas de Trump ao Canadá
-
Ten Hag diz que Cristiano Ronaldo decepcionou no Manchester United
-
Itália enviará 500 militares a Milão e endurecerá penas após distúrbios
-
Príncipe Harry espera 'virar a página' e deixar para trás conflitos com sua família
-
Zelensky se reúne com emissários dos EUA em Oslo para retomar esforços diplomáticos
-
BBC anuncia corte de mais de 100 empregos
-
Gnabry elogia ex-companheiro Arteta antes de Bayern x Arsenal na Champions
-
Execuções polêmicas reacendem o debate sobre a pena de morte nos EUA
-
Congresso da Colômbia aprova orçamento do governo e projeta grave déficit fiscal
-
Governo francês responsabiliza 'extrema esquerda' por onda de violência no país
-
'Lesões não são desculpa', diz técnico do Aston Villa antes de jogo da Champions
-
Guatemalteco é condenado a 30 anos de prisão por morte de 53 migrantes nos EUA
-
Kompany pode não comandar Bayern contra o Arsenal na Champions devido a virose
-
Flávio Bolsonaro, o herdeiro da dinastia de extrema direita
-
Meta diz que cumpriu ordens do TSE para tratamento igualitário a Lula e Flávio Bolsonaro
-
Apoio a novos líderes de direita está em queda na América Latina
-
UE apresenta nova estratégia para o Ártico diante de ameaças dos EUA e da Rússia
-
Exército turco permanecerá no Iraque e na Síria, afirma ministro à AFP
-
Swiatek desiste do WTA 500 de Ningbo por lesão e fica com vaga no Finals ameaçada
-
Comitê de supervisão da Meta critica 'falhas recorrentes' na moderação de conteúdos eleitorais
-
Le Pen aposta em discurso de ordem em meio à onda de violência na França
-
Diretor da AIE é pessimista quanto a uma 'normalização' do mercado do petróleo em 2027
-
Mourinho lembra que nenhum jogador é 'intocável'
-
Premiê francês acusa 'extrema esquerda' de planejar 'insurreição'
-
Primeiro-ministro da Albânia cita 'guerra híbrida' como causa de protestos violentos
-
Iêmen registra mais de 250 mil deslocados internos desde agosto
-
Vice-presidente dos EUA se distancia de Trump e se abstém de apoiar Netanyahu
-
Presidência da Colômbia inaugura sede em 'Casa Branca' do Caribe
-
Lula ou Flávio Bolsonaro: a escolha final
-
Lula perante si mesmo e a história
-
França começa a julgar detidos em distúrbios e anuncia novos toques de recolher
-
Zelensky se reúne com emissários dos EUA após acusar Washington de atrasar a entrega de mísseis
-
Israel decide se concede mais um mandato a Netanyahu em eleições marcadas pela guerra
-
努莎・奧貝爾:未見嶄新開局,卻見領導失能——波茨坦市長能否勝任其職?
-
Zelensky acusa EUA de atrasar entrega de mísseis interceptadores à Ucrânia
-
Província de Alberta rejeita organizar referendo de independência do Canadá
-
Governo dos Estados Unidos veta uso da IA chinesa DeepSeek em agências governamentais
-
França aplicará toques de recolher localizados na terça-feira, anuncia primeiro-ministro
-
TSE pressiona Meta a demonstrar tratamento igualitário a Lula e Flávio Bolsonaro
-
Revelação da esquerda brasileira, Ana Elisa leva Lula à era das selfies
-
Democratas veem "última grande oportunidade" de vencer no Texas, histórico bastião republicano
-
Entram em vigor primeiros toques de recolher na França após distúrbios
Kamala e Trump cortejam os latinos a cinco dias das eleições
"Amo os hispânicos", disse o republicano Donald Trump, nesta quinta-feira (31), em um comício no qual criticou a imigração irregular, antes de sua adversária, a democrata Kamala Harris, fazer campanha com Jennifer Lopez, Maná e Los Tigres del Norte em busca do voto latino, faltando cinco dias para as eleições presidenciais nos Estados Unidos.
"Amo os hispânicos. São muito trabalhadores e empreendedores, e são grandes pessoas. E são carinhosos, às vezes carinhosos demais para dizer a verdade", disse Trump em um comício no Novo México, estado que, segundo as pesquisas, irá votar em sua adversária, a vice-presidente Kamala Harris.
Mas o discurso se concentrou, como de hábito, em sua retórica anti-imigração.
"Os migrantes ilegais que chegam a este país matam gente todos os dias" e "estão desatando uma violenta onda de assassinatos por todos os Estados Unidos", afirmou, sem apresentar provas de suas declarações.
Ele não disse nada sobre a última polêmica de sua campanha, quando disse que irá proteger as mulheres "quer elas gostem, ou não".
Segundo as pesquisas, há um racha eleitoral entre mulheres e homens. Elas apoiam a democrata, enquanto eles se inclinam pelo republicano.
Por isso, Kamala, engajada na defesa do direito ao aborto, disse que considerou "muito ofensivas" as declarações de Trump.
O ex-presidente, de 78 anos, também tem prevista uma entrevista para o comentarista conservador Tucker Carlson mais tarde no Arizona e um comício em Nevada, dois estados disputados no oeste do país.
- Série de polêmicas -
A cinco dias das eleições, as polêmicas se sucedem.
Na quarta-feira, Trump subiu em um caminhão de lixo e fez um comício com um colete laranja e amarelo fluorescente para protestar contra o presidente Joe Biden por ter chamado seus apoiadores de "lixo".
Fez isso para tirar vantagem de um deslize, mas Kamala se desvinculou do comentário e Biden disse que se referia à "retórica odiosa" de um humorista pró-Trump que afirmou em um comício que Porto Rico é como "uma ilha flutuante de lixo".
O comentário sobre Porto Rico foi fatal para os porto-riquenhos, que não podem votar na ilha, mas sim nos estados continentais.
E segue dando o que falar. O artista Nicky Jam retirou seu apoio a Trump.
A equipe de campanha de Kamala colocou no ar um novo anúncio em espanhol sobre a piada ofensiva. Uma voz em 'off' diz: "Em 5 de novembro, Trump descobrirá que o lixo de uma pessoa é o tesouro de outra".
- Em busca do voto latino -
Mais de 60 milhões de americanos já votaram antecipadamente nestas eleições muito disputadas e nas quais cada voto conta.
Os latinos costumam votar nos democratas, mas, nos últimos anos, os republicanos encurtaram a vantagem.
A última pesquisa do The New York Times/Siena atribui à vice-presidente 52% das intenções de votos entre os latinos frente a 42% para seu rival republicano.
A ex-procuradora tenta reverter a tendência, sobretudo nos sete estados-pêndulo, que, segundo as pesquisas, decidirão quem será o presidente.
Kamala se gaba de entender os latinos melhor do que ninguém porque é filha de imigrantes e, ao contrário do magnata, não cresceu cercada de riqueza.
Sua equipe de campanha multiplicou os anúncios em todos os tipos de mídia em espanhol, inglês e em uma mistura dos dois idiomas, conhecida como 'spanglish', para chegar até eles. Em um dos mais recentes, recorreu à cúmbia para pedir que os eleitores evitem cair "na armadilha" de votar no "trompas" (bocão) e dizer que "Kamala é boa gente".
Também haverá música nesta quinta-feira em um comício em Nevada com a atuação da banda mexicana Maná. A diva do pop Jennifer López, com 250 milhões de seguidores nas redes sociais, fará um discurso.
Em Phoenix, Arizona, fará outro comício ao som de Los Tigres del Norte, um grupo muito popular entre os mexicanos.
À medida que se aproximam as eleições, aumenta a preocupação com uma possível impugnação dos resultados, até mesmo uma explosão de violência, se Trump for derrotado.
O ex-presidente nunca reconheceu sua derrota em 2020 e já começou a falar de "trapaças" na Pensilvânia, um dos estados mais disputados, no nordeste do país.
I.Stoeckli--VB