-
Gnabry elogia ex-companheiro Arteta antes de Bayern x Arsenal na Champions
-
Execuções polêmicas reacendem o debate sobre a pena de morte nos EUA
-
Congresso da Colômbia aprova orçamento do governo e projeta grave déficit fiscal
-
Governo francês responsabiliza 'extrema esquerda' por onda de violência no país
-
'Lesões não são desculpa', diz técnico do Aston Villa antes de jogo da Champions
-
Guatemalteco é condenado a 30 anos de prisão por morte de 53 migrantes nos EUA
-
Kompany pode não comandar Bayern contra o Arsenal na Champions devido a virose
-
Flávio Bolsonaro, o herdeiro da dinastia de extrema direita
-
Meta diz que cumpriu ordens do TSE para tratamento igualitário a Lula e Flávio Bolsonaro
-
Apoio a novos líderes de direita está em queda na América Latina
-
UE apresenta nova estratégia para o Ártico diante de ameaças dos EUA e da Rússia
-
Exército turco permanecerá no Iraque e na Síria, afirma ministro à AFP
-
Swiatek desiste do WTA 500 de Ningbo por lesão e fica com vaga no Finals ameaçada
-
Comitê de supervisão da Meta critica 'falhas recorrentes' na moderação de conteúdos eleitorais
-
Le Pen aposta em discurso de ordem em meio à onda de violência na França
-
Diretor da AIE é pessimista quanto a uma 'normalização' do mercado do petróleo em 2027
-
Mourinho lembra que nenhum jogador é 'intocável'
-
Premiê francês acusa 'extrema esquerda' de planejar 'insurreição'
-
Primeiro-ministro da Albânia cita 'guerra híbrida' como causa de protestos violentos
-
Iêmen registra mais de 250 mil deslocados internos desde agosto
-
Vice-presidente dos EUA se distancia de Trump e se abstém de apoiar Netanyahu
-
Presidência da Colômbia inaugura sede em 'Casa Branca' do Caribe
-
Lula ou Flávio Bolsonaro: a escolha final
-
Lula perante si mesmo e a história
-
França começa a julgar detidos em distúrbios e anuncia novos toques de recolher
-
Zelensky se reúne com emissários dos EUA após acusar Washington de atrasar a entrega de mísseis
-
Israel decide se concede mais um mandato a Netanyahu em eleições marcadas pela guerra
-
努莎・奧貝爾:未見嶄新開局,卻見領導失能——波茨坦市長能否勝任其職?
-
Zelensky acusa EUA de atrasar entrega de mísseis interceptadores à Ucrânia
-
Província de Alberta rejeita organizar referendo de independência do Canadá
-
Governo dos Estados Unidos veta uso da IA chinesa DeepSeek em agências governamentais
-
França aplicará toques de recolher localizados na terça-feira, anuncia primeiro-ministro
-
TSE pressiona Meta a demonstrar tratamento igualitário a Lula e Flávio Bolsonaro
-
Revelação da esquerda brasileira, Ana Elisa leva Lula à era das selfies
-
Democratas veem "última grande oportunidade" de vencer no Texas, histórico bastião republicano
-
Entram em vigor primeiros toques de recolher na França após distúrbios
-
Tottenham consegue primeira vitória e sai da zona de rebaixamento no Inglês
-
Após batalha pelo Maracanã, Vasco decide vaga na final da Sul-Americana contra o Boca
-
Cristiano Ronaldo é punido com 30 dias de suspensão pela Federação Portuguesa
Boeing lança oferta de ações para arrecadar US$ 19 bilhões
A Boeing anunciou,nesta segunda-feira (28), uma oferta de ações no valor de aproximadamente 19 bilhões de dólares (R$ 108,2 bilhões), quantia que será destinada ao pagamento de dívidas e investimentos em suas subsidiárias.
A gigante americana, que na semana passada reportou perdas de cerca de 6,2 bilhões de dólares (R$ 35,3 bilhões) no terceiro trimestre, está sendo afetada por uma greve de 33 mil trabalhadores. Suas duas principais fábricas estão paralisadas desde meados de setembro.
"A Boeing espera utilizar o que for arrecadado para despesas gerais, que podem incluir, entre outros, o pagamento de dívidas, reservas de capital de giro, gastos de capital e investimentos em suas subsidiárias", explicou a empresa em um comunicado.
A oferta envolve a venda de 90 milhões de ações ordinárias, no valor de aproximadamente 13,9 bilhões de dólares (R$ 79,7 bilhões) com base no preço atual de mercado, além de cerca de 5 bilhões (R$ 28,4 bilhões) em certificados de depósito, equivalentes a ações ou frações desses títulos.
Se a demanda pelas ações da Boeing ultrapassar a oferta, a empresa se reserva o direito de emitir 13,5 milhões de ações adicionais e mais 750 milhões de dólares (R$ 4,3 bilhões) em certificados.
- Sob pressão -
A Boeing anunciou nos últimos dias medidas de contenção de custos, incluindo a redução de sua força de trabalho global em 10%, o que representa cerca de 17 mil postos que serão eliminados.
A greve afeta duas fábricas que produzem os modelos 737 MAX e 777. De fato, o movimento paralisa totalmente a produção do 737, seu avião mais vendido, além do 777, 767 e várias aeronaves militares.
Levantar capital no mercado permitirá à Boeing manter seu status perante as agências, após quase ter sua nota de risco rebaixada devido à greve, que está desvalorizando seus ativos, já afetados por dois acidentes que resultaram em 346 mortes em 2018 e 2019 e pela pandemia.
Este montante deve permitir que a Boeing mantenha sua classificação "até o final de 2025 nas circunstâncias atuais", comentou Peter McNally, analista da Third Bridge.
De qualquer forma, "a situação é complexa", ressalta o especialista. Mesmo que a greve termine em breve, as entregas só começarão a contribuir a partir do segundo semestre de 2025.
-Razões da greve -
Os trabalhadores em greve em Seattle, berço da Boeing, rejeitaram duas ofertas de acordo coletivo. A última, apresentada em 23 de outubro, previa um aumento de 35% em quatro anos - o sindicato pede 40% - e um aumento na contribuição da empresa para o plano de aposentadorias.
A proposta da empresa não incluía a restauração do antigo sistema de aposentadorias, que foi suprimido em 2014 e que muitos trabalhadores exigem, mas que a Boeing rejeita.
Em um comunicado separado, a Boeing anunciou um pedido de 10 aeronaves Dreamliner pela companhia aérea chilena Latam, o que representa entre 2,5 bilhões e 3,4 bilhões de dólares (R$ 14,2 bilhões e R$ 19,3 bilhões) a preço de catálogo. O pedido inclui uma opção por cinco aeronaves adicionais.
De acordo com um cálculo da AFP, a Boeing teve perdas de mais de 31 bilhões de dólares (R$ 176,6 bilhões) entre o início de 2020 e o final de setembro de 2024.
E.Gasser--VB