-
Argentina recorda doloroso legado da ditadura, que Milei deseja revisar
-
Torcedores denunciam a Fifa à Comissão Europeia por preços elevados dos ingressos da Copa do Mundo
-
Dinamarca tem eleição legislativa acirrada; premiê é favorita para permanecer no poder
-
Pentágono endurece restrições à imprensa após sentença judicial
-
EUA vão poder deportar para a Costa Rica até 25 imigrantes por semana
-
Senado dos EUA confirma novo secretário de Segurança Interna
-
Barril do Brent volta a superar os US$ 100 e WTI sobe mais de 3%
-
Acidente com avião militar deixa mais de 60 mortos na Colômbia
-
Polícia de Londres investiga ataque a ambulâncias da comunidade judaica
-
Sinner vence Moutet e vai às oitavas do Masters 1000 de Miami; Zverev também avança
-
Trump anuncia conversas 'muito boas' com o Irã; Teerã nega
-
Acidente com avião militar deixa mais de 30 mortos na Colômbia
-
Comissão Europeia pede fim imediato de hostilidades no Oriente Médio
-
Lens se opõe ao adiamento do jogo do campeonato francês contra o PSG
-
Governo dos EUA pede calma à indústria petrolífera, inquieta por guerra no Oriente Médio
-
Sabalenka vence Zheng e vai às quartas de final do WTA 1000 de Miami
-
Maduro se exercita na prisão antes de audiência, conta filho
-
Preço do petróleo cai e bolsas se recuperam após declarações de Trump sobre Irã
-
Trump diz que negocia com Irã e suspende ataques previstos
-
EUA alcança acordo com TotalEnergies para trocar energia eólica por gás
-
Mbappé diz que lesão no joelho 'está superada' e quer enfrentar Brasil e Colômbia
-
Governo dos EUA pede calma ante alta do petróleo mas empresários mostram ceticismo
-
Bill Cosby deverá pagar US$ 19 milhões por acusações de abuso sexual
-
Audi Q9: Será que vai mesmo acontecer?
-
Governo da Itália sofre revés em referendo sobre reforma judicial
-
Avião militar cai com 125 pessoas a bordo e deixa 8 mortos na Colômbia
-
EUA envia agentes do ICE a aeroportos em meio a bloqueio orçamentário
-
Montiel é mais um desfalque por lesão para os amistosos da Argentina
-
Aeroporto LaGuardia de Nova York reabre após colisão fatal entre avião e caminhão na pista
-
Mundo deu a Israel 'licença para torturar' palestinos, diz especialista da ONU
-
Dacia Striker: Bonito e robusto?
-
Governo Trump pede calma ante alta do petróleo, mas empresários são céticos
-
Canobbio e Muslera são convocados por Bielsa para amistosos do Uruguai
-
Skoda Peaq: Novo SUV elétrico de 7 lugares
-
Exército reconhece falha de seu sistema antimísseis no sul de Israel
-
Cerúndolo vence Medvedev e avança às oitavas de final do Masters 1000 de Miami
-
Inglaterra será um termômetro para o Uruguai, diz Muslera
-
Exploração nas bombas de gasolina
-
Número de vítimas da guerra no Irã segue incerto
-
Teste do Mercedes GLC elétrico
-
Alex Sandro e Gabriel Magalhães são cortados da Seleção por lesão
-
Trump afirma negociar o fim da guerra com alto cargo iraniano
-
Preço do petróleo cai após declarações de Trump sobre o Irã
-
Após eleições municipais, França se prepara para presidencial de 2027
-
Griezmann avança em negociação para deixar Atlético de Madrid rumo à MLS no meio do ano
-
Chiesa é cortado e vai desfalcar Itália na repescagem para Copa do Mundo
-
EUA e Irã encontraram 'pontos de acordo importantes', diz Trump
-
Último latino-americano campeão de Grand Slam, Del Potro elogia João Fonseca: 'Tem muito potencial'
-
Preço do petróleo cai e bolsas sobem após declarações de Trump sobre o Irã
-
Alex Sandro é cortado da Seleção por lesão e Ancelotti convoca Kaiki, do Cruzeiro
Kamala promete reforma migratória, em primeira visita eleitoral à fronteira
Em sua primeira viagem de campanha à fronteira com o México, Kamala Harris prometeu que trabalhará com republicanos e independentes para garantir a segurança no local, assim como uma reforma do sistema migratório americano, caso seja eleita presidente.
A vice-presidente americana, candidata pelo Partido Democrata, visitou nesta sexta-feira (27) a comunidade de Douglas, no Arizona, para falar sobre imigração, tema em que os eleitores favorecem seu adversário, o republicano Donald Trump, segundo pesquisas.
“Temos o dever de criar as regras em nossa fronteira e fazer com que elas sejam cumpridas. Também somos uma nação de imigrantes", ressaltou a candidata, em uma tentativa de ampliar sua base eleitoral.
"Recuso a ideia falsa que sugere que precisamos escolher entre proteger a nossa fronteira e criar um sistema de imigração seguro, ordenado e humano. Podemos e precisamos ter ambos", disse a democrata, que prometeu sanções mais duras para aqueles que cruzarem a fronteira ilegalmente, e uma alternativa legal para garantir a cidadania aos imigrantes que vivem há anos nos Estados Unidos em situação irregular.
- 'Inaceitável' -
Antes de discursar em uma escola de Douglas, Kamala fez uma visita improvisada à cerca instalada ao longo de boa parte dos mais de 3.000 km de fronteira com o México.
Aos pés dessa obra imponente, que Trump tornou um símbolo de sua campanha, Kamala conversou com oficiais da patrulha fronteiriça, um grupo considerado mais favorável à visão republicana. “Os oficiais da fronteira não têm recursos suficientes, isso é inaceitável”, criticou a democrata, que prometeu combater o tráfico de fentanil.
Trump concentrou sua campanha em uma plataforma anti-imigração, promovendo uma retórica negativa sobre os imigrantes, que acusa de "envenenarem o sangue" dos Estados Unidos. Ele "agravou os desafios na fronteira e continua aumentando as chamas do medo e a divisão", criticou Kamala.
O deputado republicano Tony Gonzales divulgou hoje números do Departamento de Segurança Nacional segundo os quais existem atualmente no país 425 mil estrangeiros sem cidadania americana e com antecedentes criminais, incluindo 13 mil condenados por homicídio.
Trump afirmou, erroneamente, que se tratariam de imigrantes que cruzaram a fronteira nos últimos três anos, durante o governo de Biden e Kamala. "Estão andando por nossas ruas", disse o republicano, durante um ato de campanha no Michigan.
As estatísticas, no entanto, não detalham desde quando essas pessoas estão nos Estados Unidos. Segundo especialistas, poderiam se tratar de décadas. “São pessoas que, principalmente, já foram acusadas e condenadas e cumpriram sua pena”, disse à AFP Aaron Reichlin-Melnick, do Conselho de Imigração Americano.
Segundo Melnick, durante a presidência de Trump havia milhões de imigrantes sem cidadania vivendo nos Estados Unidos, entre eles milhares com antecedentes criminais. “O único motivo pelo qual eles não podem ser deportados é por problemas diplomáticos com seus países de origem, mas isso não tem nada a ver com as políticas do governo americano ou com suas práticas".
T.Germann--VB