-
Agência da ONU para Refugiados alerta para cortes de financiamento
-
Furacão Simón deixa um morto e provoca inundações no México
-
Flick alerta para a pressão no estádio do Galatasaray
-
Ministro saudita da Energia pede resposta firme aos ataques houthis
-
Flávio Bolsonaro visitará o pai na terça-feira, após autorização judicial
-
Alcaraz é eliminado em Xangai; Zverev garante terminar ano como número 1 do mundo
-
Otan alerta Rússia de que qualquer ataque será 'totalmente em vão'
-
Supremo Tribunal espanhol mantém suspensão do direito de voto para naturalizados pela 'Lei dos Netos'
-
Agentes federais fazem buscas na casa de Ilhan Omar, crítica de Trump
-
Ator Russell Brand comparece ao início de seu julgamento por estupro no Reino Unido
-
Osasuna demite técnico Luis Ramis e traz de volta Jagoba Arrasate
-
Incêndio destrói o mercado coberto mais antigo de Paris
-
Dezenas de milhares protestam na Índia contra a Comissão Eleitoral
-
Rússia não confirma adesão à trégua energética
-
Furacão Simón deixa um morto e danos materiais no Pacífico mexicano
-
Nossa Senhora Aparecida ressurge na campanha eleitoral às vésperas do 2º turno
-
O que se sabe sobre a cirurgia do papa Leão XIV
-
Irã prende advogado que contribuiu para casamento entre detenta e condenado à morte
-
Moraes autoriza visita de Flávio Bolsonaro ao pai em prisão domiciliar
-
Ciberataque afeta sistemas de refrigeração de supermercados na França
-
Autoridades econômicas discutem inflação e dívida em fórum do FMI e do Banco Mundial
-
Um dos dois quadros de Renoir encontrados após roubo na França apresenta um rasgo
-
Premiê britânico acusa Rússia de interferência durante referendo do Brexit em 2016
-
Adolescente é detido na França por disparar espingarda em sua escola
-
Ministro da Energia saudita pede resposta firme aos ataques houthis
-
China sanciona ministros de Paraguai e Belize por relações com Taiwan
-
Rússia fará cessar-fogo apenas no dia das eleições na Ucrânia, diz Kremlin
-
Americanos Michael Woodford e Robert Hall ganham o Nobel de Economia
-
UE limitará a 350.000 por ano as importações de veículos híbridos chineses
-
Incêndio destrói o mercado de comida de rua mais antigo de Paris
-
Brasileira é presa na Indonésia por transportar cocaína no xampu
-
Houthis do Iêmen reivindicam múltiplos ataques contra o aeroporto de Riade
-
Olympique de Marselha volta a vencer e respira no Campeonato Francês
-
Betis goleia Osasuna e recupera 3ª posição no Campeonato Espanhol
-
Netanyahu pede investigação de participantes do documentário "NAZA"
-
Lula aposta no fim da escala 6x1 de olho no segundo turno
-
Trump surpreende com anúncio de "cessar-fogo energético" entre Rússia e Ucrânia
-
Houthis do Iêmen atacam novamente o aeroporto de Riade
Farmacêuticos franceses fazem primeira greve em 10 anos
Os farmacêuticos franceses fizeram nesta quinta-feira sua primeira greve em 10 anos, para protestar contra a escassez de medicamentos, o fechamento de farmácias e um projeto para flexibilizar as vendas na internet, além de reivindicarem salários mais altos.
Mais de 18 mil das 20 mil farmácias da França fecharam as portas hoje. Autoridades visitaram alguns locais, para garantir a cobertura mínima exigida por lei.
Trinta mil pessoas no total foram às ruas no país, segundo a Union de Syndicats de Fharmaciens d’Officine (Uspo) e a Federação dos Sindicatos Farmacêuticos da França (FSPF), o que representa seis vezes mais do que na última mobilização, em 2014.
Os profissionais estão preocupados com a escassez de medicamentos, o fechamento de farmácias em zonas rurais e a reforma da formação, além das remunerações e condições de trabalho.
“A maior preocupação é com o desaparecimento das farmácias”, que enfrentam dificuldades econômicas nas zonas rurais, e até nas cidades, ressaltou Philippe Besset, presidente da FSPF.
Em 10 anos, cerca de 2.000 farmácias fecharam em todo o país. Restam cerca de 20.000 em funcionamento, segundo os órgãos profissionais.
Um dos pontos mais polêmicos são os supostos planos do governo para facilitar a venda de remédios sem receita pela internet. “Todos os ingredientes estão reunidos para acabar com a rede” de farmácias da França, que empregam um total de 130 mil pessoas", disse Pierre-Olivier Variot, líder da Uspo.
O governo não questiona “o princípio de monopólio” das farmácias, nem “vai abrir nada aos grandes supermercados, nem colocar medicamentos na Amazon”, afirmou à AFP o deputado Marc Ferracci, do partido do presidente francês, Emmanuel Macron.
C.Koch--VB