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Suíça identifica as primeiras vítimas do incêndio mortal em bar na noite de Ano Novo
A polícia suíça identificou, neste sábado (3), as primeiras vítimas do incêndio que destruiu um bar na estação de esqui de Crans-Montana no Ano Novo, enquanto as autoridades seguem investigando as causas dessa tragédia que deixou pelo menos 40 mortos.
Os corpos de duas mulheres de 21 e 16 anos, e de dois homens de 18 e 16, todos de nacionalidade suíça, foram entregues aos seus familiares, indicou a polícia do cantão do Valais, no sudoeste do país.
O drama, que ocorreu por volta das 01h30 (21h30 no horário de Brasília) de quinta-feira (1º), deixou também 119 feridos. O chefe da polícia, Frédéric Gisler, indicou, na sexta-feira (2), que 113 deles já haviam sido identificados.
Flores, velas e pequenos bichos de pelúcia continuaram sendo depositados, neste sábado, perto do bar Le Constellation, onde ocorreu a tragédia, no coração desta luxuosa estação de esqui nos Alpes Suíços.
Também foram programadas várias missas em memória das vítimas, incluindo uma neste sábado em Crans-Montana. Além disso, espera-se que o ministro do Conselho Federal da Suíça, Beat Jans, visite o local ao longo do dia.
As autoridades alertaram que a identificação das vítimas levará vários dias, mas já foram abertos procedimentos específicos em relação aos desaparecidos em colaboração com vários países, entre eles Bélgica, França, Itália, Portugal, Filipinas, Romênia, Sérvia e Turquia.
Vários veículos que transportavam os corpos das vítimas começaram a chegar, na sexta-feira, ao centro funerário de Sion, a capital regional.
A Comissão Europeia também informou que, até sexta-feira, 24 pacientes com queimaduras graves haviam sido transferidos para hospitais da França, Bélgica, Alemanha e Itália.
As autoridades suíças anunciaram neste sábado a abertura de uma investigação criminal contra dois gerentes do bar.
De nacionalidade francesa, eles “são acusados de homicídio por negligência, lesões corporais por negligência e incêndio provocado por negligência”, indicaram em um comunicado a polícia e a procuradoria-geral do cantão de Valais.
- "Temos que esperar" -
Em Milão, Guido Bertolaso, responsável regional pela saúde em Lombardia, informou à imprensa que uma jovem de 15 anos gravemente ferida chegaria a Milão em um helicóptero de Lausanne neste sábado.
Outros dois rapazes, provavelmente italianos, também estão no centro de tratamento de queimaduras graves de Zurique, à espera de testes de DNA.
"Por que não podemos identificá-los? Porque têm o rosto completamente coberto por bandagens. (...) Portanto, não podemos tirar as bandagens para identificá-los. Estão intubados e não podem falar. Temos que esperar para poder identificá-los formalmente", destacou.
O incêndio começou no subsolo do bar, um local frequentado por turistas, muitos deles jovens, que estavam celebrando o Ano Novo.
"Tudo indica que o fogo se originou por fogos de artifício ou velas tipo bengala colocadas sobre garrafas de champanhe, aproximadas demais do teto", declarou a procuradora do cantão do Valais, Béatrice Pilloud, durante uma coletiva de imprensa.
De acordo com depoimentos, o teto do porão estava coberto por espuma acústica isolante, o que, segundo as autoridades, explicaria o "incêndio rápido e generalizado".
Testemunhas descreveram cenas de horror, com pessoas tentando quebrar as janelas para escapar, enquanto outras, cobertas de queimaduras, corriam para a rua.
Um vídeo nas redes sociais mostra o início do incêndio no teto, com um jovem tentando apagar o fogo com um grande pano branco. Ao seu lado, outros jovens filmam a cena, mas continuam dançando.
Além das queimaduras, algumas vítimas sofreram esmagamentos e asfixia, enquanto outras ficaram feridas ao tentar desesperadamente salvar outras pessoas, informou o diretor-geral do Hospital de Valais, Eric Bonvin, à AFP.
bur-apo-ag-al/liu/mba/tmt/sag/pb/rm-jc
S.Spengler--VB