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Familiares de traficante equatoriano 'Fito' deportados da Argentina chegam ao Equador
A esposa e três filhos do traficante equatoriano Adolfo Macías, conhecido como "Fito", que fugiu recentemente de um presídio em Guayaquil, chegaram ao Equador nesta sexta-feira (19), após serem detidos e expulsos da Argentina.
A aeronave em que viajavam pousou na base aérea Simón Bolívar, na cidade portuária de Guayaquil (sudoeste), constatou um jornalista da AFP.
Militares encapuzados e armados com fuzis vigiavam o entorno do aeroporto.
Os familiares de "Fito", líder da facção Los Choneros, cuja fuga desencadeou uma onda de violência no Equador, foram presos em um condomínio da província de Córdoba, disse a ministra da Segurança argentina, Patricia Bullrich, em entrevista coletiva.
A esposa do traficante, Inda Mariela Peñarieta, de 48 anos, e outros membros de seu 'clã' se mudaram para um condomínio privado em Córdoba em 5 de janeiro, três dias antes da divulgação da fuga de Macías, explicou a ministra.
"É um êxito muito importante termos conseguido, tão rapidamente, tê-los deportado do país hoje, já que chegaram no dia 5", disse Bullrich. "Estamos orgulhosos de que a Argentina seja um território hostil para uma facção de traficantes de drogas vir e se estabelecer", acrescentou.
Além da esposa de 'Fito', foram expulsos da Argentina os filhos do casal, Michelle Macías Peñarieta (21 anos), Ilse María Macías Peñarieta (12) e Lian Sejam Macías Peñarieta (4), além de outros quatro integrantes do "clã".
- Onde está 'Fito'? -
"Por meio de uma resolução migratória que cancelou sua residência temporária, conseguimos retê-los e expulsá-los do país", esclareceu o secretário de Segurança de Córdoba, Juan Pablo Quinteros.
Bullrich compartilhou em sua conta na rede X imagens em que se via a família desembarcar de um pequeno avião da Força Aérea Argentina, e depois terem suas malas revistadas por alguns agentes.
Segundo a mídia equatoriana, a esposa e os filhos de 'Fito' permanecem dentro da base aérea em Guayaquil.
Desde sua fuga, confirmada em 8 de janeiro, o paradeiro de Fito é um enigma. Em entrevista à rádio W da Colômbia, o presidente equatoriano, Daniel Noboa, disse que pediu ao seu homólogo colombiano, Gustavo Petro, que expandisse a cooperação entre os dois países e "aplicasse uma busca intensa no país".
"É possível" que Fito esteja na Colômbia, afirmou.
Segundo o constitucionalista Ismael Quintana, em entrevista ao canal Teleamazonas do Equador, se os familiares de "Fito" não tiverem ordem de prisão preventiva, ou dívida pendente com a Justiça, devem ser libertados quando chegarem a seu país. As autoridades não informaram, no entanto, se este é o caso.
Inda Peñarriera, que é enfermeira, foi investigada em 2020 por lavagem de dinheiro, fraude fiscal e enriquecimento privado injustificado desde 2014. Dois anos depois foi declarada inocente, segundo investigação do portal Primicias.
Ainda de acordo com este portal, Peñarriera, seus dois irmãos e outros dois familiares de Macías enfrentaram processos judiciais por crime organizado, associação ilícita, homicídio, posse de armas e roubo.
- "Insustentável" -
Cerca de 20 organizações criminosas semeiam o terror no Equador e impõem seu poder de dentro dos presídios, em represália às políticas de linha dura do governo para enfrentar a investida do narcotráfico.
A espetacular invasão do canal TC por homens armados, transmitida ao vivo em 9 de janeiro, chocou o país e levou o presidente Noboa a declarar um "conflito armado interno" e a ordenar uma luta implacável contra cerca de 20 facções, às quais chamou de "terroristas".
A fuga de "Fito" reacendeu os ataques violentos nas ruas e motins nas prisões, frequentes no país, antes considerado pacífico.
Noboa expressou, em entrevista à emissora colombiana La FM, que os últimos governos do Equador têm "contribuído para que isto se torne insustentável".
Sem acusar diretamente o ex-presidente Rafael Correa (2007-2017), afirmou que em seu governo começaram "a se instaurar estes grupos narcoterroristas" e que estes se "fortaleceram nos seguintes".
A entrada de policiais e militares às prisões equatorianas para retomar o controle geram imagens de reclusos vestindo apenas cuecas no chão, algemados ou obrigados a apagar as insígnias das quadrilhas que controlam as prisões.
Nesta sexta, em um vídeo divulgado pelas Forças Armadas, via-se um homem sem camisa desenhar uma cruz azul sobre um mural em que aparecia um leão com quatro filhotes, símbolo de Fito e sua família.
Apesar da mobilização militar, a violência do tráfico não cede. Na quarta-feira, o promotor anti-máfia César Suárez que investigava o ataque ao canal de TV foi morto a tiros em plena luz do dia em um bairro de Guayaquil.
P.Vogel--VB