-
SCANDIC FINANCE ने एलेक्स बोडी को समूह का उपाध्यक्ष नियुक्त किया
-
SCANDIC FINANCE แต่งตั้งอเล็กซ์ โบดี เป็นรองประธานกลุ่มบริษัท
-
SCANDIC FINANCE Grubu, Alex Bodi’yi başkan yardımcılığına atadı
-
Alex Bodi wiceprezesem grupy SCANDIC FINANCE
-
Алекс Боди е назначен за вицепрезидент на групата SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi a SCANDIC FINANCE vállalatcsoport új alelnöke
-
Ο Άλεξ Μπόντι νέος αντιπρόεδρος του ομίλου SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi byl jmenován viceprezidentem skupiny SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi utsedd till vicepresident för SCANDIC FINANCE-koncernen
-
تعيين أليكس بودي نائبًا لرئيس مجموعة SCANDIC FINANCE
-
SCANDIC FINANCEグループ、アレックス・ボディ氏を副社長に任命
-
SCANDIC FINANCE 그룹, 알렉스 보디 부사장 선임
-
亞歷克斯・博迪獲任命為 SCANDIC FINANCE 集團副總裁
-
Алекса Боді призначено віцепрезидентом групи SCANDIC FINANCE
-
Алекс Боди назначен вице-президентом группы SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi nomeado vice-presidente do grupo SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi, numit vicepreședinte al grupului SCANDIC FINANCE
-
Niterói escolhe Corte Momesca do Carnaval 2027 na quadra da Viradouro
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública em dois turnos e envia texto à promulgação
-
Sporting derrota Shakhtar Donetsk por 1-0 na Liga dos Campeões
-
Cancro do pâncreas causou mais de duas mil mortes em Portugal num ano
-
Montenegro convoca PS e Chega para reuniões sobre crise da habitação
-
Lucro do novobanco recua 4,1% para 585,6 milhões de euros até setembro
-
Ministro espanhol dos Transportes demite-se após acidente ferroviário mortal
-
Óculos inteligentes da Meta levantam novas dúvidas sobre privacidade e vigilância
-
Trump responsabiliza guerra no Irão pela derrota republicana nas intercalares
-
Francisco Rodrigues dos Santos deixa CDS e critica aproximação à direita radical
Crise em Ceuta abre nova frente para premier da Espanha
No momento em que a pressão interna causada pelos incêndios florestais na Espanha começava a diminuir, uma nova frente se abriu para o chefe de governo da Espanha, Pedro Sánchez, com a crise migratória em Ceuta, que despertou críticas de países da União Europeia (UE) e dos Estados Unidos.
Sem a maioria no Parlamento, o líder socialista, 54, respondeu aos incêndios com um apelo por união para enfrentar os efeitos das mudanças climáticas, uma de suas principais batalhas desde que assumiu o cargo, há oito anos.
"Acho que a gestão do fogo não afeta a imagem de Sánchez", opinou a cientista política Paloma Román, da Universidade Complutense de Madri. "A crise migratória, sim, colocou muito mais em questionamento, porque eles mesmos dizem que não sabiam que isso iria acontecer. É algo muito negativo para o governo."
As imagens de dezenas de milhares de imigrantes cruzando a pé ou a nado a fronteira entre Marrocos e o enclave espanhol de Ceuta colocaram o governo Sánchez no foco das críticas. Os ministros do Interior da UE vão se reunir amanhã em videoconferência, durante a qual Madri poderá enfrentar o descontentamento de vários países, como a Itália, que já questionou a política migratória espanhola.
Do outro lado do Atlântico, o Departamento de Estado americano considerou a situação em Ceuta "resultado direto" da política migratória espanhola.
- "Combustível" para a oposição -
"São crises de naturezas diferentes. Os incêndios são uma emergência climática estrutural, e a outra é uma coerção relacionada com o Marrocos", ressaltou a professora de ciência política Máriam Martínez-Bascuñán, da Universidade Autônoma de Madri (UAM). "O que Ceuta revela não é que Sánchez tem inimigos pessoais na UE, é algo muito mais grave. É que a solidariedade europeia deixou de ser um princípio e se tornou uma variável de política interna de cada governo."
A sucessão de crises também atinge Sánchez após meses de dificuldades na esfera doméstica, com várias pessoas do seu círculo pessoal ou profissional envolvidas em investigações judiciais.
A crise de Ceuta "serviu de combustível" para os dois principais partidos da oposição (PP, direita, e Vox, extrema direita), que têm posições muito duras sobre a imigração, destacou Paloma Román. Mas o cientista político da Universidade Autônoma de Madri Fernando Vallespín pediu que não se tirem conclusões precipitadas, uma vez que o PP "governa na maioria" das regiões dos incêndios.
As responsabilidades durante emergências recaem inicialmente nas comunidades autônomas da Espanha. O governo central intervém apenas quando solicitado ou quando a situação se agrava, como ocorreu há poucos dias com o incêndio em Ávila, o maior da história do país.
"O PP também é implicado como possível corresponsável pelo abandono do território, uma das razões pelas quais os incêndios são tão brutais", disse Vallespin.
- "Inimigos poderosos" -
O começo do ano político, em setembro, também dará início à reta final para as eleições legislativas de 2027, nas quais a direita espera derrubar Sánchez. "Já estamos em pré-campanha, o que ficará cada vez mais evidente nos próximos meses", ressaltou Paloma Román.
Por esse motivo, apontaram os analistas, PP e Vox não deixaram passar a oportunidade da crise em Ceuta para levar sua disputa com o governo a Bruxelas, onde o socialista está em minoria frente aos líderes conservadores.
Com Sánchez, que se posicionou como um dos líderes progressistas mundiais, por sua oposição a Donald Trump, a política externa "significou muito mais do que nos governos anteriores, e também tem inimigos poderosos além do PP e do Vox no âmbito internacional", destacou Paloma Román.
D.Schaer--VB